Aprovação ou reprovação não dependem diretamente do seu tempo de estudo

Poderia começar a nova sequência de posts por aquelas velhas máximas: “Tempo é questão de prioridade.” “Quem prioriza tudo, não prioriza nada.” Mas, mais uma vez, tentemos nos afastar do óbvio, apesar de tais frases não poderem ser esquecidas. De nada adiantaria falar de estudo com pouco tempo disponível, se você realmente não pudesse acreditar, com fatos, que é possível a aprovação, mesmo com um horário apertado. No decorrer dos meus 8 anos de estudo para concurso público, bem como dos 3 que oriento outras pessoas nesse estudo, já vi de tudo, a saber: pessoas que estudam há mais de 5 anos, 8h ou mais por dia, sem nunca ter passado; pessoas que estudam há mais de 5 anos, 2h por dia, sendo aprovados; pessoas que estudam 4h por dia, durante 2 anos, também sendo aprovados; os que estudam 8h por dia, durante 6 meses, sendo aprovados, os que estudam 1h por dia, durante 3 meses, sendo reprovados (não se faz milagres né haha). Eu poderia citar várias outras, mas o importante é você entender que o tempo disponível não está diretamente ligado à aprovação. Lembro que no meu estudo pro MPU, estudei apenas 2 meses, 3h por dia (trabalhava à época), e fui aprovado em 3º lugar. O que fez diferença? Acredito eu que minha BAGAGEM DE CONCURSO. Isso sim, faz muita diferença. Agora não é qualquer bagagem. É a experiência que você aprende com seus erros. Não estou falando de ser concurseiro profissional, como sei que tem gente por aí. O que vejo muito hoje são pessoas insistindo em coisas que não se dão certo, mesmo elas vendo claramente que não está dando certo. É apenas mais uma zona de conforto. Quem eu falei que estuda há 5 anos, mais de 8h por dia, acabou passando depois que diminuiu a carga horária dele e começou a fazer mais questões. Tenho alunos que tem 2 horas disponíveis por dia, e outros que tem 10h. O estudo vai ser igual pra eles? Não. Mas vou tentar garantir que o que está estudando 6h (é aquele que tem 10, porém só coloco pra estudar 6), estude da maneira mais otimizada. O que tem 2h então nem se fala. Quem cava BEM no lugar errado cava MAL. Sempre vou bater nesta tecla, por mais repetitivo que possa parecer. ESTRATÉGIA é mais importante que INTENSIDADE.  No mundo dos concursos, feliz ou infelizmente, temos que ser pragmáticos. Não adianta lutar contra o sistema (pelo menos neste caso). Adapte-se, e se sairá vencedor! PS: Próximos posts passarei dicas práticas.

O que priorizar no estudo do Estatuto da Pessoa com Deficiência

Quem vem fazendo provas nesse ano para concursos de Tribunais (TRFs, TRTs, TREs) com certeza já notou que o Estatuto da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/15) é uma disciplina que apareceu, e continuará aparecendo, em todos os editais dessas carreiras. Isso é decorrência da Resolução CNJ nº 230/2016, que estabeleceu que os editais de concursos públicos para ingresso nos quadros do Poder Judiciário e de seus serviços auxiliares deverão prever, nos objetos de avaliação, disciplina que abarque os direitos das pessoas com deficiência. Dessa forma, os candidatos não podem menosprezar essa disciplina, que, apesar de normalmente possuir peso inferior às de conhecimentos específicos, vem representando de 3 a 5 questões nas provas, o que pode fazer a diferença em sua pontuação final. Para complicar um pouco, as bancas examinadoras estão diversificando cada vez mais os assuntos cobrados nas provas, de modo que o candidato deve, pelo menos, ler uma vez essa lei por inteiro. Apesar disso, tenho notado a “preferência” das bancas por alguns dispositivos, devendo os candidatos destinar atenção especial a eles. Mas atenção: é recomendado que a lei seja lida integralmente, só devendo os concurseiros se aterem aos dispositivos indicados mais abaixo após sua primeira leitura, tudo bem? Dito isso, separamos uma lista dos dispositivos “mais queridos” pelas bancas examinadoras, que devem ser estudados principalmente na véspera da prova. Vamos a eles: – Da igualdade e da não discriminação: arts. 4º e 9º; – Do direito à vida: arts. 10 a 13; – Do direito à educação: art. 30; – Do direito ao trabalho: arts. 34 a 38 – Do direito ao transporte e à mobilidade: arts. 46 a 52; – Do acesso à justiça: arts. 79 a 81 – Do reconhecimento igual perante a lei: arts. 84 e 85 Bom, é isso. Não deixem de conferir outras dicas de estudo aqui mesmo no blog da ADN Concursos.

A importância de saber deixar em branco em provas “certo/errado” do CESPE

Respondendo prova

Muito se pergunta sobre se vale a pena deixar questão em branco em Provas CESPE, em que uma questão errada anula uma certa. Eu respondo com toda certeza: VALE! Vocês não imaginam o tanto de pontos que são perdidos por pessoas que resolvem chutar sem qualquer critério e acabam desperdiçando valiosos pontos que poderiam não perder se deixassem questão em branco. Faço concursos há 8 anos e já vi muita gente boa não passar em concurso porque achou que sabia demais e resolveu marcar todos os itens da prova. É claro que você também não pode deixar a prova toda em branco. E tudo vai depender de como estiver seu nível. Portanto, meu conselho é que você já pratique nos simulados as técnicas de deixar itens em branco para que na hora da prova você já tenha uma estratégia bem delineada pra isso. Para isso, temos uma técnica simples e esperta para você poder utilizar no nosso próximo simulado e se testar! Estratégia para deixar em branco Faça o seguinte quando estiver resolvendo o simulado: Circule as alternativas que você ficar em dúvida. Mas seja honesto consigo mesmo, circule TODAS que você não tiver certeza da resposta! Após circular, marque o que você chutaria (Certo/Errado) do lado da alternativa. No final, você terá, por exemplo, o seguinte cenário: 70 questões marcadas com certeza, e 50 questões que você está em dúvida, circuladas. Não se engane, dessas 70 com certeza, você errará uma ou outra, é supernormal nossa cabeça (ou até mesmo a banca) nos pregar essas peças, mesmo a gente tendo certeza, acaba errando um pouco. Das 50 restantes, várias você tem um palpite, e outras você não tem nem ideia. De qualquer maneira, o índice de erros será enorme. O que você tem que avaliar é se vale a pena marcar ou não. Então, quando conferir o gabarito, veja se, para essas que você circulou, o índice de erros foi maior que 50%, ou seja, você errou mais que acertou. Se tiver sido, você chegará à conclusão que não vale a pena marcar, porque você terá pontuação negativa. Se tiver sido menor que 50%, você chegará a conclusão que vale a pena marcar, pois terá pontuação positiva. Pode ter certeza que será uma vantagem e tanto perto do seu concorrente. Às vezes, você sabendo menos que ele, poderá ficar na sua frente! Continuem nos acompanhando e esperem mais dicas valiosas para sua aprovação!

PHP Code Snippets Powered By : XYZScripts.com