Faça questões do que NÃO estudou no dia

Talvez esse seja o ponto mais polêmico do método que utilizo com os alunos da ADN Concursos. O primeiro pensamento que vem a mente é: “Poxa, vou errar tudo”. Ao que sempre pergunto: E DAÍ? E daí se errar agora? O momento pra errar é justamente agora. Melhor errar agora do que na prova. Fazer questões do que acaba de estudar (e naturalmente acertar a maior parte delas) faz parte de uma grande zona de conforto que afeta boa parte dos concurseiros. Ao seu lado, ainda temos outras: não fazer simulados, estudar somente as matérias que gosta, confiar apenas nos cursinhos, estudar da maneira que gosta (ler informativos e não ler a lei seca, por exemplo), etc. Uma zona de conforto, apesar do nome, sempre será algo indesejado, e, se tratando de estudo, é aquilo que deixa o cérebro confortável. Se seu cérebro está confortável, as ligações que ele está fazendo estão muito fáceis, e por conseguinte são mais frágeis. Se você pensa mais em algo, força mais seu cérebro, as ligações ficam mais fortes. Por isso que é importante fazer questões do que não estudou. “Mas Adalberto, eu nunca li esse tema, ou já faz mil anos que vi, como vou lembrar?”. A menos que você tenha caído de paraquedas no mundo dos concursos (uma pessoa da educação física que resolveu iniciar os estudos pra concurso), você viu aquele tema, nem que seja na faculdade. Mas por mais que não lembre dele, você também pode fazer as questões, porque elas vão te servir pra saber como aquele tema misterioso é cobrado nas provas. Quando você for estudar, vai ficar mais atento a ele. Isso já foi provado por pesquisas. Ademais, o importante não é acertar a questão e sim aprender o conteúdo que tem nela, e, muitas vezes, pra aprender, é melhor errar que acertar. A vaidade por acertar muitas questões acaba nublando nossos olhos pro que realmente importa. Além disso, se você fizer questões do que não estudou, esta será a melhor forma de revisar o conteúdo já visto (aquilo que você já estudou há um tempo e esqueceu), porque você estará revisando de forma prática, como cai em prova, e sua fixação será melhor. Agora só cabe a você refletir o que te dará mais resultados! Grande abraço!
Não existem métodos de revisão perfeitos (pelo contrário)

Muita gente (mas muita mesmo) me pergunta sobre métodos de revisão. Alunos, amigos, servidores, todos querendo descobrir a fórmula mágica de revisar e lembrar do máximo que conseguir, se queixando porque nunca conseguiram encaixar um jeito. E eu sempre respondo da mesma forma. Os métodos de revisão propagados por aí são ILUSÃO. Essa é a palavra. Ilusão porque você acredita que dá certo no início, mas depois começa a se complicar e por fim chega à conclusão (como chegou esse povo acima) que não vão conseguir fazer, culpando a si mesmo pela indisciplina. Mas o problema está justamente na revisão. E ele deriva lá do início. Quando esses métodos malucos de revisar foram criados (pode escolher qualquer um: 1 dia 1 semana 1 mês 6 meses , 7, 15, 30, etc), foram baseados numa falsa premissa de combate a curva do esquecimento que um cientista maluco empregou no começo do século xx. O que ninguém fala é que essa tática era pra decorar sequências de letras e números (sem significação: AOP, KHE, HIV, PTM, etc). Não era pra aprender nada significativo. Foi desmascarada pouco tempo depois, sendo que os especialistas de concurso se apropriaram dela porque é “mais fácil” de explicar e joga a culpa toda pra cima do usuário que não consegue executá-la. Além do problema conceitual, ainda há um problema prático. Com o tempo, a revisão fica inviável porque você não consegue bater as metas. Ao invés de um estudo qualitativo, passa a focar num estudo quantitativo, para que as revisões possam ser executadas, o que acaba prejudicando seu aprendizado, como já falei aqui que o estudo deve ser qualitativo e não quantitativo. A conclusão é você dificilmente conseguira cumprir essas metas de revisão, e, mesmo se conseguisse, seria ineficiente. E aí, o que eu faço? Estude no seu ritmo. As revisões assistemáticas por meio de questões serão as melhores maneiras de fixar o conteúdo. A revisão de véspera de prova (revisão do que foi estudado até aquele momento, a ser feita de 2 semanas a 1 mês antes da prova) também é uma boa. A repetição de temas prioritários é outra saída. É isso. Espero que tenha aclarado um pouco a ideia. Um abraço!
ADN Concursos acerta questões na prova do TJ-AL

Sempre reforçamos para vocês a importância de se treinar simulados antes de encarar a hora da verdade. Na ADN Concursos, procuramos estudar e buscar ao máximo trazer simulados bem parecidos com o que você encontrará no grande dia. Na prova do TJAL não foi diferente. Assim como já tínhamos trazido pra vocês no TJPE, tivemos a felicidade de passar para os alunos questões praticamente idênticas às que eles encontraram em suas provas. A prova teve diversas questões bem semelhantes, mas separamos algumas praticamente gêmeas. Confira e não se assuste! Vem estudar com a gente! Começando pela prova de Analista Judiciário (perceba que vez ou outra acertamos até o número que a questão virá na prova): Analista Judiciário: No simulado: 41. Diversos autores, para facilitar o estudo das Constituições, fornecem classificações das mais diversas ordens para essas Cartas, na busca de esclarecer os traços mais marcantes desses Estatutos Supremos dos Estados, apontando seus pontos comuns e particularidades em relação a outros Textos Constitucionais. Desta feita, aponte a alternativa que apresenta a classificação da Constituição da República Federativa do Brasil, de 1988, segundo o modo de elaboração, origem, extensão e estabilidade, respectivamente: a)Histórica, Outorgada, Analítica e Imutável. b)Dogmática, Outorgada, Sintética e Rígida. c)Histórica, Pactuada, Analítica e Imutável. d)Dogmática, Outorgada, Sintética e Flexível. e)Dogmática, Promulgada, Analítica e Rígida. Na prova… 41 Após um conflito armado interno, o grupo vitorioso elaborou nova Constituição para o País Delta. Ato contínuo, submeteu o texto a plebiscito popular, daí resultando a sua aprovação por larga maioria. A Constituição assim aprovada dispôs que parte de suas normas somente poderia ser alterada com observância de um processo legislativo qualificado, mais rigoroso que o das demais espécies legislativas, enquanto que a outra parte poderia ser alterada com observância do processo legislativo adotado para as leis ordinárias. À luz da classificação das Constituições, a Constituição do País Delta pode ser classificada como: (A) democrática, material e rígida; (B) cesarista, formal e semirrígida; (C) promulgada, material e flexível; (D) participativa, formal e semirrígida; (E) popular, material e rígida. No simulado: 61. Emanuel e Sheila, em colusão e com o objetivo escuso de fraude à legislação tributária, simularam um litígio perante a Justiça Estadual, que não teve a intervenção do Ministério Público, em razão da ausência de interesse público subjacente à simulada lide. Após quatro anos da última decisão proferida no processo, o Ministério Público teve ciência dessa colusão e ajuizou ação rescisória, postulando a desconstituição da decisão de mérito transitada em julgado. Diante dessa situação hipotética, de acordo com o CPC, é correto afirmar que: a)o Ministério Público não tem legitimidade para ajuizar ação rescisória, pois não foi parte no processo; b)o Ministério Público tem legitimidade para ajuizar a ação rescisória e o direito à rescisão não se extinguiu, pois o prazo deve ser contado a partir da ciência da simulação ou da colusão; c)o Ministério Público não tem legitimidade para ajuizar ação rescisória, pois não interveio no processo como custos legis; d)embora o Ministério Público tenha legitimidade para ajuizar a ação rescisória, extinguiu-se o direito à rescisão em face do transcurso do prazo decadencial de dois anos; e)o Ministério Público tem legitimidade para ajuizar a ação rescisória e o direito à rescisão não se extinguiu, pois o prazo para a propositura é de cinco anos. Na prova: 61 Quanto à ação rescisória, é correto afirmar que: (A) o prazo para o seu ajuizamento é de dois anos, a fluir da data da prolação da decisão rescindenda; (B) o Ministério Público não tem legitimidade para ajuizá-la; (C) é cabível para impugnar decisão que, embora sem ser de mérito, impeça a admissibilidade do recurso correspondente; (D) é exigível do autor o depósito de 5% sobre o valor da causa, ainda que se trate de beneficiário da gratuidade de justiça; (E) não é admissível a concessão de tutela provisória. No simulado: 62. No que se refere ao mandado de segurança, é correto afirmar que: a)a sentença concessiva da ordem está sujeita ao duplo grau de jurisdição obrigatório, podendo ser impugnada por recurso de apelação, interponível, inclusive, pela autoridade impetrada; b)a inobservância do prazo de cento e vinte dias para a sua impetração importa na decadência, e a sentença que a reconhece, após transitar em julgado, impede a formulação do mesmo pedido, amparado na mesma causa petendi, ainda que venha a ser adotado o rito comum; c)a execução da sentença concessiva da ordem pode abarcar vantagens pecuniárias vencidas no curso da demanda, a contar da data da edição do ato impugnado; d)o procedimento do “writ”, diante de seu status constitucional, admite a inspeção judicial, desde que imprescindível à comprovação das alegações autorais; e)a decisão concessiva da medida liminar, na primeira instância, é impugnável pelo recurso de agravo de instrumento, não o sendo, todavia, a decisão que a indefere. Na prova… 59 Quanto ao procedimento do mandado de segurança, é correto afirmar que: (A) a sentença concessiva da ordem não pode dar azo à instauração de execução por quantia certa; (B) é admissível o ingresso de litisconsorte ativo, depois de o juiz deferir a liminar; (C) a eficácia condenatória da sentença concessiva da ordem retroage à data da edição do ato administrativo impugnado; (D) a autoridade impetrada tem legitimidade para interpor recursos; (E) o acórdão denegatório da ordem, nas hipóteses de competência originária dos tribunais, poderá ser impugnado por recurso extraordinário ou especial. No simulado: 72. Em relação à colaboração premiada, prevista na Lei n° 12.850/2013, é correto afirmar: a)Para a concessão do benefício da colaboração, consistente na redução da pena em até 2/3, o juiz levará em conta a eficácia da colaboração e não a personalidade do colaborador. b)O Ministério Público poderá deixar de oferecer denúncia contra o colaborador líder da organização criminosa. c)O processo relativo ao colaborador poderá ser suspenso por até 6 meses, improrrogáveis, até que sejam cumpridas as medidas de colaboração, suspendendo-se também o respectivo prazo prescricional. d)Se a colaboração for posterior à sentença, a pena poderá ser reduzida até a metade ou será admitida a progressão de regime ainda que
