Concursos 2018/ 2019: saiba o que vem por aí!

Estamos a poucas semanas do final do ano, mas já é possível prevermos o que vem por aí. Se você é formado em Direito ou tem alguma outra formação superior, chances não faltam nos concursos 2018/2019. Até o ano que vem, estão previstas ótimas oportunidades na carreira pública para este perfil. Também há diversas oportunidades para candidatos que possuem o ensino médio. Se você sonha atuar na Segurança Pública, a Polícia Rodoviária Federal é a próxima a abrir concurso para policial. Para o concurso PRF, é preciso que o candidato tenha nível superior em qualquer área de formação, entre outros requisitos. Também da área da Segurança, a Polícia Civil do Rio de Janeiro abrirá edital em breve. Na carreira Fiscal, a Bahia e o Distrito Federal anunciaram seleções para auditor-fiscal. Um dos mais aguardados, sonho de muitos concurseiros, é o concurso da Receita Federal. Para o edital ser divulgado, a Receita precisa de autorização do Ministério do Planejamento. Mas não precisa se preocupar, porque o pedido de concurso já está em análise. Quer saber mais sobre alguns dos concursos para 2018/2019? Acompanhe a lista que elaboramos a seguir. Concursos da carreira policial A área da Segurança Pública tem alguns dos concursos mais aguardados para os próximos meses. O principal deles é o da Polícia Rodoviária Federal, que deve sair ainda em 2018. Serão 500 vagas de policial rodoviário federal. Como o concurso tem diversas etapas, a posse deve ocorrer apenas em 2019. Os convocados já poderão receber a remuneração com o reajuste, que será de R$10.357,88. Além da formação superior, os candidatos precisam ter carteira de habilitação na categoria B ou superior. Outras seleções aguardadas são as das Polícias Civis do Rio de Janeiro, Espírito Santo, Distrito Federal e Ceará. No ES, o governador Paulo Hartung autorizou no dia 21 de agosto o concurso para 33 vagas no cargo de delegado de polícia. É preciso ser formado em Direito. A remuneração é de R$10.058,56. O concurso para o Rio de Janeiro foi autorizado pelo governador Luiz Fernando Pezão em julho. Serão 96 vagas de auxiliar de necropsia, para nível fundamental; técnico de necropsia, com nível médio; inspetor, com superior em qualquer área e CNH categoria B; perito legista, para formados em Medicina, Odontologia, Farmácia ou Bioquímica; e delegado, para graduados em Direito. No DF, o concurso para 300 vagas de escrivão está autorizado desde agosto. Também para nível superior, o salário inicial é R$8.698,78, referente à terceira classe. O governador Camilo Santana autorizou em agosto o concurso para a Polícia Civil do Ceará. Serão 1.496 vagas para os cargos de delegado, escrivão e inspetor. Concursos da carreira fiscal A Secretaria de Fazenda da Bahiajá trabalha no concurso para auditor-fiscal. O concurso terá 60 vagas e a banca é a Fundação Carlos Chagas. Já a Secretaria de Fazenda do DFteve o prazo para divulgar o edital estendido, com limite final para abril de 2019. O concurso deverá ter 120 chances para auditor, entre vagas e cadastro. No Alagoastambém tem concurso previsto, com 90 vagas de auditor-fiscal e auditor de finanças. Um dos mais aguardados, entretanto, é o concurso da Receita Federal, cujo pedido é analisado no Planejamento. Como é uma carreira muito desejada por concurseiros, a dica que podemos dar é que você comece a se preparar o quanto antes. Quer um bom motivo para prestar esse concurso? As remunerações chegam a R$20.123,53 para auditor! E quer mais uma dica? Treinar para as provas com questões é uma das técnicas mais usadas por concurseiros. Mas você sabe as vantagens de estudar com simulados? Concursos para defensorias Se você sonha tornar-se um defensor público, não vão faltar oportunidades. A Defensoria de SP teve concurso autorizado em setembro para o cargo. Minas Gerais também já trabalha em um concurso para a função, assim como o Tocantins. Esses últimos estados já designaram uma comissão para acompanhar todos os procedimentos. Concursos para magistratura estadual Quem tem o sonho de ingressar na magistratura tem algumas oportunidades confirmadas. No Paraná, a presidência do TJ do estado autorizou o concurso em junho deste ano. Na ocasião, havia 39 vagas a serem preenchidas, parte pelo concurso em andamento de 2016/2017 e parte pelo novo concurso. O TJ de Alagoas teve concurso para juiz autorizado em março, e o de Goiás já estuda realizar um novo. E mesmo que ainda não tenha prazo, é importante começar a preparação o quanto antes. Afinal, são diversas matérias com um longo tempo de prova, que você precisa estar preparado. Concursos para Ministério Público Outra carreira com vagas previstas é a de promotor público. A comissão do concurso para o Ministério Público do Ceará começou a se reunir em maio deste ano e a expectativa inicial era de que o edital fosse divulgado ainda em 2018. O MP de Santa Catarina também prepara o concurso da carreira, que tem remuneração bruta inicial de R$24.818,72. O MP do Piauí já divulgou o regulamento do concurso para promotor, que exige bacharelado em Direito e atividade jurídica de pelo menos três anos. O mais recente a ser autorizado foi o concurso do Ministério Público de São Paulo, que também já divulgou o regulamento. Mais concursos 2018/ 2019 para você se preparar O edital para técnicos e analistas do TRT-BA não ficará mais para 2018. O concurso deve sair em 2019, visto que este ano os gastos do órgão já foram grandes. Outro tribunal que estuda um concurso para servidores é o Tribunal Regional Federal da 3ª região, em São Paulo e Mato Grosso do Sul. Por enquanto, não há data definida para sair o edital de técnicos e analistas. Um dos concursos 2019 mais aguardados certamente é o do INSS. Porém, depende de autorização do Ministério do Planejamento para acontecer. São mais de 7 mil vagas pedidas, para técnicos de nível médio, analistas para nível superior em diversas áreas e peritos médicos. Dois concursos abertos que você não pode deixar de ver são o do Ministério Público de Pernambuco e da AGU. O MP-PE oferta 23 vagas mais cadastro, sendo dez para analista ministerial e 13 para técnico ministerial. As inscrições vão até 26 de outubro no site da FCC, com provas em dezembro. A AGU inscreve até 4 de

Concurso MPU: para qual Estado concorrer?

Muitos candidatos sentem dificuldades na escolha de qual Município/Estado irão concorrer em um concurso público. São muitas variáveis envolvidas e a decisão a ser tomada surtirá efeitos por alguns anos. Afinal, o objetivo é ser aprovado e nomeado para aquela localidade indicada no momento da inscrição. No concurso do MPU não está sendo diferente. Muitas dúvidas aparecem quando o assunto é a escolha da unidade da federação no momento da inscrição. Não há uma resposta única para todos os casos. Há vários fatores que os candidatos devem considerar antes de tomar essa decisão. Mas quero te ajudar. Para quem não me conhece, meu nome é Marcelo e sou servidor do MPU desde 2006, exercendo minhas atribuições no Ministério Público Federal no Ceará. Vou falar aqui sobre a questão das vagas, comparativo das notas de corte do último concurso, listagem geral, entre outros assuntos. Espero que você tenha melhores condições de decidir para qual Estado irá concorrer depois de ler as informações a seguir. Vamos lá? Quando o assunto é a oferta de vagas, tenho notado que muita gente fica preocupada com o quantitativo previsto no edital. “Isso é um absurdo… apenas 3 vagas de analista para o Distrito Federal… não adianta nem tentar” e “Será que vale a pena concorrer para tão poucas vagas?” foram algumas perguntas que ouvi nos últimos dias. Isso me motivou a realizar um levantamento das informações do último concurso. Logo, o que aconteceu no passado não se repetirá necessariamente no futuro, mas é uma boa orientação nessa tomada de decisão. Tomando como exemplo o cargo de analista do MPU, foram previstas no edital de 2013 apenas 9 vagas + cadastro de reserva para o Distrito Federal. Você sabe quantos foram nomeados? Algum palpite? 700! Isso mesmo… 700 analistas nomeados para o DF. Fiz um levantamento para as demais localidades, podendo o download ser feito gratuitamente no link indicado ao final do texto. Quer outro exemplo? Para o Rio de Janeiro estavam previstas para o cargo de técnico 2 vagas + CR e no decorrer do prazo de validade do concurso foram nomeados 170 candidatos. Nada mal, hein? Com isso, quero que perceba que o MPU costuma convocar muito além do fixado inicialmente. Não se deixe desanimar com o “aparente” pequeno número de vagas. Procure fazer uma boa prova que, mesmo aprovado fora das vagas, você tem grandes chances de ser nomeado mais à frente. Mas agora vem um outro detalhe: a nota de corte varia de uma localidade para outra? Sim. Comparando as notas de corte do último concurso para o cargo de analista, percebemos, por exemplo, que o último nomeado para o Estado do Pará não teria sido convocado se tivesse escolhido o Distrito Federal como opção de lotação. O inverso também é verdadeiro: vários alunos que prestaram prova para o DF não foram nomeados, mas teriam sido se tivessem escolhido outro Estado, como Amazonas, Pará, entre outros. Então escolho o que apresentou menor nota de corte? Depende, pois além desse critério há outros aspectos a serem considerados, tais como estrutura e qualidade da cidade, opções de lazer, distância até a cidade natal, clima etc. Sei que não é fácil, mas uma decisão tem que ser tomada. Sugiro que faça o seguinte: 1) primeiramente, coloque em ordem crescente os Estados de acordo com a nota de corte do último concurso; 2) faça a seguinte pergunta a si mesmo: eu moraria nessa localidade pelos próximos anos? Lembrando que o servidor deve permanecer pelo menos 1 (ano) na sua lotação inicial antes de participar de um concurso de remoção, que nem sempre ocorre com a frequência desejada; 3) se a resposta à pergunta acima for negativa, passe para o Estado seguinte até encontrar aquele que você toparia morar ali por algum tempo. Antes de mais nada, é bom lembrar ainda que foi prevista no edital desse ano a listagem geral, reunindo-se todos os aprovados, independentemente da UF. Dessa forma, o candidato aprovado e classificado no concurso poderá́ ser nomeado, no âmbito do MPU, para UF de vaga diversa daquela para a qual foi aprovado, onde não haja candidato aprovado. Isso permite, por exemplo, que um candidato aprovado na Bahia seja nomeado para São Paulo, onde não foram previstas vagas no edital. São muitas possibilidades, não é mesmo? O que não dá é para perder a oportunidade de ingressar em uma das melhores carreiras do serviço público. Ah, antes que eu esqueça, segue link para você fazer o download do estudo que elaborei: https://promo.adnconcursos.com.br/comparativos-notas-concursos-mpu-2013 Se não souber como montar seu planejamento até a prova, não deixe de conhecer nossos planos de estudos. Neles, indicamos quando estudar cada matéria, como estudá-la e que assuntos priorizar de acordo com sua carga horária de estudo disponível, seja ela de 20h, 30h ou 40h semanais. Clique aqui para maiores informações. Espero ter te ajudado. Um abraço e contem conosco para o que for necessário, Marcelo Vasconcelos Consultor ADN Concursos

Polícia Rodoviária Federal (PRF) – Uma carreira de apaixonados!

Se por acaso um dia você tiver oportunidade de trocar algumas palavras com um Agente da Polícia Rodoviária Federal (APRF) e, nesta conversa, você curiosamente perguntar: Qual o lema da PRF? Sua resposta será: PRF Orgulho de pertencer! E essa é a mais pura verdade. Meu nome é Adriano e sou PRF da primeira turma de 2012, e a cada dia que passa sinto mais orgulho desta carreira. Agora também estou na ADN orientando aqueles que, como eu sonhei um dia, almejam pertencer a esta instituição. A PRF está presente em todo o território nacional. Sua estrutura conta com uma unidade administrativa central, a Sede Nacional, situada em Brasília, e Unidades Administrativas Regionais, representadas por 27 Superintendências. Além disso, é formada por 150 Subunidades Administrativas e 413 Unidades Operacionais (UOPs), totalizando, assim, mais de 550 pontos de atendimento em todo o Brasil. Organizacionalmente, a PRF se diferencia pelo fato de ser uma carreira de cargo único, ou seja, todos são iguais nesse órgão. Não existe a figura do delegado, escrivão ou perito, como na sua irmã PF. Sua hierarquia é baseada na competência, o que significa que as funções de confiança são mobiliadas por servidores com expertise para desempenhá-las, independente do tempo de serviço. É exatamente isso que você entendeu, quando você tomar posse no cargo de APRF, sua competência será avaliada e a chance de você assumir alguma função de confiança é bem concreta. Atualmente, a remuneração da PRF é composta de uma parcela única denominada subsídio, à qual são somados o auxílio alimentação e um pequeno ressarcimento do que o servidor dispende com plano de saúde. Sobre o subsídio incidem os descontos como, por exemplo, o Imposto de Renda Retido na Fonte e a seguridade social. (Tabela de remuneração: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2016/lei/L13371.htm) O último concurso para esta bela carreira foi realizado no ano de 2013, tendo sido disponibilizadas aos candidatos 1000 vagas, mas, como é comum na PRF, sempre são chamados muito mais que o número de vagas previsto, chegando a serem convocados o dobro do quantitativo mencionado no edital. Se interessou? Então acelere o passo. Planeje seus estudos com a ADN, pois esse ano haverá um novo certame. O quantitativo inicial será de 500 vagas, número que provavelmente será bem dilatado. Boa sorte, camaradas! Autor – Adriano Aguiar

Primeiro passo, definir o objetivo!

Napoleon Hill foi um escritor e empreendedor nascido nos EUA no ano de 1883. A ele é atribuída a construção de uma filosofia de realização pessoal baseada no estudo das mentes de centenas de pessoas bem-sucedidas, dentre elas estão Henry Ford, Thomas Edisonn e Alexander Graham Bell. Seus ensinamentos influenciaram gerações inteiras de líderes que buscavam o sucesso pessoal. Você deve estar se perguntando: – Por que os feitos deste escritor interessam a mim, que busco a aprovação em um concurso público? A resposta a este questionamento encontra-se nas linhas abaixo. Nosso amigo Napoleon escreveu no seu livro “A escada para o triunfo” – “Para ser bem-sucedido em qualquer tipo de tarefa você deve ter uma meta definida para atingir. Você precisa ter planos definidos para alcançar este objetivo”. Ou seja, nenhum objetivo será atingido por meio de um plano aleatório, e sim através de um plano sistemático e consistente. Esta afirmação retrata perfeitamente a vida de quem almeja alcançar um cargo público, pois em toda minha trajetória prestando concursos, conheci muita gente que ficou pelo caminho, não por falta de capacidade e sim por não terem um plano de estudo bem definido. Por outro lado, também tive a satisfação de conhecer várias pessoas que souberam se planejar e encurtaram sobremaneira seu caminho até a aprovação. Ainda sobre os ensinamentos do mestre Hill, a mente humana é como um imã que atrai os pensamentos dominantes nela mantidos, especialmente aqueles que constituem um plano ou objetivo bem definido. Por exemplo, se uma pessoa estabelece como seu objetivo principal a aprovação em um concurso público, imediatamente essa meta torna-se uma influência dominante em sua mente e essa influência vai leva-la a fazer o que for necessário para alcançar o sucesso. Resumindo, existem muitas pessoas que sonham passar em um concurso, porém somente aquelas que tornam isso um objetivo de vida alcançarão o sucesso. Por fim, lembrem-se sempre que o objetivo de quem estuda para concursos públicos não é dominar todas as matérias previstas no edital, seu objetivo é a aprovação para o cargo que almeja, pois os editais contemplam cada vez mais assuntos e o tempo provavelmente é muito escasso, logo dificilmente dominará todos os tópicos do conteúdo programático, o que nem se faz necessário, uma vez que você saiba planejar seu estudo e otimizar seu tempo dedicando-se somente ao que realmente importa. Autor – Adriano Aguiar

O ciclo PDCA e a preparação para concursos públicos

O ciclo PDCA é uma técnica muito empregada pelas organizações para controle e melhoria contínua de processos e produtos, contribuindo significativamente para o alcance das metas definidas pelas empresas. O ciclo PDCA, que significa Plan, Do, Check, Action (Planejar, Fazer, Verificar e Agir) é uma ferramenta que pode, e deve, ser utilizada pelos candidatos nos concursos públicos, pois não é possível se preparar corretamente para uma prova sem um planejamento bem montado. Vejamos como adaptar cada uma das etapas do ciclo PDCA à preparação para concursos públicos: – Planejar É a etapa mais importante do ciclo, devendo o aluno definir nessa fase o seu objetivo e verificar aquilo que é necessário para alcançá-lo. Assim, antes de “devorar os livros”, é necessário planejar quando e como estudar cada matéria, que assuntos priorizar e por onde estudá-los. Isso deve ser feito no início da preparação ou logo após a publicação do edital. Entretanto, venho notando que muitos candidatos não planejam adequadamente os estudos. Muitos deles nem sabem o que irão estudar amanhã… deixando para decidir isso a depender do seu “estado de humor”. Essa atitude acaba fazendo com que o estudante se dedique às matérias de que mais gosta, quando deveriam estar priorizando as disciplina que sentem mais dificuldades. A ausência de um planejamento adequado é responsável por grande parte das reprovações em provas de concursos públicos. – Fazer Após o planejamento, está na hora de executar, ou seja, estudar o que foi definido na etapa anterior. Para tanto, o concurseiro deve mostrar dedicação, força, comprometimento, responsabilidade e foco para cumprir o que foi planejado. – Verificar Essa etapa consiste em verificar se o que foi planejado está produzindo resultados positivos. Isso pode ser avaliado pelo índice de acertos nas questões e pelo desempenho em simulados. Inclusive, já falamos aqui no blog sobre a importância deles na preparação dos concurseiros. – Agir Nessa fase, o planejamento deve ser ajustado para corrigir o que for necessário para reforçar as deficiências encontradas pelo aluno. Assim, caso o aluno esteja com um baixo aproveitamento nas questões de Português, ele deve dedicar mais horas de estudo para essa matéria, diminuindo em contrapartida a carga horária de outra disciplina em que esteja bem. Ou seja, o planejamento não é algo estático, devendo sempre ser aprimorado para que os objetivos sejam alcançados o mais rápido possível. Agora é com você. O que acha de montar agora mesmo o seu planejamento de estudos? Vou te ajudar nessa jornada com um simples passo a passo: 1) identifique para qual carreira pretende se preparar; 2) antes de iniciar os estudos, pegue o edital do concurso e analise-o com calma; 3) identifique quais matérias serão cobradas, a quantidade de questões e o peso de cada uma delas na nota final da prova; 4) distribua as matérias durante a semana de acordo com o seu tempo disponível de estudos (horário de estudos) e a importância de cada uma delas para a prova; 5) após 2-3 semanas, resolva um simulado e veja suas deficiências; 6) elabore um novo horário de estudos para reforçar as deficiências identificadas e repita o passo 5. Ultimamente, estão saindo vários editais. São inúmeras oportunidades para você aproveitar. Com certeza, um bom planejamento te ajudará a alcançar cada vez melhores resultados. Vamos que vamos!!! Marcelo Vasconcelos

ADN Concursos acerta questões na prova do TJ-AL

Sempre reforçamos para vocês a importância de se treinar simulados antes de encarar a hora da verdade. Na ADN Concursos, procuramos estudar e buscar ao máximo trazer simulados bem parecidos com o que você encontrará no grande dia. Na prova do TJAL não foi diferente. Assim como já tínhamos trazido pra vocês no TJPE, tivemos a felicidade de passar para os alunos questões praticamente idênticas às que eles encontraram em suas provas. A prova teve diversas questões bem semelhantes, mas separamos algumas praticamente gêmeas. Confira e não se assuste! Vem estudar com a gente! Começando pela prova de Analista Judiciário (perceba que vez ou outra acertamos até o número que a questão virá na prova): Analista Judiciário: No simulado: 41. Diversos autores, para facilitar o estudo das Constituições, fornecem classificações das mais diversas ordens para essas Cartas, na busca de esclarecer os traços mais marcantes desses Estatutos Supremos dos Estados, apontando seus pontos comuns e particularidades em relação a outros Textos Constitucionais. Desta feita, aponte a alternativa que apresenta a classificação da Constituição da República Federativa do Brasil, de 1988, segundo o modo de elaboração, origem, extensão e estabilidade, respectivamente: a)Histórica, Outorgada, Analítica e Imutável. b)Dogmática, Outorgada, Sintética e Rígida. c)Histórica, Pactuada, Analítica e Imutável. d)Dogmática, Outorgada, Sintética e Flexível. e)Dogmática, Promulgada, Analítica e Rígida. Na prova… 41 Após um conflito armado interno, o grupo vitorioso elaborou nova Constituição para o País Delta. Ato contínuo, submeteu o texto a plebiscito popular, daí resultando a sua aprovação por larga maioria. A Constituição assim aprovada dispôs que parte de suas normas somente poderia ser alterada com observância de um processo legislativo qualificado, mais rigoroso que o das demais espécies legislativas, enquanto que a outra parte poderia ser alterada com observância do processo legislativo adotado para as leis ordinárias. À luz da classificação das Constituições, a Constituição do País Delta pode ser classificada como: (A) democrática, material e rígida; (B) cesarista, formal e semirrígida; (C) promulgada, material e flexível; (D) participativa, formal e semirrígida; (E) popular, material e rígida. No simulado: 61. Emanuel e Sheila, em colusão e com o objetivo escuso de fraude à legislação tributária, simularam um litígio perante a Justiça Estadual, que não teve a intervenção do Ministério Público, em razão da ausência de interesse público subjacente à simulada lide. Após quatro anos da última decisão proferida no processo, o Ministério Público teve ciência dessa colusão e ajuizou ação rescisória, postulando a desconstituição da decisão de mérito transitada em julgado. Diante dessa situação hipotética, de acordo com o CPC, é correto afirmar que: a)o Ministério Público não tem legitimidade para ajuizar ação rescisória, pois não foi parte no processo; b)o Ministério Público tem legitimidade para ajuizar a ação rescisória e o direito à rescisão não se extinguiu, pois o prazo deve ser contado a partir da ciência da simulação ou da colusão; c)o Ministério Público não tem legitimidade para ajuizar ação rescisória, pois não interveio no processo como custos legis; d)embora o Ministério Público tenha legitimidade para ajuizar a ação rescisória, extinguiu-se o direito à rescisão em face do transcurso do prazo decadencial de dois anos; e)o Ministério Público tem legitimidade para ajuizar a ação rescisória e o direito à rescisão não se extinguiu, pois o prazo para a propositura é de cinco anos. Na prova: 61 Quanto à ação rescisória, é correto afirmar que: (A) o prazo para o seu ajuizamento é de dois anos, a fluir da data da prolação da decisão rescindenda; (B) o Ministério Público não tem legitimidade para ajuizá-la; (C) é cabível para impugnar decisão que, embora sem ser de mérito, impeça a admissibilidade do recurso correspondente; (D) é exigível do autor o depósito de 5% sobre o valor da causa, ainda que se trate de beneficiário da gratuidade de justiça; (E) não é admissível a concessão de tutela provisória. No simulado: 62. No que se refere ao mandado de segurança, é correto afirmar que: a)a sentença concessiva da ordem está sujeita ao duplo grau de jurisdição obrigatório, podendo ser impugnada por recurso de apelação, interponível, inclusive, pela autoridade impetrada; b)a inobservância do prazo de cento e vinte dias para a sua impetração importa na decadência, e a sentença que a reconhece, após transitar em julgado, impede a formulação do mesmo pedido, amparado na mesma causa petendi, ainda que venha a ser adotado o rito comum; c)a execução da sentença concessiva da ordem pode abarcar vantagens pecuniárias vencidas no curso da demanda, a contar da data da edição do ato impugnado; d)o procedimento do “writ”, diante de seu status constitucional, admite a inspeção judicial, desde que imprescindível à comprovação das alegações autorais; e)a decisão concessiva da medida liminar, na primeira instância, é impugnável pelo recurso de agravo de instrumento, não o sendo, todavia, a decisão que a indefere. Na prova… 59 Quanto ao procedimento do mandado de segurança, é correto afirmar que: (A) a sentença concessiva da ordem não pode dar azo à instauração de execução por quantia certa; (B) é admissível o ingresso de litisconsorte ativo, depois de o juiz deferir a liminar; (C) a eficácia condenatória da sentença concessiva da ordem retroage à data da edição do ato administrativo impugnado; (D) a autoridade impetrada tem legitimidade para interpor recursos; (E) o acórdão denegatório da ordem, nas hipóteses de competência originária dos tribunais, poderá ser impugnado por recurso extraordinário ou especial. No simulado: 72. Em relação à colaboração premiada, prevista na Lei n° 12.850/2013, é correto afirmar: a)Para a concessão do benefício da colaboração, consistente na redução da pena em até 2/3, o juiz levará em conta a eficácia da colaboração e não a personalidade do colaborador. b)O Ministério Público poderá deixar de oferecer denúncia contra o colaborador líder da organização criminosa. c)O processo relativo ao colaborador poderá ser suspenso por até 6 meses, improrrogáveis, até que sejam cumpridas as medidas de colaboração, suspendendo-se também o respectivo prazo prescricional. d)Se a colaboração for posterior à sentença, a pena poderá ser reduzida até a metade ou será admitida a progressão de regime ainda que

Contabilidade – Concursos disponíveis e outras dicas

Hoje vamos falar dos motivos para se preparar para o cargo de Analista Contábil dos concursos para os Tribunais Federais (TRE’s, TRT’s, TRF’s, STJ, STF, TSE, TST, STM) e Ministério Público da União (MPU). Existem diversos ótimos motivos para iniciar já a preparação para os sobreditos concursos. Eis a lista dos mais relevantes deles: 1º Remuneração Vamos começar por um ponto de muito interesse dos concursandos, que é a remuneração. Para quem não sabe, as Leis 13.317/2016 e 13.316/2016 aumentaram a remuneração dos servidores públicos do Poder Judiciário Federal e do Ministério Público da União (hoje ambos possuem a mesma tabela remuneratória). Começo falando da remuneração inicial a partir de Junho de 2018. R$ 11.259,82. Além disso, adiciona-se o auxílio alimentação de R$ 884,00. De cara já são R$ 12.143,82. Para quem tem especialização adiciona-se 7,5% sobre o vencimento básico ( R$ 375,32) ; mestrado 10 % (R$ 500,43) e doutorado 12,5 % (R$ 625,54), sendo que é considerado para efeitos de adicional apenas um dos três títulos citados. Além disso, há o adicional de qualificação no importe de 2,5 % sobre o VB a cada 120 horas de cursos de qualificação, muitos deles disponibilizados pelo próprio Poder Judiciário Federal, podendo-se chegar ao valor máximo de 5% sobre o vencimento básico (R$ 250,21) caso o analista contábil perfaça 240 horas de qualificação, que devem ser renovadas a cada 4 anos para que o adicional continue sendo recebido. Ainda existe o auxílio creche no valor de R$ 699,00 para quem tem filho com idade até 4 anos. Observa-se que a remuneração inicial, a partir de junho de 2018, dependendo da situação do candidato (vale a pena simular que valor corresponde à sua situação), pode chegar ao montante de R$ 13.718,57 em pouquíssimo tempo. Lembrando que esse valor é para o nível inicial da carreira, havendo ainda 12 níveis a percorrer, cuja progressão é anual.Fora isso, há ainda 2 aumentos a serem fornecidos aos Analistas do Poder Judiciário Federal e do Ministério Público da União no curto período de sete meses a contar de junho de 2018. A remuneração no final carreira, que leva 12 anos para ser alcançada, pode chegar ao excelente valor de R$ 21.647,65, caso o servidor faça jus aos adicionais acima mencionados. Para quem acha que esse valor chegou ao final, enganou-se mais uma vez. Há várias funções de confiança e cargos em comissão distribuídas entre os mais diversos servidores. Não estou dizendo que você vai receber uma função assim que entrar no serviço público, mas se trabalhar duro pode ser que venha a receber mais uma grana na conta através das FC’s e CC’s. 2º. Estabilidade Os servidores do Poder Judiciário Federal e do Ministério Público da União fazem jus à estabilidade no cargo efetivo após 3 anos de trabalho e aprovação em estágio probatório. Em tempos de crise intensa como a que vivenciamos hoje em nosso País, poder se planejar financeiramente e ter a tranquilidade de que, se trabalharmos corretamente, ninguém tirará nosso cargo público, somada à boa remuneração, é um motivo e tanto para fazer esses concursos. 3º. Excelentes órgãos para trabalhar Os Tribunais Federais e o Ministério Público da União são hoje considerados órgãos de excelência e satisfação profissional para seus servidores, fornecendo uma ótima qualidade de vida! 4º. Férias parceladas em até 3 x no ano e recesso de 18 dias no fim do ano Esse sem dúvida é um diferencial do Poder Judiciário Federal e do Ministério Público da União. Não em relação às férias, que podem ser parceladas dessa forma para todos os servidores sujeitos à Lei 8.112/90, e sim, ter um recesso do dia 20 de dezembro até o dia 6 de janeiro, que possibilita um descanso excelente para o servidor “recarregar as baterias” para o ano seguinte e poder aproveitar a companhia da família nas festas de fim de ano. 5º Carga horária e flexibilidade de horário A carga horária nos Tribunais Federais e no Ministério Público da União é de 40 horas semanais. Todavia, por acordo coletivo de trabalho, a jornada atualmente é de 35 horas semanais. Além disso, o servidor tem uma carga horária flexiva, podendo planejar sua semana e até seu mês de maneira bem tranquila, devendo, claro, cumprir a carga horária estabelecida e entrar em acordo com o chefe, o que geralmente é bem tranquilo. 6º Tele-Trabalho Seguindo a tendência de enxugamento de gastos e de eficiência na Administração Pública, os Tribunais Federais e o MPU já adotam o tele-trabalho. Não são todos os servidores que o adotam, mas parte deles hoje trabalham e batem suas metas no conforto de suas casas. É isso aí pessoal! Espero que tenham gostado do Post e se motivado para estudar para os ótimos concursos de Analista Contábil dos Tribunais Federais e do Ministério Público da União. Abraço e até a próxima! Quer ter uma preparação sólida e altamente eficiente para concursos nas carreiras fiscais e de analista em contabilidade? A ADN CONCURSOS oferece uma consultoria altamente especializada em concursos públicos que vai te ajudar de fato a estudar objetivamente com eficiência e produtividade, fazendo com que consiga economizar vários meses ou até anos de preparação para lograr êxito na tão sonhada aprovação. Clique aqui e agende já a sua entrevista com um consultor!

Concursos da área fiscal – vantagens em se estudar e editais abertos

Resolvi fazer esse post sobre concursos da área fiscal, área essa tão cobiçada por vários concurseiros de todo o país. Existem muitas vantagens relacionadas à carreira fiscal que chegam a tornar a aprovação pra auditor fiscal um verdadeiro sonho pra muita gente, e é sobre isso que vamos falar aqui! Seguem as vantagens de ser um Auditor Fiscal Tributário: Remuneração Vamos começar com um ponto de muito interesse dos concurseiros: a remuneração de Auditores Fiscais. Esta varia de um ente federativo para outro, logo oscilam entre União (Receita Federal do Brasil); Estados (Secretarias de Fazenda) e Municípios (Secretarias de Finanças). Vamos começar com a Receita Federal do Brasil. A remuneração inicial a partir de janeiro de 2019 (época em que você poderá estar tomando posse) é no importe de R$ 21.029,09, chegando aos interessantíssimos R$ 27.303,62 no final da carreira de Auditor Fiscal. Pra quem achou que a remuneração para por aí, enganou-se! Foi criado o bônus de eficiência que, fazendo-se uma média, gira em torno de R$ 5.000,00 por mês, passando da cifra de R$ 32.000,00/mês no final de carreira (hoje o teto do Supremo Tribunal Federal é de R$ 33.763,00, ou seja, o Auditor Fiscal da RFB classe especial padrão III está batendo praticamente o teto remuneratório do serviço público brasileiro). Já a remuneração dos fiscos estaduais não fica por baixo. Por exemplo, há previsão fortíssima de haver concurso nesse ano de 2018 para o cargo de Auditor Fiscal da SEFAZ-GO, cuja remuneração inicial é de R$ 20.940,62, bem próxima da remuneração de Auditor Fiscal da RFB. Outro fisco estadual com excelente remuneração é o de Santa Catarina, cujo inicial de Auditor (somado com todos os benefícios do cargo) bate a cifra de R$ 24.177,31, pagando de forma semelhante à Receita Federal do Brasil. Já os fiscos municipais também pagam muito bem, apesar de, no geral, pagarem um pouco abaixo dos fiscos estaduais e federal. A Secretaria de Finanças de Niterói/RJ paga aos seus Auditores Fiscais R$ 21.149,00 (valor do edital do último concurso, que aconteceu em 2015). Há vários outros fiscos municipais que pagam muito bem, como o ISS-Salvador, cujo edital previu R$ 16.821,09 no início de carreira, caso o auditor receba todas as gratificações. Os concursos da área fiscal, sem dúvidas, oferecem remunerações dentre as melhores do país! Estabilidade Os Auditores Fiscais fazem jus à estabilidade no cargo efetivo após 3 anos de trabalho e aprovação em estágio probatório. Em tempos de crise intensa como a que vivenciamos hoje em nosso País, poder se planejar financeiramente e ter a tranquilidade de que, se trabalharmos corretamente, ninguém tirará nosso cargo público, juntamente com a excelente remuneração oferecida, é um motivo e tanto para estudar para os concursos da área fiscal. Variedade de oportunidades na área fiscal Ao contrário de carreiras específicas como a de Diplomata do Instituto Rio Branco e outras, em que as oportunidades são escassas e demoram bastante para aparecer, na área fiscal as oportunidades são diversas. Tendo em mente que temos 1 Governo Federal, 27 Estados (incluindo o DF) e 5.570 Municípios e que cada ente da federação possui fiscais de tributos, dá pra perceber que o leque é gigantesco em oportunidades para a área fiscal tributária. Todo ano há vários concursos nessa área. Mesmo que consideremos apenas os concursos da RFB, Estados e Municípios maiores (em tese, pagam mais), há muitas oportunidades de ser um auditor fiscal de tributos. Ainda, além dos cargos de auditor, há vários cargos de analista tributário, que não possuem uma remuneração tão boa quanto a do cargo de Auditor, mas remuneram razoavelmente bem seus servidores. Volume de matérias te capacita para fazer os mais diversos concursos Por ser um concurso com uma gama de matérias, muitas vezes acima de 15, os concursos da área fiscal dão uma base intelectual para o candidato que o capacita a fazer aqueles outros concursos que aparecem e pagam bem. Não estou dizendo para o candidato da área fiscal “ sair atirando pra tudo que é lado ”. Entendo que o mesmo tem que focar na área fiscal, mas quando sair um desses outros concursos bons, o candidato tem condições de disputar uma vaga por causa da bagagem que possui, precisando estudar apenas alguns assuntos bem específicos e entrar de vez na briga do certame.Formação Genérica na maioria das vezes Outra vantagem da área fiscal é que ela, ao contrário de muitas carreiras (como por exemplo magistratura, defensoria, procuradoria, ministério público, contadoria, economia, administração, engenharia, etc, que exigem uma graduação específica), exige, na imensa maioria das vezes, como único requisito para disputar uma das vagas oferecidas no certame, possuir diploma de nível superior em nível de graduação em qualquer área de formação reconhecido pelo MEC, permitindo que os mais diversos candidatos participem da seleção via concurso público e tenha a chance de receber excelentes remunerações. Há previsão de concursos nessa área pra esse ano de 2018, seguem os certames previstos: Receita Federal do Brasil: foram solicitadas pelo Ministério da Fazenda 630 vagas para o cargo de Auditor Fiscal e 1453 vagas para o cargo de Analista Tributário. Ou seja, há uma expectativa muito grande de que haverá um novo concurso em breve na RFB. A remuneração inicial para o cargo de Auditor Fiscal em 2019 é de R$ 21.029,09, podendo chegar a R$ 27.303,62, fora o bônus de eficiência explicado no início do post e o adicional de fronteira para os auditores que trabalharem nesse tipo de localidade, que, segundo decreto assinado pelo presidente Michel Temer, vai girar em torno de R$ 2.002,00 líquidos. Pré-requisito: diploma de nível superior em nível de graduação em qualquer área de formação em instituição de ensino reconhecida pelo Ministério da Educação. ISS-Fortaleza: Esse concurso está sendo aguardado há bastante tempo, pois o último ocorreu em 2003. Em 2008, até foi lançado um novo edital pra preencher vagas de auditor fiscal e analista, porém, o certame foi cancelado pela prefeita da época e até agora não houve outro concurso da Secretaria de Finanças de Fortaleza. Remuneração inicial

4 dicas para controlar melhor o tempo de prova em concursos públicos

Com certeza, o fator tempo é um dos recursos mais escassos nos dias atuais. Para muita gente, 24h não são suficientes para executar todas as tarefas do dia. Essas pessoas acabam ficando frustradas por não conseguirem “dar conta”. Assim, a administração do tempo tornou-se essencial para alguém ser bem-sucedido. Priorizar aquilo que realmente importa e aprender a dizer “não” devem fazer parte da rotina daqueles que querem ser mais produtivos. Isso também se aplica aos concursos públicos: cada vez mais os candidatos estão se deparando com provas com maior quantidade questões e, para piorar, com enunciados mais longos. E sem falar da cobrança de redação em muitos casos, hein? Inclusive, observei nessas últimas semanas vários candidatos se queixando do pouco tempo das últimas provas. Eles mencionaram frases do tipo: “Você viu aqueles textos de Português? Estavam enormes! Levei 2h para resolver 10 questões.”; “Eram necessárias 6h para resolver todas as questões”; “Restando 1h:30min para o término da prova, percebi que ainda faltavam 15 questões para resolver, bem como a redação. Foi um desastre!”. Ouvi muitas outras reclamações que não vou citar aqui por não ser o objetivo do texto. O que quero que compreenda é que o tempo de prova deve ser trabalhado durante a preparação do candidato. Não podemos esquecer que ele é o mesmo para todos os candidatos. Terá um melhor desempenho aquele que, além de ter estudado de forma orientada, souber melhor administrar o tempo. Vou citar um exemplo: no concurso do TJ-AL serão 80 questões e duas questões discursivas para o cargo de analista judiciário a serem resolvidas em 5h. Para o cargo de técnico, serão 100 questões a serem resolvidas em 4h. Com simples cálculos, percebemos que os candidatos ao cargo de analista terão aproximadamente 2min:37s para resolver cada questão, já descontando um tempo estimado de 1h para a discursiva e 30min para passar o gabarito para a folha de respostas. Para o cargo de técnico o tempo é ainda menor: 2min:06s para cada questão (já descontando o tempo de passar o gabarito). Já pensou em resolver aquelas questões de Português da FGV com textos enormes em 2min:06s? É desesperador, não acha? Então, o que fazer? Antes de dizer o que fazer, vou comentar o que NÃO fazer: – não podemos começar a prova pelas matérias que temos menos afinidade, pois naturalmente levaremos mais tempo para resolvê-las. Além disso, iniciar por essas questões trará um efeito psicológico negativo, já que teremos a impressão de que a prova está dificílima e que não sabemos de nada. – iniciar por Português é uma verdadeira loucura. Você vai perder muito tempo com os textos gigantescos e quando der conta faltará pouquíssimo tempo para as demais questões, que representam maior percentual da pontuação final. – resolver as questões discursivas logo no início também não é um bom negócio. Se você não estiver devidamente preparado, essas questões vão te consumir um tempo precioso e não será possível resolver as objetivas. Não podemos esquecer que é necessário alcançar a nota de corte da prova objetiva para que a discursiva seja corrigida. Mas vamos lá! Agora, quero te passar algumas dicas de como administrar melhor o tempo da prova: 1) Priorize as matérias que se sente mais preparado: iniciando por essas matérias, você resolverá as questões rapidamente, economizando tempo para as questões mais difíceis. 2) Assinale as questões que estiver em dúvida: não sabe da questão ou está em dúvida? Assinale-a e já siga para a seguinte. Não perca tempo. A primeira leitura da prova deve ser destinada à resolução das questões “fáceis”. Após a primeira leitura, você retorna para as questões assinaladas e pode pensar um pouco mais. Quero, com isso, que garanta os pontos fáceis. Afinal, nada pior do que não ter acertado uma questão simples por não ter tido tempo nem de ler o seu enunciado. 3) Leia o tema da redação no início da prova e siga para as questões objetivas: fazendo isso, inconscientemente você vai montando o seu texto enquanto resolve as questões e trará uma enorme economia de tempo quando elaborar o seu texto. 4) Português deve ser resolvida quando decorrido metade do tempo de prova: assim como não é bom resolvê-la no início, também não é indicado deixá-la para o final, uma vez que você estará cansado para ler os longos enunciados delas. Dessa forma, procure resolver as questões de Português quando tiver decorrido 1h:30min-2h de prova. Espero que tenha conseguido chamar sua atenção para a importância de definir a estratégia adequada para resolver provas de concursos públicos de modo a aproveitar o tempo da melhor maneira possível. Vamos que vamos!!! Marcelo Vasconcelos

O sucesso só depende de você!

É muito comum os candidatos ficarem se lamentando após um desempenho insatisfatório em provas de concursos públicos. Essa reação ocorre logo nos primeiros dias após a divulgação do resultado. O que não pode acontecer é o aluno ficar remoendo isso por muito tempo, colocando a culpa do insucesso em outras pessoas ou coisas. Na verdade, o tempo que o candidato perde culpando os outros poderia ser muito melhor aproveitado se ele procurasse tirar lições dos erros cometidos para não repeti-los no próximo concurso. Então, caro concurseiro, a hora é de agir: olhe um pouco para trás, verifique os erros cometidos e o que pode ser melhorado em sua preparação. Algumas perguntas podem ser feitas: será que os assuntos principais de cada matéria foram priorizados? O peso das disciplinas foi observado na montagem do horário de estudos? Estudei por um material adequado para o nível da prova? Resolvi simulados para entender o pensamento da banca examinadora? Há outras perguntar a se fazer, mas essas já são um bom começo. Por isso, reflita sobre o passado para não fazer o mesmo no presente. Afinal, pior que cometer um erro é persistir nele. Se aquilo que foi planejado não deu certo, não desanime! Se não foi dessa vez, faça o possível para que seja na próxima. As oportunidades estão aí para aqueles que não desistem, mas cabe a você persistir em busca do tão sonhado cargo público. Afinal, o sucesso só depende de você!

PHP Code Snippets Powered By : XYZScripts.com