Concurso MPU: para qual Estado concorrer?

Muitos candidatos sentem dificuldades na escolha de qual Município/Estado irão concorrer em um concurso público. São muitas variáveis envolvidas e a decisão a ser tomada surtirá efeitos por alguns anos. Afinal, o objetivo é ser aprovado e nomeado para aquela localidade indicada no momento da inscrição. No concurso do MPU não está sendo diferente. Muitas dúvidas aparecem quando o assunto é a escolha da unidade da federação no momento da inscrição. Não há uma resposta única para todos os casos. Há vários fatores que os candidatos devem considerar antes de tomar essa decisão. Mas quero te ajudar. Para quem não me conhece, meu nome é Marcelo e sou servidor do MPU desde 2006, exercendo minhas atribuições no Ministério Público Federal no Ceará. Vou falar aqui sobre a questão das vagas, comparativo das notas de corte do último concurso, listagem geral, entre outros assuntos. Espero que você tenha melhores condições de decidir para qual Estado irá concorrer depois de ler as informações a seguir. Vamos lá? Quando o assunto é a oferta de vagas, tenho notado que muita gente fica preocupada com o quantitativo previsto no edital. “Isso é um absurdo… apenas 3 vagas de analista para o Distrito Federal… não adianta nem tentar” e “Será que vale a pena concorrer para tão poucas vagas?” foram algumas perguntas que ouvi nos últimos dias. Isso me motivou a realizar um levantamento das informações do último concurso. Logo, o que aconteceu no passado não se repetirá necessariamente no futuro, mas é uma boa orientação nessa tomada de decisão. Tomando como exemplo o cargo de analista do MPU, foram previstas no edital de 2013 apenas 9 vagas + cadastro de reserva para o Distrito Federal. Você sabe quantos foram nomeados? Algum palpite? 700! Isso mesmo… 700 analistas nomeados para o DF. Fiz um levantamento para as demais localidades, podendo o download ser feito gratuitamente no link indicado ao final do texto. Quer outro exemplo? Para o Rio de Janeiro estavam previstas para o cargo de técnico 2 vagas + CR e no decorrer do prazo de validade do concurso foram nomeados 170 candidatos. Nada mal, hein? Com isso, quero que perceba que o MPU costuma convocar muito além do fixado inicialmente. Não se deixe desanimar com o “aparente” pequeno número de vagas. Procure fazer uma boa prova que, mesmo aprovado fora das vagas, você tem grandes chances de ser nomeado mais à frente. Mas agora vem um outro detalhe: a nota de corte varia de uma localidade para outra? Sim. Comparando as notas de corte do último concurso para o cargo de analista, percebemos, por exemplo, que o último nomeado para o Estado do Pará não teria sido convocado se tivesse escolhido o Distrito Federal como opção de lotação. O inverso também é verdadeiro: vários alunos que prestaram prova para o DF não foram nomeados, mas teriam sido se tivessem escolhido outro Estado, como Amazonas, Pará, entre outros. Então escolho o que apresentou menor nota de corte? Depende, pois além desse critério há outros aspectos a serem considerados, tais como estrutura e qualidade da cidade, opções de lazer, distância até a cidade natal, clima etc. Sei que não é fácil, mas uma decisão tem que ser tomada. Sugiro que faça o seguinte: 1) primeiramente, coloque em ordem crescente os Estados de acordo com a nota de corte do último concurso; 2) faça a seguinte pergunta a si mesmo: eu moraria nessa localidade pelos próximos anos? Lembrando que o servidor deve permanecer pelo menos 1 (ano) na sua lotação inicial antes de participar de um concurso de remoção, que nem sempre ocorre com a frequência desejada; 3) se a resposta à pergunta acima for negativa, passe para o Estado seguinte até encontrar aquele que você toparia morar ali por algum tempo. Antes de mais nada, é bom lembrar ainda que foi prevista no edital desse ano a listagem geral, reunindo-se todos os aprovados, independentemente da UF. Dessa forma, o candidato aprovado e classificado no concurso poderá́ ser nomeado, no âmbito do MPU, para UF de vaga diversa daquela para a qual foi aprovado, onde não haja candidato aprovado. Isso permite, por exemplo, que um candidato aprovado na Bahia seja nomeado para São Paulo, onde não foram previstas vagas no edital. São muitas possibilidades, não é mesmo? O que não dá é para perder a oportunidade de ingressar em uma das melhores carreiras do serviço público. Ah, antes que eu esqueça, segue link para você fazer o download do estudo que elaborei: https://promo.adnconcursos.com.br/comparativos-notas-concursos-mpu-2013 Se não souber como montar seu planejamento até a prova, não deixe de conhecer nossos planos de estudos. Neles, indicamos quando estudar cada matéria, como estudá-la e que assuntos priorizar de acordo com sua carga horária de estudo disponível, seja ela de 20h, 30h ou 40h semanais. Clique aqui para maiores informações. Espero ter te ajudado. Um abraço e contem conosco para o que for necessário, Marcelo Vasconcelos Consultor ADN Concursos

5 motivos para se preparar para concursos de Tribunais e MPU

Tenho observado muita gente empolgada com os concursos que vêm saindo para a carreira de técnico e analista de Tribunais (TRF, TRE, TRT, TJ) e MPU. De fato, vários editais estão sendo divulgados e muitos outros virão nos próximos meses. Existem vários motivos para estudar para essas carreiras. Vejamos: 1. Disciplinas semelhantes: os editais de Tribunais e MPU apresentam disciplinas em comum. Isso possibilita ao aluno montar uma base com as principais matérias para depois focar nas disciplinas específicas, de acordo com o edital escolhido. Com uma base consolidada, será fácil estudar as matérias específicas de cada edital. 2. Inúmeras oportunidades: os editais de Tribunais estão sempre saindo. Isso traz aos alunos a motivação necessária para seguirem firmes nos estudos. 3. Quantidade de convocados: esses concursos costumam nomear bem mais candidatos que as vagas previstas no edital. Assim, mesmo não aparecendo nas vagas, você tem uma grande chance de ser nomeado se fizer uma boa prova. Sem contar que muitas pessoas passam em outros concursos, o que faz com que mais candidatos ainda sejam nomeados. 4. Salário e benefícios atrativos: essas carreiras remuneram muito bem os servidores. Atualmente, os salários iniciais são de aproximadamente 6 mil para técnico e 9 mil para analistas. Isso é o salário líquido hein? Sem contar que você terá direito a gratificações se tiver nível superior, horas de treinamento, etc. 5. Jornada de 35h semanais: sem comentários né? Com essa jornada será possível você se dedicar a projetos pessoais, bem como à sua família. Além disso, o teletrabalho já é uma realidade em diversos tribunais, o que faz com que você consiga organizar melhor ainda o seu tempo, inclusive trabalhando em localidades diferentes de sua residência. São vários motivos, não é mesmo? Ocorre que vejo muita gente se preparando de maneira errada, tentando abarcar vários editais ao mesmo tempo. No final das contas, acabam não se preparando para nenhum deles. Nessas horas, o planejamento é essencial: não tento sido publicado o edital, a hora é reforçar a base. Procure estudar aquelas matérias certas de aparecer no seu edital. Depois, foque nas demais!! Caso queira revolucionar sua preparação, a ADN Concursos otimiza o estudo do aluno de acordo com o seu tempo disponível por meio de um método totalmente objetivo. Saiba mais aqui www.adnconcursos.com.br/consultoria

A importância de saber deixar em branco em provas “certo/errado” do CESPE

Respondendo prova

Muito se pergunta sobre se vale a pena deixar questão em branco em Provas CESPE, em que uma questão errada anula uma certa. Eu respondo com toda certeza: VALE! Vocês não imaginam o tanto de pontos que são perdidos por pessoas que resolvem chutar sem qualquer critério e acabam desperdiçando valiosos pontos que poderiam não perder se deixassem questão em branco. Faço concursos há 8 anos e já vi muita gente boa não passar em concurso porque achou que sabia demais e resolveu marcar todos os itens da prova. É claro que você também não pode deixar a prova toda em branco. E tudo vai depender de como estiver seu nível. Portanto, meu conselho é que você já pratique nos simulados as técnicas de deixar itens em branco para que na hora da prova você já tenha uma estratégia bem delineada pra isso. Para isso, temos uma técnica simples e esperta para você poder utilizar no nosso próximo simulado e se testar! Estratégia para deixar em branco Faça o seguinte quando estiver resolvendo o simulado: Circule as alternativas que você ficar em dúvida. Mas seja honesto consigo mesmo, circule TODAS que você não tiver certeza da resposta! Após circular, marque o que você chutaria (Certo/Errado) do lado da alternativa. No final, você terá, por exemplo, o seguinte cenário: 70 questões marcadas com certeza, e 50 questões que você está em dúvida, circuladas. Não se engane, dessas 70 com certeza, você errará uma ou outra, é supernormal nossa cabeça (ou até mesmo a banca) nos pregar essas peças, mesmo a gente tendo certeza, acaba errando um pouco. Das 50 restantes, várias você tem um palpite, e outras você não tem nem ideia. De qualquer maneira, o índice de erros será enorme. O que você tem que avaliar é se vale a pena marcar ou não. Então, quando conferir o gabarito, veja se, para essas que você circulou, o índice de erros foi maior que 50%, ou seja, você errou mais que acertou. Se tiver sido, você chegará à conclusão que não vale a pena marcar, porque você terá pontuação negativa. Se tiver sido menor que 50%, você chegará a conclusão que vale a pena marcar, pois terá pontuação positiva. Pode ter certeza que será uma vantagem e tanto perto do seu concorrente. Às vezes, você sabendo menos que ele, poderá ficar na sua frente! Continuem nos acompanhando e esperem mais dicas valiosas para sua aprovação!

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