Concurso STJ: edital iminente!

Fotografia do Superior Tribunal de Justiça

O aguardado concurso do Superior Tribunal de Justiça (STJ) está prestes a ser lançado! O STJ informou que encontra-se em fase avançada de seleção da banca organizadora do certame. Um projeto básico preliminar já foi enviado para avaliação de algumas empresas interessadas. Vale ressaltar que as informações anteriores que indicavam a publicação do edital em dezembro deste ano, a realização das provas em março de 2024 e a oferta de 7 vagas imediatas, além do cadastro de reserva, para o cargo de Analista Judiciário, abrangendo diversas especialidades, foram desmentidas pelo órgão. Os detalhes oficiais do concurso STJ serão divulgados em breve, e é importante ficar atento às atualizações que vamos trazer aqui para vocês. A comissão responsável pela organização do concurso STJ foi constituída em maio deste ano. Além disso, o órgão foi mencionado no Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) mais recente, com a expectativa de oferecer 138 vagas ao longo do ano de 2024. Informações gerais: Situação atual Banca em definição Banca organizadora A definir Cargos Analista e Técnico Judiciário Escolaridade Nível superior Carreiras Tribunais Lotação Brasília/DF Número de vagas A definir Remuneração Técnico Judiciário: de R$ 8.046,84 a R$ 12.082,30 + benefícios (Auxílio-alimentação, Auxílio pré-escolar, AQ Treinamento e AQ Títulos) + GAS paga apenas para os cargos na área de segurança. Analista Judiciário: de R$ 13.202,62 a R$ 19.823,62 + benefícios (Auxílio-alimentação, Auxílio pré-escolar, AQ Treinamento e AQ Títulos) + GAS apenas para os cargos na área de segurança + GAE apenas para analista judiciário – área judiciária – Oficial de justiça   Gostou desse conteúdo? Tenha acesso a muito mais conteúdo de qualidade, acesse nosso blog!

Concurso MPU: banca em definição; edital previsto para 2024

Fotografia do Ministério Público da União

A próxima edição do concurso público para o ingresso no Ministério Público da União (MPU) está programada para ter seu edital divulgado no próximo ano, conforme anunciado pelo procurador-geral do Trabalho, José de Lima Pereira Ramos, durante uma entrevista. O processo seletivo está atualmente na fase de escolha da banca encarregada de organizar o concurso, e o anúncio da entidade selecionada deverá ocorrer em breve. A comissão organizadora responsável pela condução do concurso foi constituída em junho de 2023. É aguardada a disponibilização de vagas para os cargos de técnico e analista, com remunerações iniciais variando de R$ 8.046,84 a R$ 13.202,62, além de benefícios adicionais. Informações gerais: Situação atual Banca em definição Banca organizadora A definir Cargos Técnico e Analista do MPU Escolaridade Níveis médio e superior Carreiras Funções Essenciais à Justiça Lotação Nacional Número de vagas A definir Remuneração De R$ 8.046,84 a R$ 13.202,62   Tem interesse nesse concurso? Confira a nossa Assinatura ADN MPU – Analista, uma preparação completa para você construir sua base e desenvolver conhecimentos essenciais para a aprovação nesse concurso tão desejado! Clique na imagem abaixo para mais informações. Gostou desse conteúdo? Tenha acesso a muito mais conteúdo de qualidade, acesse nosso blog!

Concurso Delegado PC/DF: edital iminente; inicial de 18 mil!

Fotografia da Polícia Civil do Distrito Federal

O concurso para Delegado da PC/DF tem previsão para ocorrer em 2023. O Chefe da Polícia Civil do Distrito Federal, Robson Candido, declarou que o processo de seleção está na etapa final, aguardando apenas a definição da banca. De acordo com as informações por ele, a PC/DF planeja disponibilizar 40 vagas imediatas e outras 40 para compor o cadastro de reserva destinado ao cargo de Delegado de Polícia. A remuneração inicial será de R$ 18.177,32. Informações gerais: Situação atual Banca em definição Banca organizadora A definir Cargos Delegado de Polícia Escolaridade Nível superior Carreiras Jurídica Lotação Distrito Federal Número de vagas 40 + 40 CR Remuneração De R$ 18.177,32 a R$ 24.629,40   Tem interesse nesse concurso? Confira a nossa Reta Final pré-edital para Delegado de Polícia da PC/DF, uma preparação completa para facilitar sua aprovação nesse concurso tão desejado que vai ficar disponíveis até a data da prova! Clique na imagem abaixo para mais informações. Gostou desse conteúdo? Tenha acesso a muito mais conteúdo de qualidade, acesse nosso blog!

Concurso TSE Unificado: comissão de organização formada

Fotografia do Tribunal Superior Eleitoral

Temos atualizações sobre o concurso TSE Unificado! O Tribunal Superior Eleitoral formou uma comissão encarregada da coordenação do processo seletivo, em colaboração com diversos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs). Confira aqui a comissão que será responsável pela organização e elaboração do concurso. Os membros são: Lucas Fonseca e Melo (ASSEC/TSE); Rodrigo Emanuel Couto (SGP/TSE); Luciana Rodrigues de Castro (SAD/TSE); Rubens André Gonçalves Dusi (SGP/TSE); Simone Ferreira de Almeida Siqueira (SAD/TSE).   Informações gerais: Situação atual comissão formada Banca organizadora A definir Cargos Analista Judiciário e Técnico Judiciário Escolaridade Nível superior Carreiras Tribunais Lotação Todos os estados e DF Número de vagas Mais de 500 vagas Remuneração Técnico Judiciário: de R$ 8.046,84 a R$ 12.082,30 + benefícios (Auxílio-alimentação, creche, AQ Treinamento e AQ Títulos) Analista Judiciário: de R$ 13.202,62 a R$ 19.823,62 + benefícios (Auxílio-alimentação, creche, AQ Treinamento e AQ Títulos) + GAS apenas para os cargos na área de segurança + GAE apenas para analista judiciário – área judiciária – Oficial de justiça   Tem interesse nesse concurso? Confira a nossas Retas Finais pré-edital para Analista e Técnico Judiciário do TSE Unificado, preparações completas para facilitar sua aprovação nesse concurso tão desejado que vão ficar disponíveis até a data da prova! Clique nas imagens abaixo para mais informações.           Gostou desse conteúdo? Tenha acesso a muito mais conteúdo de qualidade, acesse nosso blog!

Concurso MP/AC: edital publicado

Fotografia do Ministério Público do Acre

Saiu o edital do concurso MP/AC com 45 vagas para técnico ministerial e analista ministerial em diversas especialidades para o Ministério Público do Acre. Iniciais variam entre R$ 4,6 mil e R$ 6 mil mais benefícios. A organizadora Universidade Federal de Goiás (UFG), por intermédio do Instituto Verbena/UFG, receberá as inscrições entre 1º e 30 de novembro de 2023. As provas objetiva e discursiva serão realizadas na data prevista de 17 de dezembro de 2023. Confira o edital completo clicando aqui.   Informações gerais: Situação atual Edital publicado Banca organizadora Instituto Verbena/UFG Cargos Técnico e analista ministerial Escolaridade Níveis médio e superior Carreiras Funções Essenciais à justiça Lotação Estado do Acre Número de vagas 45 vagas Remuneração De R$ 4.640,53 a R$ 6.058,46 Inscrições De 01/11/2023 a 30/11/2023 Taxa de inscrição De R$ 120,00 a R$ 150,00 Data da prova objetiva 17/12/2023 Gostou desse conteúdo? Tenha acesso a muito mais conteúdo de qualidade, acesse nosso blog!

Concurso TRT/RN: edital publicado; vagas para técnico e analista!

Fotografia do Tribunal Regional do Rio Grande do Norte

O concurso TRT/RN está com as inscrições abertas até o dia 8 de novembro de 2023 no site da Fundação Carlos Chagas (FCC). O Tribunal Regional do Trabalho do Rio Grande do Norte oferta vagas para formação de cadastro de reserva para Analista e Técnico Judiciário em diversas especialidades. As remunerações iniciais variam de R$ 8.046,85 a R$ 15.128,00. As provas objetivas acontecerão no dia 17/12/2023! Clique aqui para conferir o edital deste concurso.   Informações gerais: Situação atual Edital publicado Banca organizadora Fundação Carlos Chagas – FCC Cargos Analista Judiciário e Técnico Judiciário Escolaridade Nível superior Carreiras Tribunais Lotação Estado do Rio Grande do Norte Número de vagas Cadastro de reserva Remuneração De R$ 8.046,85 a R$ 15.128,00 Inscrições  De 16/10/2023 a 08/11/2023 Taxa de inscrição R$ 110,00 Data da prova objetiva 17/12/2023   Tem interesse nesse concurso? Confira a nossa Reta Final para Analista Judiciário do TRT/RN, uma preparação completa para facilitar sua aprovação nesse concurso tão desejado! Clique na imagem abaixo para mais informações. Gostou desse conteúdo? Tenha acesso a muito mais conteúdo de qualidade, acesse nosso blog!

Saiu o edital!!!

Hoje, vamos falar sobre algo que todo concurseiro sofre várias vezes ao longo da vida. Só de ouvir “edital publicado”, “saiu o edital” ou expressões do tipo, já dá um frio na barriga, né?! Após ouvir isso, nosso primeiro impulso é imprimir o edital e estudar todos os assuntos para “bater” o ele inteiro e, assim, ter mais chances de passar. Isso que devemos fazer caso queiramos passar no concurso dos nossos sonhos, não é mesmo? Não! Existem inúmeros motivos que tornam essa ideia errada. Vamos listar alguns deles aqui: Primeiro (e mais óbvio) motivo: estudar todo o edital durante os três meses que precedem a sua publicação não te garante efetivamente saber o que se estudou. Quando for fazer a prova, vai ver que já esqueceu bastante coisa, principalmente aquilo estudado no início, que já foi dissipado pela curva do esquecimento. Segundo motivo: o estudo é cumulativo. Quando se tem um edital, inúmeros pontos daquele edital já estão consolidados na sua mente, principalmente para o caso de você for um aluno de alto rendimento e que esteja mais próximo da aprovação. Claro que depende de inúmeros fatores, mas ninguém estuda apenas durante o edital e é aprovado para Juiz. Isso é um processo longo, e o conhecimento cumulativo faz total diferença. Quando sai edital, é hora de revisar os assuntos e tentar suprir as deficiência verificadas no estudo regular. Mas o estudo regular está presente na preparação. Terceiro motivo: há assuntos que caem mais do que outros. Isso é estatisticamente comprovado. Do que adianta você gastar o mesmo tempo em todos os assuntos se uns vão ter mais chances de serem cobrados que outros? Dessa forma, “bater” o edital, ao invés de ajudar, vai é prejudicar, pois você gastará tempos proporcionais para cobranças desproporcionais. Quarto motivo: muita gente só se sente confiante para fazer determinada prova quando bate o edital inteiro. É uma questão psicológica. Enquanto não cumprir isso, a pessoa acha que é incapaz de fazer a prova. O que não é verdade, pois o conhecimento, como dito, vem se acumulando já há muito tempo. O problema de pensar dessa maneira é que, quando se faz a prova e vai mal, a pessoa fica muito desmotivada, porque achava que iria bem em virtude de ter conseguido bater o edital. Mas na verdade, aquilo dali é um fator limitante. Quinto motivo: este mais no tocante à ordem dos assuntos, e não aos assuntos propriamente ditos. A ordem dos fatores não altera o produto. Portanto, você pode manejar os assuntos da forma que bem entender, desde que consiga melhorar o rendimento. Pode, por exemplo, colocar um assunto que domine pouco no início da preparação para dar tempo de revisá-lo mais uma vez ao final da preparação, e colocar assuntos que já goste mas que pretenda fixar mais no meio da preparação. Não há fórmulas mágicas, mas definitivamente a ideia de seguir edital é descabida. “Ah, mas conheço o fulano, que seguiu todo o edital e foi aprovado!”. Exceções sempre vão existir. Além disso, em casos como esse em específico, muitas vezes o real motivo disso é o estudo prévio, e não o de véspera. Fica a dica! Saiba mais em https://www.adnconcursos.com.br/

Tetris e a fixação do conteúdo

No post de hoje, vamos falar sobre algo que, à primeira vista, não tem nada a ver com concursos, mas que, em uma análise mais profunda, pode te ajudar bastante na hora do estudo. Quem aqui, quando era pequeno, gostava de jogar Tetris? Tetris era um jogo bem popular nos anos 90 e 2000, considerado como um dos jogos mais clássicos juntamente com Mário, Pac Man, etc. Para quem não conhece, consiste em um desafio de adaptar o que cai do “céu” do jogo de modo a compor formas geométricas perfeitas e assim ganhar pontos, ganhando o jogo quem consegue mais pontos ao final. Pois bem… Trazendo para o contexto dos concursos, temos a fixação de conteúdo. Temos 6 fases de fixação do que aprendemos: Conhecimento, compreensão, aplicação, análise, síntese e crítica/avaliação. Qual o problema da grande maioria dos estudantes? Querem pular da fase 1 pra fase 6 na primeira leitura. Querem aprender TUDO que se tem do assunto para formar a “base”. Contudo, isso é um pensamento incoerente, pois tudo faz parte de um processo. Você não pode pular fases. Na verdade, o grande problema que temos não é a parte do aprendizado em si, pois, em virtude de ter instrução, você consegue entender a maior parte dos assuntos. O problema é fixar e lembrar na prova. E isso vai acontecer com o acúmulo contínuo de conhecimento, paulatinamente. É perda de tempo querer entender tudo de algo em determinado instante. E o que isso tem a ver com Tetris? Bem, encarem o jogo como seu cérebro: a cor de cada quadrado sendo um assunto/matéria e a peça que cai, o que você está lendo. Uns você encaixa facilmente. Outros é bem mais difícil. Alguns assuntos você vai saber mais, outros menos, outros muito, outros nada. Isso é NORMAL. Cada assunto vai estar em uma fase de conhecimento e você deve ter paciência para avançar e aprofundar o que for necessário (sim, aprofundar apenas o necessário, pois em algumas situações o superficial já é suficiente). Fica a dica… Tetris e estudo para concursos: duas faces da mesma moeda. De toda forma, caso não tenha visto muito sentido na comparação, pelo menos a recomendação do jogo já é válida. Saiba mais em https://www.adnconcursos.com.br/

Cuidado com a expressão “cada um no seu tempo”

Todo mundo conhece alguém que está querendo alcançar um objetivo (seja no estudo para concursos ou no trabalho, por exemplo) e fica falando“Calma, cada um no seu tempo”. Provavelmente, essa pessoa já está nessa jornada há MUITO tempo, e fica falando isso para justificar o insucesso que está tendo. Infelizmente, é uma expressão que muita gente utiliza para vários campos da vida. E, obviamente, que é muito utilizada para concursos também. Mas, apesar parecer uma “justificativa para fracassos” à primeira vista, ela está certa! O problema é quando a transformamos num dogma sem questionamentos. Seria muito fácil para nós falarmos para nossos alunos “Olha, cada um tem seu tempo. O teu vai vir. Calma que vai dar certo. Só ter paciência. Só não passa quem desiste”, e deixar aquilo solto, de forma abstrata. E a pessoa continuaria persistindo em erros que poderiam ser detectados antes. É óbvio que cada um tem uma curva de aprendizado. Somos seres humanos dotados de inteligência, porém aprendemos de forma diferente. Nós da ADN não sabemos a melhor forma que você vai aprender. Nós podemos até ajudar você a identificar isso, mas quem realmente vai descobrir é você! Mas como detectar isso? TESTANDO, naturalmente. Quando você se testar, vai perceber que tem matéria que você capta só com a lei seca. Outras com resumos. Outras com livros. Outras com aulas, mapas mentais, etc. Outras só com questões. Isso porque você vai se conhecendo mais no processo! E como saber se o processo tá dando certo? Adivinha… Se testando. Não feche o olho para tudo e siga sem rumo, porque pode ser que, quando você abra, esteja totalmente perdido na Floresta dos Estudos Errados e Desnecessários. Assuma o controle sobre seu processo de aprendizado e o direcione para o que você precisa! E o que você precisa? Passar na prova, ponto final. Se for para outra coisa, pode esquecer tudo que falamos aqui nesse texto. Portanto, não tem problema. Realmente é cada um no seu tempo… Mas sempre tenha em mente se você está  realmente se aproximando do seu objetivo naquele tempo, ou se está apenas se enganando. Saiba mais em https://www.adnconcursos.com.br/

Por que recomendamos fazer questões do que você não estudou no dia?

No texto de hoje, vamos trazer algumas das principais razões do porquê recomendamos aos nossos alunos que façam as questões do que eles não estudaram no dia. Vamos dar um exemplo para ficar mais claro: digamos que você tenha três horários, um de lei seca, um de doutrina e outro de questões. Você pode estudar Direito Civil na lei seca e ler um resumo de Penal, mas no horário de questões, vai escolher outra matéria que não seja essas duas. Por que recomendamos isso? Vamos lá… A primeira razão diz respeito ao desconforto. Quanto mais desconfortável o cérebro ficar, mais conexões ele tentará fazer para sair daquela situação. Isso faz com que a memória nessas situações se forme de maneira mais forte e, consequentemente, você absorva muito mais conteúdo. O segundo fator é que a sua prova não será na outra semana (pelo menos, na maior parte do tempo de seu estudo regular). Isso faz com que você esqueça o conteúdo estudado, pois vai ter que se debruçar sobre outros. Então o simples fato de ter 90% de acerto naquele assunto ao fazer questões depois de ter lido ele não significa nada, pois você não vai ter absorvido o conteúdo de fato. O terceiro ponto é que fazer questões do que você não estudou é a maneira mais simples, fácil e eficiente de se revisar, pois você vai relembrar de vários conteúdos que estudou ao longo da preparação. O quarto porquê é que, quando você faz questões do que não estudou, você de certa forma simula a prova (que é um emaranhado de assuntos: uns você lembra, outros não), e, assim, você acostuma seu cérebro a pensar nessas situações. Se você só faz do que estudou, o cérebro buga na hora da prova, porque ele não está acostumado a enfrentar aquela situação. O quinto e último fator é que fazer questões do que não estudou no dia ajuda a complementar eventual omissão nos seus estudos, com assuntos mais diferentões, visto que você não vai conseguir estudar todos os pontos do edital. Podemos fazer uma analogia com pesos de academia. Você tem duas maneiras de fazer uma série: com pesos bem leves ou pesos mais pesados. Com os leves, você fará tranquilamente a série e dará seu trabalho como “resolvido”. Com os pesados, você talvez não acabe e fique frustrado. Mas qual dos dois fez você aumentar mais os músculos? Os pesos pesados. O sucesso só existe fora da zona de conforto! Saiba mais em https://www.adnconcursos.com.br/

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