O estudo pra concursos é simples, mas não é fácil. Tem que estar disposto a pagar o preço!

Comecemos pela diferença entre algo simples e algo fácil. Exemplos: – Simples e Fácil: Abrir a porta da geladeira. – Simples e difícil: Colocar um elefante dentro da geladeira (só precisa abrir a porta da geladeira e colocar ele dentro). – Complexo e Fácil: Não me vem na cabeça nenhum exemplo. O complexo quase sempre é difícil. Mas falem se tiver algum. – Complexo e difícil: Levar a geladeira com um elefante dentro pro décimo andar de um prédio. Perceba. O simples é quando a gente sabe o que fazer. O complexo é quando não sabemos. Mas a diferença entre fácil e difícil basicamente depende do ESFORÇO. O estudo pra concurso encaixa aonde nisso aí? No simples e difícil, pessoal. A gente sabe o que fazer, ou pelo menos deveria saber com o tanto de informação que circula por aí, mas muitos não querem pagar o preço. Ou então ficam buscando meios de confirmar aquilo que eles consideram o jeito de estudar que vai dar certo com eles. Agora assim, o preço a pagar não é aquele estudo maluco de mil revisões e leituras de livros de 2 mil páginas não. Esse daí é o estudo SIMPLES E IMPOSSÍVEL. Tampouco aquele cursinho milagroso que vai te levar rumo à aprovação. Tome as rédeas do seu estudo e ponham uma coisa na cabeça: O ESTUDO TEM QUE FAZER SENTIDO PRA VOCÊS. Se não fizer, não adianta. Por isso, seguir cegamente o que alguém fez pra passar, ou algo que o seu “coach” passou sem se perguntar por que, só porque ele disse, não é algo muito inteligente. Sempre questione. Questione durante o processo, e não no fim, quando o prejuízo já está bem maior. Sempre dê feedback. Eu pelo menos sempre peço aos meus alunos. Ninguém é dono da razão!
Mente forte, estudo saudável. Mente fraca, estudo insano

Gente, botem na cabeça. Se quantidade de estudo fosse determinante pra aprovação, não teríamos tanta gente estudando por TANTO TEMPO, TANTAS HORAS POR DIA, e sendo reprovado. Se você concordar com isso, significa que tem uma mente mais forte e parou para pensar no processo, o que é ótimo. Então naturalmente vai dar uma diminuída nos seus estudos (principalmente no domingo) e dar aquela descansada pra recarregar as energias, consolidando o que aprendeu na semana, e abrindo espaço pro que vai aprender na semana seguinte. Se você não concordar com isso, significa que tem uma mente mais fraca e não está pensando no processo, o que não é legal. Vai continuar estudando do jeito que sempre fez, e continuar tendo os resultados que sempre teve. Alerta: isso não é pra você parar de estudar em fins de semana. É só pra você avaliar se está adiantando! Bons estudos e boa semana!
A importância da definição do concurso

E aí meus amigos, tudo bem? Firmes na luta? Espero que sim. Hoje venho aqui falar de um tema que atormenta muitos concurseiros: a escolha do cargo/concurso para focar. Ultimamente, vemos que foram disparados muitos editais, principalmente para carreiras de técnicos e analistas, o que acaba deixando qualquer um maluco com a infinidade de possibilidades (e olha que o cenário que pintavam era justamente de uma queda no número de concursos – felizmente estavam errados). Para citar os mais conhecidos, hoje temos abertos os editais do TRE-BA, TRE-PR, TRT-SC, TST, TR…. , isso sem contar com os que estão muito próximos de abrir, como TRF5, TRT7, MPU. E aí, como faz para escolher? 1) Grana – Ir fazer este concurso cabe em seu orçamento? É aquela conhecida frase: “cada um sabe onde o calo aperta”. Não tem nem como começar a pensar em fazer um concurso se você passa por dificuldades financeiras que tornam impossível pagar passagens, inscrição, hospedagem e outros gastos que surgem para se ir fazer uma prova. Algumas vezes chega-se a gastar quase 3 mil reais com tudo isso, e sabe-se que alguns não tem como custear esse valor sem dispor do essencial. Dessa maneira, calcule os gastos, veja se cabe no seu orçamento, e, se não couber, retire-o da lista. Exceção: quando você estiver MUUUITO preparado, tiver batido na trave ou já tiver passado em concursos semelhantes, talvez valha a pena fazer. Mas se planeje bem pra isso. No caso de o concurso caber no seu orçamento, vamos pros próximos passos. 2) Preparação – você vem focando nesse concurso ou tem a famosa “síndrome do edital”? Pra quem não conhece, a síndrome do edital é conhecida no universo concurseiro como aquela vontade de fazer todo concurso que surge pela frente, achando que está preparado pra tanto, ou então, e isso se aplica pra concursos em sua cidade ou estado, pensar que não custa nada fazê-lo. Temos alguns problemas aqui. Primeiro: como você vem estudando? De uma maneira geral, albergando matérias em comum aos diversos concursos (exemplos de português, raciocínio lógico, constitucional, administrativo, etc.)? Ou de maneira específica, esperando aquele tão sonhado edital aparecer? Se for o segundo caso, não recomendo de forma alguma fazer o concurso mais próximo, para ir “pegando bagagem”. Isto porque você sai totalmente do seu foco, mesmo sem perceber. Lembre-se do ditado: mais vale um pássaro na mão que dois voando. Isto vale também para concursos. Se você está focado em determinado concurso, faça apenas ele, ou semelhantes a ele (exemplo de estudar para TJ, e fazer TRF ou TRE). Já, do contrário, caso você venha adquirindo uma base (carreiras jurídicas em geral, por exemplo), você pode fazer escolher algum para ir pegando bagagem, pois você só precisaria direcionar aquele estudo geral para o estudo específico baseado no edital. 3) Como saber se terei chances de passar antes de pagar passagens/hospedagem? – Essa é uma dica muito interessante, meus amigos. É quase impossível a pessoa saber se dá pra fazer este ou aquele concurso no período de inscrições, razão pela qual recomendo que o concurseiro, caso tenha dúvidas (porque às vezes, pra aqueles que tem bom senso, há uma certeza de que não passará), pague a inscrição e espere um pouco para pagar passagens e hospedagem (normalmente o mais caro). Nesse ínterim, aconselho a fazer 2 ou 3 simulados espaçadamente, com no mínimo uma semana de intervalo. Os simulados devem ser provas do mesmo estilo da que você fará. Caso você vá bem nessas provas (deve ser comparada à nota de corte real dela), pode pagar passagens e hospedagem, porque no mínimo você terá alguma chance de passar. E sempre que há chances, vale a pena se testar. Passadas essas três fases, caso a resposta seja positiva, se inscreva e parta para a briga! Ahhh! E não olhe a concorrência. Nunca vai ajudar! Muitas vezes você só concorre consigo mesmo. Fica a dica. E para melhorar ainda mais sua preparação, a ADN Concursos otimiza o estudo do aluno de acordo com o seu tempo disponível por meio de um método totalmente objetivo. Saiba mais aqui Um grande abraço e até a próxima!
