Primeiro passo, definir o objetivo!

Napoleon Hill foi um escritor e empreendedor nascido nos EUA no ano de 1883. A ele é atribuída a construção de uma filosofia de realização pessoal baseada no estudo das mentes de centenas de pessoas bem-sucedidas, dentre elas estão Henry Ford, Thomas Edisonn e Alexander Graham Bell. Seus ensinamentos influenciaram gerações inteiras de líderes que buscavam o sucesso pessoal. Você deve estar se perguntando: – Por que os feitos deste escritor interessam a mim, que busco a aprovação em um concurso público? A resposta a este questionamento encontra-se nas linhas abaixo. Nosso amigo Napoleon escreveu no seu livro “A escada para o triunfo” – “Para ser bem-sucedido em qualquer tipo de tarefa você deve ter uma meta definida para atingir. Você precisa ter planos definidos para alcançar este objetivo”. Ou seja, nenhum objetivo será atingido por meio de um plano aleatório, e sim através de um plano sistemático e consistente. Esta afirmação retrata perfeitamente a vida de quem almeja alcançar um cargo público, pois em toda minha trajetória prestando concursos, conheci muita gente que ficou pelo caminho, não por falta de capacidade e sim por não terem um plano de estudo bem definido. Por outro lado, também tive a satisfação de conhecer várias pessoas que souberam se planejar e encurtaram sobremaneira seu caminho até a aprovação. Ainda sobre os ensinamentos do mestre Hill, a mente humana é como um imã que atrai os pensamentos dominantes nela mantidos, especialmente aqueles que constituem um plano ou objetivo bem definido. Por exemplo, se uma pessoa estabelece como seu objetivo principal a aprovação em um concurso público, imediatamente essa meta torna-se uma influência dominante em sua mente e essa influência vai leva-la a fazer o que for necessário para alcançar o sucesso. Resumindo, existem muitas pessoas que sonham passar em um concurso, porém somente aquelas que tornam isso um objetivo de vida alcançarão o sucesso. Por fim, lembrem-se sempre que o objetivo de quem estuda para concursos públicos não é dominar todas as matérias previstas no edital, seu objetivo é a aprovação para o cargo que almeja, pois os editais contemplam cada vez mais assuntos e o tempo provavelmente é muito escasso, logo dificilmente dominará todos os tópicos do conteúdo programático, o que nem se faz necessário, uma vez que você saiba planejar seu estudo e otimizar seu tempo dedicando-se somente ao que realmente importa. Autor – Adriano Aguiar
4 dicas para controlar melhor o tempo de prova em concursos públicos

Com certeza, o fator tempo é um dos recursos mais escassos nos dias atuais. Para muita gente, 24h não são suficientes para executar todas as tarefas do dia. Essas pessoas acabam ficando frustradas por não conseguirem “dar conta”. Assim, a administração do tempo tornou-se essencial para alguém ser bem-sucedido. Priorizar aquilo que realmente importa e aprender a dizer “não” devem fazer parte da rotina daqueles que querem ser mais produtivos. Isso também se aplica aos concursos públicos: cada vez mais os candidatos estão se deparando com provas com maior quantidade questões e, para piorar, com enunciados mais longos. E sem falar da cobrança de redação em muitos casos, hein? Inclusive, observei nessas últimas semanas vários candidatos se queixando do pouco tempo das últimas provas. Eles mencionaram frases do tipo: “Você viu aqueles textos de Português? Estavam enormes! Levei 2h para resolver 10 questões.”; “Eram necessárias 6h para resolver todas as questões”; “Restando 1h:30min para o término da prova, percebi que ainda faltavam 15 questões para resolver, bem como a redação. Foi um desastre!”. Ouvi muitas outras reclamações que não vou citar aqui por não ser o objetivo do texto. O que quero que compreenda é que o tempo de prova deve ser trabalhado durante a preparação do candidato. Não podemos esquecer que ele é o mesmo para todos os candidatos. Terá um melhor desempenho aquele que, além de ter estudado de forma orientada, souber melhor administrar o tempo. Vou citar um exemplo: no concurso do TJ-AL serão 80 questões e duas questões discursivas para o cargo de analista judiciário a serem resolvidas em 5h. Para o cargo de técnico, serão 100 questões a serem resolvidas em 4h. Com simples cálculos, percebemos que os candidatos ao cargo de analista terão aproximadamente 2min:37s para resolver cada questão, já descontando um tempo estimado de 1h para a discursiva e 30min para passar o gabarito para a folha de respostas. Para o cargo de técnico o tempo é ainda menor: 2min:06s para cada questão (já descontando o tempo de passar o gabarito). Já pensou em resolver aquelas questões de Português da FGV com textos enormes em 2min:06s? É desesperador, não acha? Então, o que fazer? Antes de dizer o que fazer, vou comentar o que NÃO fazer: – não podemos começar a prova pelas matérias que temos menos afinidade, pois naturalmente levaremos mais tempo para resolvê-las. Além disso, iniciar por essas questões trará um efeito psicológico negativo, já que teremos a impressão de que a prova está dificílima e que não sabemos de nada. – iniciar por Português é uma verdadeira loucura. Você vai perder muito tempo com os textos gigantescos e quando der conta faltará pouquíssimo tempo para as demais questões, que representam maior percentual da pontuação final. – resolver as questões discursivas logo no início também não é um bom negócio. Se você não estiver devidamente preparado, essas questões vão te consumir um tempo precioso e não será possível resolver as objetivas. Não podemos esquecer que é necessário alcançar a nota de corte da prova objetiva para que a discursiva seja corrigida. Mas vamos lá! Agora, quero te passar algumas dicas de como administrar melhor o tempo da prova: 1) Priorize as matérias que se sente mais preparado: iniciando por essas matérias, você resolverá as questões rapidamente, economizando tempo para as questões mais difíceis. 2) Assinale as questões que estiver em dúvida: não sabe da questão ou está em dúvida? Assinale-a e já siga para a seguinte. Não perca tempo. A primeira leitura da prova deve ser destinada à resolução das questões “fáceis”. Após a primeira leitura, você retorna para as questões assinaladas e pode pensar um pouco mais. Quero, com isso, que garanta os pontos fáceis. Afinal, nada pior do que não ter acertado uma questão simples por não ter tido tempo nem de ler o seu enunciado. 3) Leia o tema da redação no início da prova e siga para as questões objetivas: fazendo isso, inconscientemente você vai montando o seu texto enquanto resolve as questões e trará uma enorme economia de tempo quando elaborar o seu texto. 4) Português deve ser resolvida quando decorrido metade do tempo de prova: assim como não é bom resolvê-la no início, também não é indicado deixá-la para o final, uma vez que você estará cansado para ler os longos enunciados delas. Dessa forma, procure resolver as questões de Português quando tiver decorrido 1h:30min-2h de prova. Espero que tenha conseguido chamar sua atenção para a importância de definir a estratégia adequada para resolver provas de concursos públicos de modo a aproveitar o tempo da melhor maneira possível. Vamos que vamos!!! Marcelo Vasconcelos
O sucesso só depende de você!

É muito comum os candidatos ficarem se lamentando após um desempenho insatisfatório em provas de concursos públicos. Essa reação ocorre logo nos primeiros dias após a divulgação do resultado. O que não pode acontecer é o aluno ficar remoendo isso por muito tempo, colocando a culpa do insucesso em outras pessoas ou coisas. Na verdade, o tempo que o candidato perde culpando os outros poderia ser muito melhor aproveitado se ele procurasse tirar lições dos erros cometidos para não repeti-los no próximo concurso. Então, caro concurseiro, a hora é de agir: olhe um pouco para trás, verifique os erros cometidos e o que pode ser melhorado em sua preparação. Algumas perguntas podem ser feitas: será que os assuntos principais de cada matéria foram priorizados? O peso das disciplinas foi observado na montagem do horário de estudos? Estudei por um material adequado para o nível da prova? Resolvi simulados para entender o pensamento da banca examinadora? Há outras perguntar a se fazer, mas essas já são um bom começo. Por isso, reflita sobre o passado para não fazer o mesmo no presente. Afinal, pior que cometer um erro é persistir nele. Se aquilo que foi planejado não deu certo, não desanime! Se não foi dessa vez, faça o possível para que seja na próxima. As oportunidades estão aí para aqueles que não desistem, mas cabe a você persistir em busca do tão sonhado cargo público. Afinal, o sucesso só depende de você!
O que priorizar no estudo do Estatuto da Pessoa com Deficiência

Quem vem fazendo provas nesse ano para concursos de Tribunais (TRFs, TRTs, TREs) com certeza já notou que o Estatuto da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/15) é uma disciplina que apareceu, e continuará aparecendo, em todos os editais dessas carreiras. Isso é decorrência da Resolução CNJ nº 230/2016, que estabeleceu que os editais de concursos públicos para ingresso nos quadros do Poder Judiciário e de seus serviços auxiliares deverão prever, nos objetos de avaliação, disciplina que abarque os direitos das pessoas com deficiência. Dessa forma, os candidatos não podem menosprezar essa disciplina, que, apesar de normalmente possuir peso inferior às de conhecimentos específicos, vem representando de 3 a 5 questões nas provas, o que pode fazer a diferença em sua pontuação final. Para complicar um pouco, as bancas examinadoras estão diversificando cada vez mais os assuntos cobrados nas provas, de modo que o candidato deve, pelo menos, ler uma vez essa lei por inteiro. Apesar disso, tenho notado a “preferência” das bancas por alguns dispositivos, devendo os candidatos destinar atenção especial a eles. Mas atenção: é recomendado que a lei seja lida integralmente, só devendo os concurseiros se aterem aos dispositivos indicados mais abaixo após sua primeira leitura, tudo bem? Dito isso, separamos uma lista dos dispositivos “mais queridos” pelas bancas examinadoras, que devem ser estudados principalmente na véspera da prova. Vamos a eles: – Da igualdade e da não discriminação: arts. 4º e 9º; – Do direito à vida: arts. 10 a 13; – Do direito à educação: art. 30; – Do direito ao trabalho: arts. 34 a 38 – Do direito ao transporte e à mobilidade: arts. 46 a 52; – Do acesso à justiça: arts. 79 a 81 – Do reconhecimento igual perante a lei: arts. 84 e 85 Bom, é isso. Não deixem de conferir outras dicas de estudo aqui mesmo no blog da ADN Concursos.
ADN Concursos previu questões na prova do TJ-PE

Já comentamos aqui no nosso blog sobre a importância dos simulados na preparação daqueles que objetivam conquistar uma vaga no serviço público. De fato, eles permitem ao candidato controlar melhor o tempo de prova, identificar seus pontos fracos, conhecer o estilo de questões da banca examinadora, entre outros. Por falar no conhecimento do estilo de questões da banca, os simulados da ADN Concursos apresentaram questões praticamente idênticas às do último concurso do TJ-PE, realizado no dia 15 de outubro de 2017. Coincidência? É claro que não. Há um trabalho estatístico por trás da elaboração dos simulados, de modo que os temas mais cobrados são identificados e as questões são elaboradas a partir dessa análise. Veja a seguir que a equipe da ADN Concursos acertou “na mosca” várias questões: Prova TJ-PE – Questão 25 25) Cada Tribunal brasileiro possui uma Comissão Permanente de Acessibilidade e inclusão, que possui natureza multidisciplinar e contam com a participação de magistrados e servidores. Assinale alternativa que não contém uma das atribuições das mencionadas Comissões: a) Fiscalizar o registro de audiência por meio de filmagem sempre que presente pessoa com deficiência auditiva. b) Permitir a entrada e permanência de cães-guia nas dependências públicas. c) Realizar oficinas de conscientização dos servidores e magistrados sobre direito das pessoas com deficiência. d) Requerer nomeação de tradutor intérprete de linguagem brasileira de sinais, sempre que figurar no processo pessoa com deficiência auditiva. e) Suspender a eficácia de ordem judicial que não atentou para o cumprimento das diretrizes nacionais de inclusão social de pessoas com deficiência. 3º Simulado ADN Concursos – Questão 25 25. De acordo com Resolução CNJ nº 230/2016, as Comissões Permanentes de Acessibilidade e Inclusão de cada Tribunal, com caráter multidisciplinar, fiscalizam, planejam, elaboram e acompanham os projetos arquitetônicos de acessibilidade e projetos “pedagógicos” de treinamento e capacitação dos profissionais e funcionários que trabalhem com as pessoas com deficiência. Tais comissões devem estabelecer a fixação de metas anuais, direcionadas à promoção da acessibilidade para pessoas com deficiência, tais como: a) inclusão, em todos os editais de concursos públicos, da previsão constitucional de reserva de cargos para pessoas com deficiência, exceto nos que tratam do ingresso na magistratura; b) registro da audiência, em qualquer caso, por filmagem de todos os atos nela praticados, sempre que presente pessoa com deficiência auditiva; c) nomeação ou permissão de utilização de guia-intérprete, quando figurar no processo pessoa com deficiência auditiva e visual, custeado pelo particular interessado; d) permissão de entrada e permanência de cães-guias em todas as dependências dos edifícios e sua extensão; e) pelo menos a metade de locação de imóveis, aquisição ou construções novas deverão ser feitas com acessibilidade. Prova TJ-PE – Questão 28 28) Os consórcios públicos podem ser contratados pela administração para a realização de objetivos de interesse comum. A constituição do consórcio se dá por meio de contrato cuja celebração dependerá de prévia subscrição de protocolo de intenções. Assinale abaixo a alternativa que não apresenta conteúdo que deverá constar de cláusula no protocolo de intenções. a) Autorização para gestão associada de serviços públicos, explicitando a área que o serviço será prestado, sem a necessidade de critérios técnicos para o cálculo do valor de tarifas b) Previsão de que a assembleia geral é a instância máxima do consórcio público e o número de votos para as suas deliberações c) O número, as formas de provimento e a remuneração dos empregados públicos, bem como os casos de contratação por tempo determinado para atender a necessidade temporária de excepcional interesse público d) Previsão de que o consórcio público é associação pública ou pessoa jurídica de direito privado sem fins econômicos e) Condições para que o consórcio público celebre contrato de gestão ou termo de parceria 3º Simulado ADN Concursos – Questão 28 28. O consórcio público será constituído: a) por contrato cuja celebração pode, facultativamente, ser antecedida pela subscrição de protocolo de intenções. b) pela publicação no Diário Oficial do protocolo de intenções subscrito por todos os entes consorciados. c) pelo registro em cartório de títulos e documentos, após a devida aprovação legislativa. d) por contrato cuja celebração dependerá da prévia subscrição de protocolo de intenções. e) pela edição de lei autorizativa de cada um dos entes consorciados. Notaram que até a numeração das questões foi a mesma? Vamos para mais exemplos: Prova TJ-PE – Questão 33 33. O casamento é um instituo jurídico regulamentado pelo Código Civil Brasileiro. O casamento é anulável em algumas situações, exceto: a) Por motivo de idade, quando resultou em gravidez b) Por incompetência da autoridade que celebrou o matrimônio c) Do menor de idade núbil, quando não existir autorização por parte do representante legal d) Do indivíduo incapaz de consentir ou manifestar, de modo inequívoco, o seu consentimento e) Por vício de vontade quando do ato de consentimento existir erro essencial relacionado à pessoa do outro 2º Simulado ADN Concursos – Questão 36 36. A violação de causas suspensivas da celebração do casamento acarreta a: a) nulidade relativa do casamento. b) obrigatoriedade do regime de separação de bens, não sendo permitido ao juiz relevá-las em nenhuma hipótese. c) obrigatoriedade do regime da separação de bens, exceto no caso de o juiz a relevar, conforme lhe permite a lei, quando se tratar de viúva grávida antes de dez meses do início da viuvez. d) obrigatoriedade do regime da separação de bens, exceto se relevadas pelo juiz, quando a lei o permitir. e) nulidade absoluta do casamento, exceto se relevada pelo juiz, quando a lei o permitir. 3º Simulado ADN Concursos – Questão 36 36. Leia as seguintes afirmações: I. O prazo para ser intentada a ação de anulação do casamento, a contar da data da celebração, é de três anos, se incompetente a autoridade celebrante; e de quatro anos, se houver coação. II. O Código Civil prevê que a anulação do casamento dos menores de dezesseis anos será requerida pelo próprio cônjuge menor. III. Embora anulável ou mesmo nulo, se contraído de boa- fé por ambos os cônjuges, o casamento, em relação a estes como
Você não passa porque erra questões fáceis ou difíceis?

E aí, galera? Responda objetivamente. Você não passa porque erra questões fáceis ou difíceis? A chance de acerto é 50% 🙂 Então. Quando faço esta pergunta em minhas entrevistas antes de iniciar a consultoria, muita gente responde que são as questões difíceis, porque a ideia que vem a cabeça é a de que, se você erra uma questão, ela foi difícil para você, e assim você acaba não passando. Mas aí há um certo equívoco. PENSA COMIGO! O problema aí está no conceito de questão fácil/difícil. Ele não deve ser subjetivo (ou seja, se é fácil ou difícil para VOCÊ), e sim objetivo (fácil ou difícil para todo mundo). Então se você erra uma questão que todo mundo acertou, você errou uma questão fácil. Se você acerta uma questão que todo mundo errou, você acertou uma questão difícil. Esta análise é fundamental para guiar os assuntos que você precisa estudar mais. Como você já deve ter deduzido, você acaba não passando porque erra questões fáceis, seja por vacilo, seja por não ter estudado direito determinada matéria (costumo dizer que é mais fácil estudar para acertar questões fáceis do que pra acertar questões difíceis). Quando você as erra, você fica pra trás, pois todos acertaram, e assim acaba não passando. Então, após fazer qualquer prova ou simulado, verifique o nível de dificuldade daquelas questões que você errou, e até das que você acertou (caso tenha acertado com segurança, e não no chute, muitas questões difíceis, significa que você está bem naquela matéria). Pensemos no seguinte exemplo: uma prova de Direito Constitucional com 10 questões fáceis, você acertou 7 e errou 3, enquanto uma prova de Direito Administrativo com 10 questões difíceis, você acertou 5 e errou 5. Qual você foi pior? Se fôssemos pegar apenas números absolutos, a resposta seria Direito Administrativo. Mas quando comparamos o nível de dificuldade, vemos que nos demos mal em Direito Constitucional, então precisaríamos reforçar mais o estudo naquela matéria. A pergunta feita tem haver diretamente com o conceito de Horizontalização de Conhecimento (para ver o artigo sobre o tema, clique aqui). É isso. Espero que tenha te ajudado na sua rotina de estudos. Um abraço e até a próxima!
Horizontalização do Conhecimento

Olá, meus amigos! Tudo bem com vocês? Espero que esteja tudo ótimo e os estudos estejam rendendo. Hoje venho lhes trazer a ideia de horizontalização do conhecimento, termo criado por mim com base na metodologia da ADN Concursos, que nada mais é do que o aluno equilibrar o conhecimento em todas as disciplinas que serão exigidas em sua prova. É natural que o estudante saiba um assunto melhor que outros. Normalmente, na área jurídica, Direito Constitucional e Direito Administrativo são as “meninas dos olhos”, tendo em vista serem cobradas em absolutamente todos os concursos. Por outro lado, disciplinas como Direito Empresarial e Direito Ambiental, já muitas vezes negligenciadas na faculdade, tendem a ser os “patinhos feios”, sendo relegado a segundo plano. A ideia da maior parte dos estudantes é simples: vou ficar muito bom nas matérias que mais caem para me debruçar depois sobre as que menos caem. Assim, acertarei mais questões. No entanto, não é assim que funciona. PENSA COMIGO! Vamos supor que, numa prova que caia Direito Constitucional e Direito Ambiental, o aluno acerte poucas questões de Direito Constitucional e quase nenhuma de Direito Ambiental. Esse é um pensamento muito corrente. Nós atentamos muito para os números absolutos de acertos, e desprezamos a dificuldade das questões. A ideia inicial, é claro, é estudar mais Direito Constitucional, afinal é uma matéria muito importante e não se pode errar tantas questões. Direito Ambiental mais uma vez é deixada de lado. O problema é que, nessa prova realizada, Direito Constitucional realmente estava difícil, e o mais normal era errar muitas questões. Direito Ambiental, entretanto, estava muito fácil, e mesmo assim o concurseiro, por quase não estudá-la, errou todas. A recomendação aqui é se estudar mais Direito Ambiental, porque se acertará mais questões fáceis. Direito Constitucional, numa próxima prova, pode vir mais fácil, e assim você acertará mais questões, juntamente com as de Direito Ambiental, que terá sido estudada. Dessa maneira, no total, você aumentará o índice de acertos e assim aumentará a chance de aprovação. Resumo esta dica em um pequeno trocadilho: É MUITO MAIS FÁCIL ESTUDAR PRA ACERTAR QUESTÕES FÁCEIS QUE QUESTÕES DIFÍCEIS. Nunca poderemos contar com as questões difíceis. Sempre erraremos algumas e acertaremos outras, de maneira aleatória, porque depende de inúmeros fatores. No tocante às questões fáceis, temos como direcionar os estudos pra acertá-las, é só estudar o mais comum. Falando no exemplo dado acima, a parte fácil de Direito Ambiental consiste em três leis básicas (Lei 6938, Lei 9985 e Lei 12651), ao passo que a parte difícil de Direito Constitucional envolve uma doutrina pesadíssima. Então horizontalizemos o conhecimento entre as duas matérias, e assim teremos mais chance de acertos! Quer saber sobre a nossa metodologia? Clique aqui. É isso. Até a próxima, galera!
A importância da definição do concurso

E aí meus amigos, tudo bem? Firmes na luta? Espero que sim. Hoje venho aqui falar de um tema que atormenta muitos concurseiros: a escolha do cargo/concurso para focar. Ultimamente, vemos que foram disparados muitos editais, principalmente para carreiras de técnicos e analistas, o que acaba deixando qualquer um maluco com a infinidade de possibilidades (e olha que o cenário que pintavam era justamente de uma queda no número de concursos – felizmente estavam errados). Para citar os mais conhecidos, hoje temos abertos os editais do TRE-BA, TRE-PR, TRT-SC, TST, TR…. , isso sem contar com os que estão muito próximos de abrir, como TRF5, TRT7, MPU. E aí, como faz para escolher? 1) Grana – Ir fazer este concurso cabe em seu orçamento? É aquela conhecida frase: “cada um sabe onde o calo aperta”. Não tem nem como começar a pensar em fazer um concurso se você passa por dificuldades financeiras que tornam impossível pagar passagens, inscrição, hospedagem e outros gastos que surgem para se ir fazer uma prova. Algumas vezes chega-se a gastar quase 3 mil reais com tudo isso, e sabe-se que alguns não tem como custear esse valor sem dispor do essencial. Dessa maneira, calcule os gastos, veja se cabe no seu orçamento, e, se não couber, retire-o da lista. Exceção: quando você estiver MUUUITO preparado, tiver batido na trave ou já tiver passado em concursos semelhantes, talvez valha a pena fazer. Mas se planeje bem pra isso. No caso de o concurso caber no seu orçamento, vamos pros próximos passos. 2) Preparação – você vem focando nesse concurso ou tem a famosa “síndrome do edital”? Pra quem não conhece, a síndrome do edital é conhecida no universo concurseiro como aquela vontade de fazer todo concurso que surge pela frente, achando que está preparado pra tanto, ou então, e isso se aplica pra concursos em sua cidade ou estado, pensar que não custa nada fazê-lo. Temos alguns problemas aqui. Primeiro: como você vem estudando? De uma maneira geral, albergando matérias em comum aos diversos concursos (exemplos de português, raciocínio lógico, constitucional, administrativo, etc.)? Ou de maneira específica, esperando aquele tão sonhado edital aparecer? Se for o segundo caso, não recomendo de forma alguma fazer o concurso mais próximo, para ir “pegando bagagem”. Isto porque você sai totalmente do seu foco, mesmo sem perceber. Lembre-se do ditado: mais vale um pássaro na mão que dois voando. Isto vale também para concursos. Se você está focado em determinado concurso, faça apenas ele, ou semelhantes a ele (exemplo de estudar para TJ, e fazer TRF ou TRE). Já, do contrário, caso você venha adquirindo uma base (carreiras jurídicas em geral, por exemplo), você pode fazer escolher algum para ir pegando bagagem, pois você só precisaria direcionar aquele estudo geral para o estudo específico baseado no edital. 3) Como saber se terei chances de passar antes de pagar passagens/hospedagem? – Essa é uma dica muito interessante, meus amigos. É quase impossível a pessoa saber se dá pra fazer este ou aquele concurso no período de inscrições, razão pela qual recomendo que o concurseiro, caso tenha dúvidas (porque às vezes, pra aqueles que tem bom senso, há uma certeza de que não passará), pague a inscrição e espere um pouco para pagar passagens e hospedagem (normalmente o mais caro). Nesse ínterim, aconselho a fazer 2 ou 3 simulados espaçadamente, com no mínimo uma semana de intervalo. Os simulados devem ser provas do mesmo estilo da que você fará. Caso você vá bem nessas provas (deve ser comparada à nota de corte real dela), pode pagar passagens e hospedagem, porque no mínimo você terá alguma chance de passar. E sempre que há chances, vale a pena se testar. Passadas essas três fases, caso a resposta seja positiva, se inscreva e parta para a briga! Ahhh! E não olhe a concorrência. Nunca vai ajudar! Muitas vezes você só concorre consigo mesmo. Fica a dica. E para melhorar ainda mais sua preparação, a ADN Concursos otimiza o estudo do aluno de acordo com o seu tempo disponível por meio de um método totalmente objetivo. Saiba mais aqui Um grande abraço e até a próxima!
5 motivos para se preparar para concursos de Tribunais e MPU

Tenho observado muita gente empolgada com os concursos que vêm saindo para a carreira de técnico e analista de Tribunais (TRF, TRE, TRT, TJ) e MPU. De fato, vários editais estão sendo divulgados e muitos outros virão nos próximos meses. Existem vários motivos para estudar para essas carreiras. Vejamos: 1. Disciplinas semelhantes: os editais de Tribunais e MPU apresentam disciplinas em comum. Isso possibilita ao aluno montar uma base com as principais matérias para depois focar nas disciplinas específicas, de acordo com o edital escolhido. Com uma base consolidada, será fácil estudar as matérias específicas de cada edital. 2. Inúmeras oportunidades: os editais de Tribunais estão sempre saindo. Isso traz aos alunos a motivação necessária para seguirem firmes nos estudos. 3. Quantidade de convocados: esses concursos costumam nomear bem mais candidatos que as vagas previstas no edital. Assim, mesmo não aparecendo nas vagas, você tem uma grande chance de ser nomeado se fizer uma boa prova. Sem contar que muitas pessoas passam em outros concursos, o que faz com que mais candidatos ainda sejam nomeados. 4. Salário e benefícios atrativos: essas carreiras remuneram muito bem os servidores. Atualmente, os salários iniciais são de aproximadamente 6 mil para técnico e 9 mil para analistas. Isso é o salário líquido hein? Sem contar que você terá direito a gratificações se tiver nível superior, horas de treinamento, etc. 5. Jornada de 35h semanais: sem comentários né? Com essa jornada será possível você se dedicar a projetos pessoais, bem como à sua família. Além disso, o teletrabalho já é uma realidade em diversos tribunais, o que faz com que você consiga organizar melhor ainda o seu tempo, inclusive trabalhando em localidades diferentes de sua residência. São vários motivos, não é mesmo? Ocorre que vejo muita gente se preparando de maneira errada, tentando abarcar vários editais ao mesmo tempo. No final das contas, acabam não se preparando para nenhum deles. Nessas horas, o planejamento é essencial: não tento sido publicado o edital, a hora é reforçar a base. Procure estudar aquelas matérias certas de aparecer no seu edital. Depois, foque nas demais!! Caso queira revolucionar sua preparação, a ADN Concursos otimiza o estudo do aluno de acordo com o seu tempo disponível por meio de um método totalmente objetivo. Saiba mais aqui www.adnconcursos.com.br/consultoria
