O tempo está quebrado? Resolva questões!

Leia até o final para entender melhor. Não foram poucas as vezes em que me vi naquela situação que todos nós passamos: tempo livre, mas sem as circunstâncias ideais pra se estudar. Uma das soluções é escutar algo, seja uma aula ou uma leis/informativos em áudio, como já falei. Mas e quando a gente está tranquilo, mas não esta no nosso ambiente de estudo? No trabalho, por exemplo. Eu trabalhava no atendimento ao público. Tinha dias que passava o dia em pé (quando tinha publicação no prazo). Outros dias eram mais tranquilos, porém precisava estar ali disponível. O que fazia? Ficava RESOLVENDO QUESTÕES. Ué, Adalberto? Mas o que isso tem de novidade? Eis um pensamento que talvez ainda não tenha te ocorrido: Quando você lê qualquer tipo de material, seja a lei, ou a doutrina, se algo ou alguém te interrompe (o atendimento ao público, por exemplo), você perde o fio da meada daquele raciocínio, e, depois, pra voltar, exige bem mais concentração. Normalmente se regride muito. As vezes, antes de voltar, você é interrompido de novo rsrs. E aí a produtividade nessas horas fica muito baixa. Porém, se você for fazer questões, a cada questão passada, o raciocínio já fica consolidado e você avança. Se alguém lhe interrompe, você dá a atenção, mas quando voltar, voltará praquela questão, e assim não regredirá nas demais questões que já fez. Entende? Obviamente, para fazer isso, você precisa entender que a resolução de questões é um meio de se aumentar conhecimento como qualquer outro, então você não pode resolver as questões apenas quando estuda determinado material. Faça um teste. Baixe um aplicativo no celular (qconcursos, por exemplo) e resolva questões de forma aleatória. Sempre tenha em mente que o importante ali não é acertar a questão, e sim o aprendizado que aquela resolução lhe trará, tanto pra consolidar temas já estudados, como para entender como determinado tema ainda não estudado é cobrado na prova. Assim, quando você chegar em casa, poderá dar como cumprido o seu horário de questões, e direcionar mais tempo pra leitura da lei e doutrina, agora em seu habitat de estudos.
Quer aprender a ter mais foco? Então esse post é para você!

Ao longo do Post, indicaremos as 7 principais dicas essenciais para você aprender a ter mais foco nos seus estudos. 1 – Desativar notificações do celular: essa é a mais batida, mas por incrível que pareça, a menos cumprida. A pessoa acaba se dando varias desculpas de o porquê não pode desativar só pra poder se justificar. Só pensar que , há 30 anos, já existiam concursos, as pessoas já estudavam, e não havia celular pra torrar a concentração. 2 – Agrupe suas atividades e defina horários (acabe com a multitarefa): Tente não alternar muitos contextos. Você produz mais com menos tempo. Lembre-se de quando você atende uma ligação desimportante ou responde uma mensagem, você se adapta ao tempo da outra pessoa e não o contrário. 3 – Elimine suas habilidades de fazer outra coisa: vale não só pro celular como qualquer outra coisa. Se há a possibilidade de se distrair, provavelmente você vai ser presa mais fácil dela. Esteja em um ambiente livre de distrações (não dá muito certo estudar no quarto, ao lado da sua cama, por exemplo). Bibliotecas ou salas de estudo vem bem a calhar. 4 – Tenha uma folha de distrações: inevitavelmente, quando estamos estudando ou trabalhando, os pensamentos vem a mente, de coisas que você precisa fazer e não pode esquecer. Anote rapidamente isso pra você ler depois e retire esse pensamento da sua cabeça pra focar apenas no que está fazendo. 5 – Dê pausas nos estudos: o tempo para a pausa depende de cada um, mas dificilmente você estuda com um bom rendimento acima de 1h seguida. Pelo menos aquela parada do cafezinho é interessante que aconteça. Lembre-se que o estudo é qualitativo e não quantitativo, agora cuidado pra pausa não se tornar a regra. 6 – Meditação: nada exotérico. Tente tirar alguns minutos do seu dia para nao pensar em nada. Isso é interessante porque a atenção funciona como um músculo, e, como qualquer músculo, aumenta no período de descanso. Pense apenas no modo como você respira por exemplo (já testei e dá certo). 7 – Saiba dizer NÃO: a mais importante. Tudo na vida é questão de prioridade, e você precisa definir as suas. Cada escolha implica em uma renúncia, como diz o poeta. Se você não definir as suas, alguém vai definir por você, conforme falei no início.
O caminho se faz caminhando!

Ontem, fiz uma pergunta sobre idade e há quanto tempo estudam pra concursos. Houve respostas das mais variadas. Porém, acredito que há uma coisa em comum: Desde quando começou a estudar, O PONTO ONDE VOCÊ ESTÁ HOJE É DIFERENTE DO QUE PLANEJOU. Aos que tiverem interesse até em compartilhar, podem compartilhar nos comentários de em quanto tempo você imaginava passar quando começou a estudar. Simplesmente porque quando você planeja, considera apenas aspectos da realidade atual, e desconsidera (seria impossível considerar) as dificuldades que o futuro imporá. E ela vai impor. Essa situação se chama falácia do planejamento de médio/longo prazo. O ser humano, de uma maneira geral, gosta de fazer planos por basicamente dois motivos: um porque quer ter controle de tudo; outro porque não precisa de muito esforço, é só pensar. Executar são outros 500. Portanto, não se apegue a tempo de estudo puramente. Se apegue a se você está evoluindo ou nao, tanto como estudante quanto como pessoa. De tudo isso, o que mais faz sentido pra mim é que “o caminho se faz caminhando”. Pra ajudar, acredite mais em planejamento de curto prazo (dias, semanas) do que nos de longo prazo (mês, anos, décadas). Além disso, lapsos menores de tempo te deixam BEM MENOS ANSIOSO, tanto pelo fato de ser algo mais controlável, como também por não ficar louco se sentir sua meta cada vez mais distante (no estudo, acontece com aqueles cronogramas malucos de 1 dia, 1 semana, 1 mês, 6 meses, etc). Enfim, se planeje, mas tenha métricas pra sentir evolução!
Quer concursos? Esqueça o jeito de aprender da escola e faculdade!

Mentiram para você. Isso mesmo. Te falaram que se você fizesse uma escola e uma faculdade direitinho, seu futuro estaria garantido. E aí? O que você tem a dizer agora? Escola e faculdade nos formam. Ou seja, nos põem numa fôrma. Nós dissemos: “me formei na faculdade tal”. “estudei no colégio tal”. Agora me diz: O QUE ISSO ESTÁ TE AJUDANDO HOJE? Eu mesmo respondo. Em nada. Além de não ajudar, eles fizeram mais, atrapalharam. Atrapalharam porque te falaram que existia apenas uma forma de aprender. Qualquer outra estaria fadada ao fracasso. E, olha que curioso, a única forma de aprender é a forma que eles ensinam. Não poderiam estar mais enganados. Existem inúmeras outras formas de aprender. Você pode passar com essa maneira de aprender pregada pela escola e pela faculdade? Claro. Mas vai por mim. Demora muuuito. E pode ser que nem dê certo. Infelizmente. Para construir, muitas vezes precisamos desconstruir. Desconstruir tudo. E esse é um mito que você precisa desconstruir. O ensino tradicional não vai te ajudar muito nessa caminhada de concursos. Basta pensar. A faculdade te ajudou em algo nos concursos públicos? Se você responde que ajudou, porque você faz cursinho preparatório? Não percebe o paradoxo? Você precisa pegar as rédeas da sua vida e não soltar mais! Isso vale para tudo, inclusive para o estudo! O grande lance tá na forma como o Concurso é aplicado. É uma prova objetiva que condensa todo o Direito Ou boa parte dele. Como você quer aplicar o jeito de estudar de uma prova que só exigia uma minúscula parte daquele conteúdo gigante (provas das cadeiras da faculdade, por exemplo)? Maomé deve ir a montanha (você aprender um jeito de estudar que te faça passar) e não a MOntanha ir a Maomé (as provas de concursos se adequarem à seu jeito original de estudar). Pense nisso!
A leitura te dá ciência. A repetição te dá excelência.

Você já imaginou um atleta profissional ficar bom ser nunca ter treinado repetidamente de forma infindável? Já imaginou um músico que não tenha tocado infinitas vezes a ponto de ficar célebre em sua arte? Já imaginou um fisiculturista criar todo aquele corpo sem repetir incansável e constantemente determinados movimentos? Por que achas que irás te tornar excelente no estudo para concursos sem se debruçar sobre as matérias repetida e incansavelmente? Achas que vai aprender tudo de algo lendo apenas uma vez? Assistindo apenas uma aula? Fazendo uma questão e acertando, e depois não voltando pra ela? Vã ilusão. Esse é um erro crasso que muitos de nós cometemos. Somos o que repetidamente fazemos-te; a excelência, portanto, não é um feito, mas um hábito” – já dizia Aristóteles. Porque que com o conhecimento seria diferente? Muitos leem por uma vez algo e acham que já aprenderam. O fato é que esquecemos constantemente qualquer aprendizado e precisamos REPETIR para fixar. Agora não é qualquer repetição. Repetir mil vezes um artigo não vai fazer você não esquecê-lo. Agora uma repetição utilizando-se do espaçamento e da utilização de outras fontes de estudo, aí sim, pode ser efetivo. Isso quem diz não sou eu, mas a mais moderna ciência da aprendizagem. Antes de acreditar naquele curso que te faz assistir todas as aulas ou ler todos os PDF’s, tenha estratégia pra identificar o que mais você precisa e onde estão suas deficiências. Aí sim estaremos falando de estudo eficaz.
A tênue diferença entre ir mal em uma prova porque não sabe ou porque está cansado.

Em determinada prova de 100 questões, dois candidatos fazem 50 questões. Pros olhos do mundo, eles tiveram o mesmo desempenho e, portanto, estão no mesmo nível. Porém, subjetivamente falando, essa análise é muito pobre. E analisar isso é fundamental pra traçar seus próximos passos. Primeiro de tudo: se aproximou ou se distanciou do corte? O primeiro candidato pode ter ficado a 20 do corte na primeira prova e agora ficou a 30 (supondo que o corte tenha sido 80). Já o segundo candidato ficou a 30 questões na primeira e a 20 na segunda. Se estudaram a mesma quantidade de coisas e tem um nível parecido, Com certeza o segundo fez a prova mais descansado. Segunda coisa: correção integral da prova. Nessa correção, cada candidato verá erros bobos, e se lamentará. Mas não ache que isso acontece só com você. Acontece com todos. O problema é a frequência. E aqui cada um deve ter o autoconhecimento suficiente pra saber se os erros bobos foram aceitáveis ou não. Lembrando que entra nesta seara aqueles erros por ver pelo em casca de ovo, tão comuns em quem está sabendo demais. Normalmente quando uma pessoa sabe muito, é bom ela ir na primeira que vem a mente. Fatalmente ela estará certa. Normalmente, quando a gente tá muito pilhado (e cansado), tendo a problematizar muitas coisas que são simples, e isso acaba fazendo errar. Terceiro. E o principal do post. Verificando que você regrediu em relação ao corte e não estava sabendo mesmo os temas, isso é uma prova de que você está cansado de uma maneira geral. “Simplesmente NÃO HÁ SENTIDO ALGUM EM VOCÊ ESTUDAR MAIS E IR PIOR NUMA PROVA. Para pra pensar. Não há. “Ah, mas fui mal por causa de uma crise de ansiedade”. Ansiedade provocada pelo que? Pressão e cansaço. Qual a solução? Dar um passo atrás. Diminua seu ritmo de estudo. Tire uma semana. Acorda. Seu problema não é falta de conhecimento! Se fosse, você cresceria pontuação ao invés de diminuir. Seu problema é extraestudo. Se é assim, se de uma chance e descanse.
Faça muitos concursos. Estude para poucas provas.

Uma das perguntas que mais recebo é sobre conciliação de estudos. Sob a tentação de não desperdiçar nenhuma (aparentemente) boa oportunidade, tentamos nos organizar para que nosso estudo sirva para quase tudo que pudermos fazer. Não é bem assim. Existem situações em que a conciliação é muito tranquila. MP e Magistratura. Técnico e Analista. PRF e PF. Outras são inimagináveis, mas mesmo assim a gente insiste porque “vai que dá?”. É sobre isso que trata o post. Nada impede que vocês façam inúmeros concursos, às vezes é até bom pra pegar “marra”. Mas não caiam na síndrome do edital aberto para mudar seu estilo de estudar toda vez que sai algo novo ou boato de algum concurso. O seu estudo deve ser dividido entre estudo regular e estudo de reta final. O estudo regular deve abranger um cargo. A reta final pode alterar. Ela começa depois do edital publicado. O grande lance é que não se consegue estudar que nem um maluco por 3 meses, ou até por 9 semanas, como é o caso. Você tem que dosar e alavancar os estudos ao máximo 1 mês antes da prova! Esse é o período que sua mente consegue ficar em altíssimo rendimento. Reta final de 3 meses ou vai te causar ansiedade ou fadiga (ou os dois), principalmente com a enormidade de conteúdo que cursinhos costumam fornecer. Nessa pequena reta final que você vai mudar seu foco, três semanas a um mês, você pode direcionar para aquele concurso diferente. No caso, haverá duas vantagens, a meu ver: um é que a fuga do edital original é muito curta, não dá para esquecer tanta coisa. A segunda é psicológica: você faz a prova sem tanta pressão. Muitas vezes dá certo (deu comigo em duas oportunidades). Após a prova “diferente”, volte ao estudo regular, de onde havia parado (não volte tudo). E siga em frente até a prova que você quer ou até outra nos mesmos moldes. Pelo menos você tem uma sensação de continuidade que é benéfica!
Dicas para aumentar a velocidade na leitura

Se você tem editais com muitas matérias, é interessante otimizar os estudos, já que precisa passar por boa parte do edital pelo menos pra ter uma noção. Bem, além de estratégia e organização, é fundamental que você não leia muito lentamente, pois isso pode acabar causando ansiedade depois. Vou citar aqui três técnicas SIMPLES, mas que deverão aumentar seu rendimento. Não é nada muito novo, mas funciona. Ah, e não se trata daquelas maluquices de leitura dinâmica não. Algo mais PRÁTICO. 1 – Diminua ou elimine a SUBVOCALIZAÇÃO – Subvocalização é aquela mania que a gente tem de ler falando baixo o que tá lendo. Ficamos com a sensação de que só aprenderemos se ouvirmos a voz (sozinhos, principalmente). Isso deriva do nosso ensino tradicional, onde ficamos com o pensamento que só aprenderíamos algo definitivamente se o professor falasse, o que não é verdade. O problema que isso deixa a leitura muito lenta, porque nossos olhos são mais rápidos que nossa boca, simples haha. Portanto, comece diminuindo, e depois elimine isso. 2 – Não faça REGRESSÕES VISUAIS – Nesse caso é você ficar voltando a visão sempre que acha que não está entendendo. Contar um segredo pra vocês: isso é super NORMAL. Não somos obrigados a entender 100% de tudo que a gente lê (não somos máquinas). A capacidade do cérebro de cada um é única, e isso vai depender de inúmeros fatores, como pré-conhecimento do assunto, nível de concentração, etc. O importante é você avançar. Na segunda leitura daquilo (é um ciclo), você pode entender bem mais fácil. Dê uma chance. 3 – USAR VISÃO E AUDIÇÃO AO MESMO TEMPO – Se não vai por bem, vai por mal. Se você não consegue aplicar essas técnicas, experimente ler algo com alguém falando isso numa velocidade rápida no seu ouvido. Tem aplicativos e programas pra isso. Inevitavelmente você vai ter que acompanhar. Mais uma vez, algumas coisas não vão ser compreendidas, mas o contexto será, e há momentos que ele é mais importante. Depois que acabar e for reler, vai ver que muita coisa ficou fixada.
Estudo e Sacrifício

Toda noite, a medida que ela vai avançando, o mesmo pensamento deve vir a sua cabeça. “Nossa, preciso dar aquela esticada pra avançar no conteúdo e ficar na frente do meu concorrente, já que muitos deles não devem estar estudando agora. Mesmo tendo estudado o dia inteiro, vou fazer aquele esforço a mais. A recompensa virá lá na frente”. É interessante como nosso cérebro procura justificativas pra explicar nossas decisões a posteriori. Nosso cérebro é muito inteligente. Quem não é muitas vezes somos nós. Ele sempre procura ficar confortável e deixar a gente confortável. Basta ver como nos divertimos enquanto estamos vendo séries. Ele também, afinal não tá fazendo esforço. Quando ele é exigido, as coisas mudam de figura, porque ele vai reclamar. Mas tem uma diferença importantíssima que você tem que observar: CÉREBRO DESCONFORTÁVEL x CÉREBRO CANSADO O primeiro só precisa treinar pra te dar muito resultado. O segundo vai sempre te dar um resultado PÍFIO. E é ele que aparece muitas vezes à noite. Você tenta exigir mais ainda do seu melhor jogador, como já falei em outros posts. Ele não vai jogar a contento e vai ficar insatisfeito, não porque está desconfortável, mas porque você não tá reconhecendo o esforço dele . Você quer tirar o máximo dele, e ele não gosta disso. Quem você prefere, o jogador que fica correndo o jogo inteiro, se matando pelo time, mas que é perna de pau e não ajuda em nada pra ganhar, ou aquele artilheiro que aparece nas horas decisivas? A lógica pro cérebro é a mesma. Isso não é passando a mão na sua cabeça e incentivando sua procrastinação. É só pra você ver que não é muito inteligente estudar cansado. Descanse seu artilheiro!
Faça o que todo mundo faz de um jeito diferente!

Contar uma coisa pra vocês e alguns podem até ficar chateados, mas acredito que a grande maioria vai entender. Estou sendo realista: muitos que estão lendo esse post não passarão no concurso que querem. Por uma questão lógica: não há vagas suficientes. Não há. Você tem a opção de parar de ler e ficar com raiva de mim ou continuar lendo e entender melhor o mundo dos concursos. Tem gente que defende uma fila de aprovação, que é uma das coisas mais ridículas que eu já vi na vida. Nunca teve , não tem e não vai existir fila. Existem pessoas que, como em qualquer area de conhecimento, se capacitam, se tornam competentes naquilo (estudar pra concurso) e passam. Às vezes isso demora um pouco porque cada um tem uma realidade. Algumas características são bastante comuns, como perseveranca, inteligência, paciência, organização e tempo, mas tem uma que considero fundamental: AUTOCONHECIMENTO. Você tem que se conhecer. Não ligue o automático pra tudo. Analise constantemente se você está caminhando bem. Procure algo que faça sentido pra você. Mas voltando à frase do post. Quando você perceber que algo está fazendo você caminhar, adapte isso mais ainda pra sua realidade. Na teoria de tomada de decisões e em qualquer mesa de negociação, se você tem uma vantagem, você não recua nem fica parado. Você a PRESSIONA. A melhor defesa é o Ataque. Se o seu jeito de estudar tá dando certo, entenda o porque está dando e adapte mais ainda a sua realidade. Não seja PREGUIÇOSO! É SEU FUTURO QUE TÁ EM JOGO! Não é e nunca foi fácil, mas não é esse bicho de 7 cabeças que muita gente pinta. A grande razão porque as pessoas estagnam nos resultados é terem descoberto alguma coisa que fez com que avançasse um pouco na pontuação e achar que isso vai ser o suficiente pra aprovação. NÃO! Você tem que evoluir constantemente das formas mais variadas possíveis. O estudo faz parte da sua rotina. Inove! Faça diferente! Estude no trânsito, no banho, enquanto lava a louça (mas fique com sua família!) Fuja do lugar comum e será recompensado!
