Saiu o edital!!!

Hoje, vamos falar sobre algo que todo concurseiro sofre várias vezes ao longo da vida. Só de ouvir “edital publicado”, “saiu o edital” ou expressões do tipo, já dá um frio na barriga, né?! Após ouvir isso, nosso primeiro impulso é imprimir o edital e estudar todos os assuntos para “bater” o ele inteiro e, assim, ter mais chances de passar. Isso que devemos fazer caso queiramos passar no concurso dos nossos sonhos, não é mesmo? Não! Existem inúmeros motivos que tornam essa ideia errada. Vamos listar alguns deles aqui: Primeiro (e mais óbvio) motivo: estudar todo o edital durante os três meses que precedem a sua publicação não te garante efetivamente saber o que se estudou. Quando for fazer a prova, vai ver que já esqueceu bastante coisa, principalmente aquilo estudado no início, que já foi dissipado pela curva do esquecimento. Segundo motivo: o estudo é cumulativo. Quando se tem um edital, inúmeros pontos daquele edital já estão consolidados na sua mente, principalmente para o caso de você for um aluno de alto rendimento e que esteja mais próximo da aprovação. Claro que depende de inúmeros fatores, mas ninguém estuda apenas durante o edital e é aprovado para Juiz. Isso é um processo longo, e o conhecimento cumulativo faz total diferença. Quando sai edital, é hora de revisar os assuntos e tentar suprir as deficiência verificadas no estudo regular. Mas o estudo regular está presente na preparação. Terceiro motivo: há assuntos que caem mais do que outros. Isso é estatisticamente comprovado. Do que adianta você gastar o mesmo tempo em todos os assuntos se uns vão ter mais chances de serem cobrados que outros? Dessa forma, “bater” o edital, ao invés de ajudar, vai é prejudicar, pois você gastará tempos proporcionais para cobranças desproporcionais. Quarto motivo: muita gente só se sente confiante para fazer determinada prova quando bate o edital inteiro. É uma questão psicológica. Enquanto não cumprir isso, a pessoa acha que é incapaz de fazer a prova. O que não é verdade, pois o conhecimento, como dito, vem se acumulando já há muito tempo. O problema de pensar dessa maneira é que, quando se faz a prova e vai mal, a pessoa fica muito desmotivada, porque achava que iria bem em virtude de ter conseguido bater o edital. Mas na verdade, aquilo dali é um fator limitante. Quinto motivo: este mais no tocante à ordem dos assuntos, e não aos assuntos propriamente ditos. A ordem dos fatores não altera o produto. Portanto, você pode manejar os assuntos da forma que bem entender, desde que consiga melhorar o rendimento. Pode, por exemplo, colocar um assunto que domine pouco no início da preparação para dar tempo de revisá-lo mais uma vez ao final da preparação, e colocar assuntos que já goste mas que pretenda fixar mais no meio da preparação. Não há fórmulas mágicas, mas definitivamente a ideia de seguir edital é descabida. “Ah, mas conheço o fulano, que seguiu todo o edital e foi aprovado!”. Exceções sempre vão existir. Além disso, em casos como esse em específico, muitas vezes o real motivo disso é o estudo prévio, e não o de véspera. Fica a dica! Saiba mais em https://www.adnconcursos.com.br/
Tetris e a fixação do conteúdo

No post de hoje, vamos falar sobre algo que, à primeira vista, não tem nada a ver com concursos, mas que, em uma análise mais profunda, pode te ajudar bastante na hora do estudo. Quem aqui, quando era pequeno, gostava de jogar Tetris? Tetris era um jogo bem popular nos anos 90 e 2000, considerado como um dos jogos mais clássicos juntamente com Mário, Pac Man, etc. Para quem não conhece, consiste em um desafio de adaptar o que cai do “céu” do jogo de modo a compor formas geométricas perfeitas e assim ganhar pontos, ganhando o jogo quem consegue mais pontos ao final. Pois bem… Trazendo para o contexto dos concursos, temos a fixação de conteúdo. Temos 6 fases de fixação do que aprendemos: Conhecimento, compreensão, aplicação, análise, síntese e crítica/avaliação. Qual o problema da grande maioria dos estudantes? Querem pular da fase 1 pra fase 6 na primeira leitura. Querem aprender TUDO que se tem do assunto para formar a “base”. Contudo, isso é um pensamento incoerente, pois tudo faz parte de um processo. Você não pode pular fases. Na verdade, o grande problema que temos não é a parte do aprendizado em si, pois, em virtude de ter instrução, você consegue entender a maior parte dos assuntos. O problema é fixar e lembrar na prova. E isso vai acontecer com o acúmulo contínuo de conhecimento, paulatinamente. É perda de tempo querer entender tudo de algo em determinado instante. E o que isso tem a ver com Tetris? Bem, encarem o jogo como seu cérebro: a cor de cada quadrado sendo um assunto/matéria e a peça que cai, o que você está lendo. Uns você encaixa facilmente. Outros é bem mais difícil. Alguns assuntos você vai saber mais, outros menos, outros muito, outros nada. Isso é NORMAL. Cada assunto vai estar em uma fase de conhecimento e você deve ter paciência para avançar e aprofundar o que for necessário (sim, aprofundar apenas o necessário, pois em algumas situações o superficial já é suficiente). Fica a dica… Tetris e estudo para concursos: duas faces da mesma moeda. De toda forma, caso não tenha visto muito sentido na comparação, pelo menos a recomendação do jogo já é válida. Saiba mais em https://www.adnconcursos.com.br/
Cuidado com a expressão “cada um no seu tempo”

Todo mundo conhece alguém que está querendo alcançar um objetivo (seja no estudo para concursos ou no trabalho, por exemplo) e fica falando“Calma, cada um no seu tempo”. Provavelmente, essa pessoa já está nessa jornada há MUITO tempo, e fica falando isso para justificar o insucesso que está tendo. Infelizmente, é uma expressão que muita gente utiliza para vários campos da vida. E, obviamente, que é muito utilizada para concursos também. Mas, apesar parecer uma “justificativa para fracassos” à primeira vista, ela está certa! O problema é quando a transformamos num dogma sem questionamentos. Seria muito fácil para nós falarmos para nossos alunos “Olha, cada um tem seu tempo. O teu vai vir. Calma que vai dar certo. Só ter paciência. Só não passa quem desiste”, e deixar aquilo solto, de forma abstrata. E a pessoa continuaria persistindo em erros que poderiam ser detectados antes. É óbvio que cada um tem uma curva de aprendizado. Somos seres humanos dotados de inteligência, porém aprendemos de forma diferente. Nós da ADN não sabemos a melhor forma que você vai aprender. Nós podemos até ajudar você a identificar isso, mas quem realmente vai descobrir é você! Mas como detectar isso? TESTANDO, naturalmente. Quando você se testar, vai perceber que tem matéria que você capta só com a lei seca. Outras com resumos. Outras com livros. Outras com aulas, mapas mentais, etc. Outras só com questões. Isso porque você vai se conhecendo mais no processo! E como saber se o processo tá dando certo? Adivinha… Se testando. Não feche o olho para tudo e siga sem rumo, porque pode ser que, quando você abra, esteja totalmente perdido na Floresta dos Estudos Errados e Desnecessários. Assuma o controle sobre seu processo de aprendizado e o direcione para o que você precisa! E o que você precisa? Passar na prova, ponto final. Se for para outra coisa, pode esquecer tudo que falamos aqui nesse texto. Portanto, não tem problema. Realmente é cada um no seu tempo… Mas sempre tenha em mente se você está realmente se aproximando do seu objetivo naquele tempo, ou se está apenas se enganando. Saiba mais em https://www.adnconcursos.com.br/
Por que recomendamos fazer questões do que você não estudou no dia?

No texto de hoje, vamos trazer algumas das principais razões do porquê recomendamos aos nossos alunos que façam as questões do que eles não estudaram no dia. Vamos dar um exemplo para ficar mais claro: digamos que você tenha três horários, um de lei seca, um de doutrina e outro de questões. Você pode estudar Direito Civil na lei seca e ler um resumo de Penal, mas no horário de questões, vai escolher outra matéria que não seja essas duas. Por que recomendamos isso? Vamos lá… A primeira razão diz respeito ao desconforto. Quanto mais desconfortável o cérebro ficar, mais conexões ele tentará fazer para sair daquela situação. Isso faz com que a memória nessas situações se forme de maneira mais forte e, consequentemente, você absorva muito mais conteúdo. O segundo fator é que a sua prova não será na outra semana (pelo menos, na maior parte do tempo de seu estudo regular). Isso faz com que você esqueça o conteúdo estudado, pois vai ter que se debruçar sobre outros. Então o simples fato de ter 90% de acerto naquele assunto ao fazer questões depois de ter lido ele não significa nada, pois você não vai ter absorvido o conteúdo de fato. O terceiro ponto é que fazer questões do que você não estudou é a maneira mais simples, fácil e eficiente de se revisar, pois você vai relembrar de vários conteúdos que estudou ao longo da preparação. O quarto porquê é que, quando você faz questões do que não estudou, você de certa forma simula a prova (que é um emaranhado de assuntos: uns você lembra, outros não), e, assim, você acostuma seu cérebro a pensar nessas situações. Se você só faz do que estudou, o cérebro buga na hora da prova, porque ele não está acostumado a enfrentar aquela situação. O quinto e último fator é que fazer questões do que não estudou no dia ajuda a complementar eventual omissão nos seus estudos, com assuntos mais diferentões, visto que você não vai conseguir estudar todos os pontos do edital. Podemos fazer uma analogia com pesos de academia. Você tem duas maneiras de fazer uma série: com pesos bem leves ou pesos mais pesados. Com os leves, você fará tranquilamente a série e dará seu trabalho como “resolvido”. Com os pesados, você talvez não acabe e fique frustrado. Mas qual dos dois fez você aumentar mais os músculos? Os pesos pesados. O sucesso só existe fora da zona de conforto! Saiba mais em https://www.adnconcursos.com.br/
Material de Apoio VS Material de consulta

No post de hoje, vamos tratar sobre um assunto muito importante e que muita gente tem dúvidas: a diferença entre material de apoio e material de consulta. Normalmente, quando as pessoas chegam perguntando para nós se determinado material é bom, grande parte das vezes nossa resposta é a mesma: não recomendamos materiais muito longos, por dificultar a repetição. Nós da ADN sempre sugerimos materiais mais curtos, como, por exemplo, o nosso material próprio fornecido em nossa Assinatura. Mas também é possível utilizar alguns PDF’s que existem no mercado (boa parte já testada e comprovada pelos concurseiros, senão já teriam saído de linha por seleção natural), sinopses, notações de aulas de grandes cursos ou coisas do tipo. Esses são exemplos de materiais de apoio. Ou seja, são aqueles que sempre tem que estar com você. Por outro lado, é interessante ter alguns materiais de consulta. Como o próprio nome já diz, são aqueles que você precisará consultar aspectos pontuais de determinado assunto. Recomendamos fazer isso com Manuais, por exemplo. Muitas pessoas têm muita dificuldade de utilizar Manuais, mas o mais importante que você precisa saber é o momento em que vai usar eles. O famoso timing. Se você está estudando para uma prova objetiva com edital na praça, vale a pena consultar algo no manual? Não, pois existe uma porção de conteúdo que você terá que ver de forma superficial para se dar bem na prova objetiva. Quanto mais perto da prova, mais objetivo deverá ser seu estudo (por esse motivo que recomendamos o aumento na resolução de questões perto das provas). É uma questão de gestão do tempo. Falando de forma mais detalhada a respeito dos Manuais, eles podem ser utilizados tanto como materiais de consulta como de apoio. A escolha da forma de utilizá-los vai depender do timing, como foi explicado anteriormente, e do seu momento de vida. Na faculdade, por exemplo, se você busca um concurso de carreira jurídica, será interessante utilizar Manuais como material de apoio, pois terá bastante tempo até ter condições de fazer uma prova com chances de passar. Você fará provas de maneira séria dali há muito tempo, então faz sentido fazer essa escolha. Por outro lado, ele será seu material de consulta quando você estiver estudando para segunda fase e precisar aprofundar determinada temática nele, temática esta que você identificará quando estiver treinando por rodadas de questões discursivas/peças. Identificado o assunto que você não consegue desenvolver o tema, você parte pro manual pra ler só aquilo de forma aprofundada. Ou seja, você já tem uma noção boa do que é cobrado e do que precisa aprofundar com Manuais. E como você desenvolve essa noção? Estudando para a prova objetiva com materiais mais curtos. é nesse contexto que o timing faz total diferença. Saiba mais em https://www.adnconcursos.com.br/
As ideias são o começo de todas as realizações humanas

As ideias são o começo de todas as realizações humanas. Ensine todos os estudantes como reconhecer ideias práticas, que podem ser de grande benefício para ajudá-los a adquirir o que quer que seja que a vida exija deles. Ensine aos estudantes como fazer uma administração efetiva do tempo e, sobretudo, ensine a verdade de que o tempo é o ativo mais valioso disponível para todos os seres humanos, e também o mais barato. Essas citações são de um trecho do livro “Mais esperto que o diabo”, de Napoleon Hill, um dos melhores livros sobre liberdade e sucesso. Nessa parte em específico, ele fala duas coisas primordiais pra mim nós, concurseiros: pragmatismo e tempo como nosso bem mais valioso. O trecho fala em: “adquirir o que quer que seja que a vida exija deles.” No seu caso, o concurso. Pragmatismo significa que o estudo para concursos não é um fim em si mesmo. Ele é um meio destinado a um resultado, que é a aprovação. Por isso, não adianta você fechar os olhos e fazer tudo como se planejou antecipadamente, sem aferir se isso está dando certo ou não. Não é porque você cumpriu todo o plano que o resultado virá: ele precisa de ajustes no caminho. O caminho se faz caminhando. Sobre o tempo, ele tem que ser avaliado tanto no tempo presente como no futuro. Administração de tempo é essencial. Por exemplo, tendo sua rotina como base, o que vale mais a pena em termos estratégicos: estudar 10 horas hoje e nada amanhã ou 4 horas hoje e 4 amanhã? Nesses momentos, 4 + 4 > 10. Acredite. Se o tempo não precisasse ser administrado, não existiria um campo de estudo chamado Administração de Tempo. Outro aspecto do tempo é o tempo futuro. Você está disposto a passar quanto tempo estudando? Por mais que agora você pense que só não passará no concurso dos seus sonhos se desistir no caminho, esse pensamento vai perdendo força quando o tempo passa, pois todos nós precisamos de motivação. Nossa vida precisa avançar, e, geralmente, ela fica meio parada enquanto estudamos. Varios projetos adiados, sacrifícios constantes e tudo mais… Com o tempo, isso começa a desgastar bastante, e é por isso que você precisa gastar mais tempo pensando em como vai enfrentar essa realidade, coisa que muita gente não faz. Estratégia mais uma vez. Saiba mais em https://www.adnconcursos.com.br/
Sobre controle de revisões

Atualmente, na internet, é muito comum ver muita gente falando sobre controle de revisões. Tabelas, métodos, aplicativos, roteiros, etc… Ou seja, muitos métodos que focam exclusivamente na forma, e pouco se debate sobre o conteúdo, ou seja, o quanto efetivo é o método (o quanto você consegue lembrar). Isso deriva. muitas vezes, do modo como vemos a vida, em que queremos ter controle sobre todos os aspectos dela, mas a realidade é que não temos controle nenhum. Com os estudos, não é diferente. Você não vai conseguir lembrar um conteúdo na prova só porque o revisou ele um dia, uma semana, um mês, ou qualquer que seja a estratégia de revisão que você tenha usado. Seu cérebro não funciona desse jeito. Ele é uma máquina que sempre vai buscar o melhor desempenho possível gastando o mínimo de energia. Se ele entender que um assunto não é pra ser lembrado, não vai ser, e ponto final. Você pode querer se impor a ele, mas você vai perder. Quantas vezes você pegou se lembrando de algo que leu uma vez na vida de forma detalhada, e quantas vezes você acaba esquecendo de coisas de materiais que você leu mil vezes? Faça essa reflexão e pense se você vai conseguir determinar à força o que seu cérebro vai guardar na sua memória mesmo… Por isso que não adianta tentar ter o controle de tudo. Na prática, não temos controle de nada. Isso se chama aleatoriedade, e ela vive acontecendo na nossa vida. Não adianta fazer o melhor esquema de todos para lembrar, porque você vai esquecer várias coisas nos momentos importantes. Ao invés de fazer isso, se concentre no que efetivamente vale a pena fazer: estudar. Estudando devagar e sempre, a cada repetição de conteúdo, você vai agregando mais e o saldo entre lembrar e esquecer vai ser positivo. Mas essa repetição e fixação deve ser espontânea, de acordo com seu tempo… Não adianta forçar. Se você tem mais facilidade na matéria, naturalmente ela vai ser absorvida mais rapidamente, e isso vai ajudando a consolidar mais e mais. Se você tem mais dificuldade na matéria, ela vai ser mais devagar, mas isso faz parte do processo. Por isso, mais uma vez: não tente criar essa sensação de controle de quando você vai revisar algo. Você está se apegando mais à forma que ao conteúdo, e isso simplesmente não funciona. Por isso que pessoas perfeccionistas, muitas vezes, não dão certo no mundo dos concursos se não mudarem um pouco seu jeito de ser. Já ouviram falar da expressão “esquecer para lembrar”? É uma expressão bastante conhecida na Teoria de Aprendizagem. Significa que o cérebro precisa fazer uma “limpa” constantemente na nossa memória de curto prazo (memória mais consciente). Ele precisa fazer isso para ter espaço para lembrar do que realmente importa. Ou seja, o esquecimento faz parte do processo de aprendizagem, e é algo que você não pode (nem consegue) ignorar. Muitos vão falar que o jeito deles revisarem dá certo, que eles se sentem mais seguros revisando, e outras coisas mais. E se revisar utilizando um determinado método funciona e dá resultado, mantenha isso! Mas cuidado com o viés da confirmação: se atente para não criar explicações que confirmem seu modo de ver a vida. Saia da zona de conforto. É necessário parar para pensar sobre o processo, não ligue o automático! Saiba mais em https://www.adnconcursos.com.br/
Sono e rendimento

No post de hoje, vamos tratar de um assunto mais que conveniente para ser conversado numa sexta-feira: o sono e o seu impacto no seu estudo para concursos. Na maioria das vezes, o sono nada mais é que o retrato de um corpo desequilibrado. Simples assim. Pode parecer algo óbvio, mas isso traz inúmeras implicações. Vejamos. Se você está com sono sempre, alguma coisa está te cansando (a menos que seja algum tipo de doença ou desregulação hormonal, que aí deve ser tratado com acompanhamento médico). Se algo está te cansando, tem que verificar se esse algo é prioridade. Por exemplo: muitas vezes, são filhos ou trabalho. Tem como se livrar disso? Claro que não. Mas tem como acomodar isso na sua rotina. Caso você esteja cansado(a), isso vai mudar muito sua rotina em cuidar dos seus filhos? Talvez alguma coisa, mas não muito, porque você vai ter que fazer de uma forma ou de outra. Com relação a trabalho, a mesma coisa. Você não vai deixar de trabalhar porque está com sono, ou vai? Não existe atestado de sono, até onde sabemos. Mas entao, qual a solução? ESTUDE ANTES DE FICAR CANSADO. Quando o sono vier em virtude desse cansaço, ou você vai ter que dar seu jeito (tomar um cafezinho no trabalho, por exemplo) ou o próprio sono vai “dar o jeito” dele (como acontece quando os pais acabam adormecendo com os filhos no braço). O problema é que 99% dos estudantes estudam com sono. Aí ele tem dois problemas: o primeiro é que o que ele está estudando naquele momento vai ter um baixíssimo nível de fixação, e o segundo, e pior, é que o que ele estudou antes vai começar a se esvair também, porque o descanso para consolidar as informações nao está acontecendo da forma como deveria. Por isso, nós da ADN sempre dizemos e reformaçmos: está com sono, durma. Mesmo que seja no meio do estudo. Equilibre primeiro seu corpo pra depois equilibrar sua mente. Por isso, em nossos cronogramas, toda semana tem um horário obrigatório de descanso. Isso não é a toa, é tudo pensado de forma a trazer o melhor rendimento para você. Bons estudos (de preferência com uma boa noite de sono)! Saiba mais em https://www.adnconcursos.com.br/
Artigo 1 da CF

No texto de hoje, vamos contar uma história imaginária que muitos conscurseiros se identificam ao longo de sua jornada até a aprovação. É a história do Artigo 1 da Constituição Federal (CF). . Era uma vez um menino que resolveu estudar para concurso. Depois de um ou dois anos estudando só por cursinhos, resolveu começar a estudar sozinho para, enfim, começar a fazer provas dos concurso que tinha interesse. Começou pelo art. 1º da CF. Quando estava no terceiro mês de estudo, saiu o edital que tanto esperava. Desesperado, o estudante pegou o edital e começou a estudar cada ponto, com o objetivo de estudar tudo que estava listado no edital. Faltando duas semanas da prova, percebeu que não tinha estudado muita coisa, e que não iria conseguir concluir a tempo. De toda forma, ele correu o máximo que pôde, fez a prova e, ao sair o resultado, viu que não foi bem. Ele, então, culpou o edital que saiu muito rápido. O próximo ia demorar e ele ia conseguir estudar tudo. Voltou pro começo. Art. 1º da CF. Estudou então 6 meses, dessa vez com bem mais calma, tomando como base cada ponto do edital. Quando estava em pouco mais da metade de um estudo bem feito, um novo edital sai, mas com ainda alguns assuntos novos que não estavam no anterior. Novo desespero. “Estudo assuntos novos ou acabo de estudar a minha sequência?”, o jovem se perguntou. Assim, continuou na dúvida, e foi levando o estudo “com a barriga”, não fazendo bem nem uma coisa, nem outra. Então, quando foi fazer a prova, bomba de novo. Ele culpa novamente o tempo, que foi ingrato. A próxima prova tem previsão de um ano, então, agora sim ia dar tempo de estudar tudo. Começa de novo. Art. 1º da CF. Depois de um ano, realmente ele consegue ver todo o edital. Vem o novo edital com alguns assuntos novos. Então, ele estuda os assuntos novos e pensa: “Agora é minha hora”. Resultado? Bomba de novo. E ele pensa. “Não é possível isso. Isso é problema do meu método. Vou mudar”. . Qual foi o grande problema desse estudante? Estudo de concursos não se reinicia. Apenas se RETOMA. Do ponto onde parou. Acredite, tem gente que estuda para Magistratura que nunca leu o Código Civil inteiro, sendo que Família e Sucessões estão entre os temas mais cobrados. O seu cérebro trabalha em contínuo aprendizado. Tenha um estudo regular e outro de véspera (normalmente 3 semanas antes). Marque onde parou no estudo regular, faça o de véspera, em que você vai tentar revisar a maior parte dos assuntos (o que der), passe a prova, corrija, e depois volte pro regular. Não reinicie o estudo, isso só vai te fazer perder mais tempo e dificultar a tua aprendizagem do conteúdo. A história da sua aprovação tem começo, meio e fim. O seu estudo para concursos não. Saiba mais em https://www.adnconcursos.com.br/
A receita para aprovação

Todo mundo já ouviu aquela famosa “receita” para ser aprovado: você precisará APENAS de dez horas líquidas de estudo por dia, incluindo sábado e domingo, manuais de todas as carreiras e um cursinho extensivo. Para começar, leia todos os manuais da carreira que você quer duas vezes. Na primeira leitura, grife tudo que você acha importante. Na segunda, pegue os grifos e passe para um resumo. Gaste o tempo que for preciso nesse processo de construção do resumo, seja 2, 3, 4 anos ou até mais tempo. Depois disso, assista todas as aulas de um curso extensivo para completar seu resumo e deixar ele completinho. Ah, e não esqueça de fazer questões para fixar tudo isso. Então, pronto, depois disso, em até um ano o seu conhecimento jurídico “apurará”, e você passará em qualquer concurso que deseje. Parece relativamente simples, não é? Se não fosse todos os outros mil aspectos da sua vida que acontecem ao mesmo tempo desse processo todo, talvez, e apenas talvez, você conseguisse cumprir tudo isso de acordo com o planejamento. Mas não é assim que a vida funciona. Um dos principais fatores que costumamos combater aqui na ADN é sobre essas “lendas” de estudo pra concurso. Percebam, seria muito mais fácil nós dizermos aqui que vocês precisam de tudo isso que foi mencionado anteriormente, e poderíamos até criar um curso focado nisso. Mas nós, por conhecermos todos os perrengues que um concurseiro pode passar, sabemos que o cobertor é curto em relação a seu tempo. E o tempo, nesse contexto, tem duas nuances. Tanto o tempo diário de estudo, como o tempo até a aprovação. Inúmeros outros “tomadores de tempo” aparecerão na sua caminhada, e você não pode simplesmente dizer não a eles. Trabalho, família, amigos, etc. Aspectos que rivalizam em importância com seu estudo. Digamos que você tem uma prova no fim de semana e na sexta é o aniversário de cinco anos de sua filha, aniversário este que ela está com imensas expectativas. Você deixaria de fazer a festa por causa de sua prova? Já parou pra imaginar o impacto que isso pode ter tanto a curto como a longo prazo? A curto prazo, um grande efeito que poderia decorrer dessa situação seria gerar uma pressão muito grande ao fazer aquela prova sabendo que abdicou de algo importante, e pressão na hora de fazer a prova nunca é bom. Além do arrependimento posterior que pode advir depois de um mau resultado. Por isso que, antes de tudo, sempre analise muito bem o que você faz com seu tempo. Ele é seu bem mais precioso. Você consegue recuperar tudo de volta, seja dinheiro, bens físicos, um amor perdido. Mas tempo, como já dizia Lulu Santos, “não há tempo que volte, amor!”. Saiba mais em https://www.adnconcursos.com.br/
