O que priorizar no estudo do Estatuto da Pessoa com Deficiência

Quem vem fazendo provas nesse ano para concursos de Tribunais (TRFs, TRTs, TREs) com certeza já notou que o Estatuto da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/15) é uma disciplina que apareceu, e continuará aparecendo, em todos os editais dessas carreiras. Isso é decorrência da Resolução CNJ nº 230/2016, que estabeleceu que os editais de concursos públicos para ingresso nos quadros do Poder Judiciário e de seus serviços auxiliares deverão prever, nos objetos de avaliação, disciplina que abarque os direitos das pessoas com deficiência. Dessa forma, os candidatos não podem menosprezar essa disciplina, que, apesar de normalmente possuir peso inferior às de conhecimentos específicos, vem representando de 3 a 5 questões nas provas, o que pode fazer a diferença em sua pontuação final. Para complicar um pouco, as bancas examinadoras estão diversificando cada vez mais os assuntos cobrados nas provas, de modo que o candidato deve, pelo menos, ler uma vez essa lei por inteiro. Apesar disso, tenho notado a “preferência” das bancas por alguns dispositivos, devendo os candidatos destinar atenção especial a eles. Mas atenção: é recomendado que a lei seja lida integralmente, só devendo os concurseiros se aterem aos dispositivos indicados mais abaixo após sua primeira leitura, tudo bem? Dito isso, separamos uma lista dos dispositivos “mais queridos” pelas bancas examinadoras, que devem ser estudados principalmente na véspera da prova. Vamos a eles: – Da igualdade e da não discriminação: arts. 4º e 9º; – Do direito à vida: arts. 10 a 13; – Do direito à educação: art. 30; – Do direito ao trabalho: arts. 34 a 38 – Do direito ao transporte e à mobilidade: arts. 46 a 52; – Do acesso à justiça: arts. 79 a 81 – Do reconhecimento igual perante a lei: arts. 84 e 85 Bom, é isso. Não deixem de conferir outras dicas de estudo aqui mesmo no blog da ADN Concursos.
ADN Concursos previu questões na prova do TJ-PE

Já comentamos aqui no nosso blog sobre a importância dos simulados na preparação daqueles que objetivam conquistar uma vaga no serviço público. De fato, eles permitem ao candidato controlar melhor o tempo de prova, identificar seus pontos fracos, conhecer o estilo de questões da banca examinadora, entre outros. Por falar no conhecimento do estilo de questões da banca, os simulados da ADN Concursos apresentaram questões praticamente idênticas às do último concurso do TJ-PE, realizado no dia 15 de outubro de 2017. Coincidência? É claro que não. Há um trabalho estatístico por trás da elaboração dos simulados, de modo que os temas mais cobrados são identificados e as questões são elaboradas a partir dessa análise. Veja a seguir que a equipe da ADN Concursos acertou “na mosca” várias questões: Prova TJ-PE – Questão 25 25) Cada Tribunal brasileiro possui uma Comissão Permanente de Acessibilidade e inclusão, que possui natureza multidisciplinar e contam com a participação de magistrados e servidores. Assinale alternativa que não contém uma das atribuições das mencionadas Comissões: a) Fiscalizar o registro de audiência por meio de filmagem sempre que presente pessoa com deficiência auditiva. b) Permitir a entrada e permanência de cães-guia nas dependências públicas. c) Realizar oficinas de conscientização dos servidores e magistrados sobre direito das pessoas com deficiência. d) Requerer nomeação de tradutor intérprete de linguagem brasileira de sinais, sempre que figurar no processo pessoa com deficiência auditiva. e) Suspender a eficácia de ordem judicial que não atentou para o cumprimento das diretrizes nacionais de inclusão social de pessoas com deficiência. 3º Simulado ADN Concursos – Questão 25 25. De acordo com Resolução CNJ nº 230/2016, as Comissões Permanentes de Acessibilidade e Inclusão de cada Tribunal, com caráter multidisciplinar, fiscalizam, planejam, elaboram e acompanham os projetos arquitetônicos de acessibilidade e projetos “pedagógicos” de treinamento e capacitação dos profissionais e funcionários que trabalhem com as pessoas com deficiência. Tais comissões devem estabelecer a fixação de metas anuais, direcionadas à promoção da acessibilidade para pessoas com deficiência, tais como: a) inclusão, em todos os editais de concursos públicos, da previsão constitucional de reserva de cargos para pessoas com deficiência, exceto nos que tratam do ingresso na magistratura; b) registro da audiência, em qualquer caso, por filmagem de todos os atos nela praticados, sempre que presente pessoa com deficiência auditiva; c) nomeação ou permissão de utilização de guia-intérprete, quando figurar no processo pessoa com deficiência auditiva e visual, custeado pelo particular interessado; d) permissão de entrada e permanência de cães-guias em todas as dependências dos edifícios e sua extensão; e) pelo menos a metade de locação de imóveis, aquisição ou construções novas deverão ser feitas com acessibilidade. Prova TJ-PE – Questão 28 28) Os consórcios públicos podem ser contratados pela administração para a realização de objetivos de interesse comum. A constituição do consórcio se dá por meio de contrato cuja celebração dependerá de prévia subscrição de protocolo de intenções. Assinale abaixo a alternativa que não apresenta conteúdo que deverá constar de cláusula no protocolo de intenções. a) Autorização para gestão associada de serviços públicos, explicitando a área que o serviço será prestado, sem a necessidade de critérios técnicos para o cálculo do valor de tarifas b) Previsão de que a assembleia geral é a instância máxima do consórcio público e o número de votos para as suas deliberações c) O número, as formas de provimento e a remuneração dos empregados públicos, bem como os casos de contratação por tempo determinado para atender a necessidade temporária de excepcional interesse público d) Previsão de que o consórcio público é associação pública ou pessoa jurídica de direito privado sem fins econômicos e) Condições para que o consórcio público celebre contrato de gestão ou termo de parceria 3º Simulado ADN Concursos – Questão 28 28. O consórcio público será constituído: a) por contrato cuja celebração pode, facultativamente, ser antecedida pela subscrição de protocolo de intenções. b) pela publicação no Diário Oficial do protocolo de intenções subscrito por todos os entes consorciados. c) pelo registro em cartório de títulos e documentos, após a devida aprovação legislativa. d) por contrato cuja celebração dependerá da prévia subscrição de protocolo de intenções. e) pela edição de lei autorizativa de cada um dos entes consorciados. Notaram que até a numeração das questões foi a mesma? Vamos para mais exemplos: Prova TJ-PE – Questão 33 33. O casamento é um instituo jurídico regulamentado pelo Código Civil Brasileiro. O casamento é anulável em algumas situações, exceto: a) Por motivo de idade, quando resultou em gravidez b) Por incompetência da autoridade que celebrou o matrimônio c) Do menor de idade núbil, quando não existir autorização por parte do representante legal d) Do indivíduo incapaz de consentir ou manifestar, de modo inequívoco, o seu consentimento e) Por vício de vontade quando do ato de consentimento existir erro essencial relacionado à pessoa do outro 2º Simulado ADN Concursos – Questão 36 36. A violação de causas suspensivas da celebração do casamento acarreta a: a) nulidade relativa do casamento. b) obrigatoriedade do regime de separação de bens, não sendo permitido ao juiz relevá-las em nenhuma hipótese. c) obrigatoriedade do regime da separação de bens, exceto no caso de o juiz a relevar, conforme lhe permite a lei, quando se tratar de viúva grávida antes de dez meses do início da viuvez. d) obrigatoriedade do regime da separação de bens, exceto se relevadas pelo juiz, quando a lei o permitir. e) nulidade absoluta do casamento, exceto se relevada pelo juiz, quando a lei o permitir. 3º Simulado ADN Concursos – Questão 36 36. Leia as seguintes afirmações: I. O prazo para ser intentada a ação de anulação do casamento, a contar da data da celebração, é de três anos, se incompetente a autoridade celebrante; e de quatro anos, se houver coação. II. O Código Civil prevê que a anulação do casamento dos menores de dezesseis anos será requerida pelo próprio cônjuge menor. III. Embora anulável ou mesmo nulo, se contraído de boa- fé por ambos os cônjuges, o casamento, em relação a estes como
Você não passa porque erra questões fáceis ou difíceis?

E aí, galera? Responda objetivamente. Você não passa porque erra questões fáceis ou difíceis? A chance de acerto é 50% 🙂 Então. Quando faço esta pergunta em minhas entrevistas antes de iniciar a consultoria, muita gente responde que são as questões difíceis, porque a ideia que vem a cabeça é a de que, se você erra uma questão, ela foi difícil para você, e assim você acaba não passando. Mas aí há um certo equívoco. PENSA COMIGO! O problema aí está no conceito de questão fácil/difícil. Ele não deve ser subjetivo (ou seja, se é fácil ou difícil para VOCÊ), e sim objetivo (fácil ou difícil para todo mundo). Então se você erra uma questão que todo mundo acertou, você errou uma questão fácil. Se você acerta uma questão que todo mundo errou, você acertou uma questão difícil. Esta análise é fundamental para guiar os assuntos que você precisa estudar mais. Como você já deve ter deduzido, você acaba não passando porque erra questões fáceis, seja por vacilo, seja por não ter estudado direito determinada matéria (costumo dizer que é mais fácil estudar para acertar questões fáceis do que pra acertar questões difíceis). Quando você as erra, você fica pra trás, pois todos acertaram, e assim acaba não passando. Então, após fazer qualquer prova ou simulado, verifique o nível de dificuldade daquelas questões que você errou, e até das que você acertou (caso tenha acertado com segurança, e não no chute, muitas questões difíceis, significa que você está bem naquela matéria). Pensemos no seguinte exemplo: uma prova de Direito Constitucional com 10 questões fáceis, você acertou 7 e errou 3, enquanto uma prova de Direito Administrativo com 10 questões difíceis, você acertou 5 e errou 5. Qual você foi pior? Se fôssemos pegar apenas números absolutos, a resposta seria Direito Administrativo. Mas quando comparamos o nível de dificuldade, vemos que nos demos mal em Direito Constitucional, então precisaríamos reforçar mais o estudo naquela matéria. A pergunta feita tem haver diretamente com o conceito de Horizontalização de Conhecimento (para ver o artigo sobre o tema, clique aqui). É isso. Espero que tenha te ajudado na sua rotina de estudos. Um abraço e até a próxima!
Horizontalização do Conhecimento

Olá, meus amigos! Tudo bem com vocês? Espero que esteja tudo ótimo e os estudos estejam rendendo. Hoje venho lhes trazer a ideia de horizontalização do conhecimento, termo criado por mim com base na metodologia da ADN Concursos, que nada mais é do que o aluno equilibrar o conhecimento em todas as disciplinas que serão exigidas em sua prova. É natural que o estudante saiba um assunto melhor que outros. Normalmente, na área jurídica, Direito Constitucional e Direito Administrativo são as “meninas dos olhos”, tendo em vista serem cobradas em absolutamente todos os concursos. Por outro lado, disciplinas como Direito Empresarial e Direito Ambiental, já muitas vezes negligenciadas na faculdade, tendem a ser os “patinhos feios”, sendo relegado a segundo plano. A ideia da maior parte dos estudantes é simples: vou ficar muito bom nas matérias que mais caem para me debruçar depois sobre as que menos caem. Assim, acertarei mais questões. No entanto, não é assim que funciona. PENSA COMIGO! Vamos supor que, numa prova que caia Direito Constitucional e Direito Ambiental, o aluno acerte poucas questões de Direito Constitucional e quase nenhuma de Direito Ambiental. Esse é um pensamento muito corrente. Nós atentamos muito para os números absolutos de acertos, e desprezamos a dificuldade das questões. A ideia inicial, é claro, é estudar mais Direito Constitucional, afinal é uma matéria muito importante e não se pode errar tantas questões. Direito Ambiental mais uma vez é deixada de lado. O problema é que, nessa prova realizada, Direito Constitucional realmente estava difícil, e o mais normal era errar muitas questões. Direito Ambiental, entretanto, estava muito fácil, e mesmo assim o concurseiro, por quase não estudá-la, errou todas. A recomendação aqui é se estudar mais Direito Ambiental, porque se acertará mais questões fáceis. Direito Constitucional, numa próxima prova, pode vir mais fácil, e assim você acertará mais questões, juntamente com as de Direito Ambiental, que terá sido estudada. Dessa maneira, no total, você aumentará o índice de acertos e assim aumentará a chance de aprovação. Resumo esta dica em um pequeno trocadilho: É MUITO MAIS FÁCIL ESTUDAR PRA ACERTAR QUESTÕES FÁCEIS QUE QUESTÕES DIFÍCEIS. Nunca poderemos contar com as questões difíceis. Sempre erraremos algumas e acertaremos outras, de maneira aleatória, porque depende de inúmeros fatores. No tocante às questões fáceis, temos como direcionar os estudos pra acertá-las, é só estudar o mais comum. Falando no exemplo dado acima, a parte fácil de Direito Ambiental consiste em três leis básicas (Lei 6938, Lei 9985 e Lei 12651), ao passo que a parte difícil de Direito Constitucional envolve uma doutrina pesadíssima. Então horizontalizemos o conhecimento entre as duas matérias, e assim teremos mais chance de acertos! Quer saber sobre a nossa metodologia? Clique aqui. É isso. Até a próxima, galera!
A importância da definição do concurso

E aí meus amigos, tudo bem? Firmes na luta? Espero que sim. Hoje venho aqui falar de um tema que atormenta muitos concurseiros: a escolha do cargo/concurso para focar. Ultimamente, vemos que foram disparados muitos editais, principalmente para carreiras de técnicos e analistas, o que acaba deixando qualquer um maluco com a infinidade de possibilidades (e olha que o cenário que pintavam era justamente de uma queda no número de concursos – felizmente estavam errados). Para citar os mais conhecidos, hoje temos abertos os editais do TRE-BA, TRE-PR, TRT-SC, TST, TR…. , isso sem contar com os que estão muito próximos de abrir, como TRF5, TRT7, MPU. E aí, como faz para escolher? 1) Grana – Ir fazer este concurso cabe em seu orçamento? É aquela conhecida frase: “cada um sabe onde o calo aperta”. Não tem nem como começar a pensar em fazer um concurso se você passa por dificuldades financeiras que tornam impossível pagar passagens, inscrição, hospedagem e outros gastos que surgem para se ir fazer uma prova. Algumas vezes chega-se a gastar quase 3 mil reais com tudo isso, e sabe-se que alguns não tem como custear esse valor sem dispor do essencial. Dessa maneira, calcule os gastos, veja se cabe no seu orçamento, e, se não couber, retire-o da lista. Exceção: quando você estiver MUUUITO preparado, tiver batido na trave ou já tiver passado em concursos semelhantes, talvez valha a pena fazer. Mas se planeje bem pra isso. No caso de o concurso caber no seu orçamento, vamos pros próximos passos. 2) Preparação – você vem focando nesse concurso ou tem a famosa “síndrome do edital”? Pra quem não conhece, a síndrome do edital é conhecida no universo concurseiro como aquela vontade de fazer todo concurso que surge pela frente, achando que está preparado pra tanto, ou então, e isso se aplica pra concursos em sua cidade ou estado, pensar que não custa nada fazê-lo. Temos alguns problemas aqui. Primeiro: como você vem estudando? De uma maneira geral, albergando matérias em comum aos diversos concursos (exemplos de português, raciocínio lógico, constitucional, administrativo, etc.)? Ou de maneira específica, esperando aquele tão sonhado edital aparecer? Se for o segundo caso, não recomendo de forma alguma fazer o concurso mais próximo, para ir “pegando bagagem”. Isto porque você sai totalmente do seu foco, mesmo sem perceber. Lembre-se do ditado: mais vale um pássaro na mão que dois voando. Isto vale também para concursos. Se você está focado em determinado concurso, faça apenas ele, ou semelhantes a ele (exemplo de estudar para TJ, e fazer TRF ou TRE). Já, do contrário, caso você venha adquirindo uma base (carreiras jurídicas em geral, por exemplo), você pode fazer escolher algum para ir pegando bagagem, pois você só precisaria direcionar aquele estudo geral para o estudo específico baseado no edital. 3) Como saber se terei chances de passar antes de pagar passagens/hospedagem? – Essa é uma dica muito interessante, meus amigos. É quase impossível a pessoa saber se dá pra fazer este ou aquele concurso no período de inscrições, razão pela qual recomendo que o concurseiro, caso tenha dúvidas (porque às vezes, pra aqueles que tem bom senso, há uma certeza de que não passará), pague a inscrição e espere um pouco para pagar passagens e hospedagem (normalmente o mais caro). Nesse ínterim, aconselho a fazer 2 ou 3 simulados espaçadamente, com no mínimo uma semana de intervalo. Os simulados devem ser provas do mesmo estilo da que você fará. Caso você vá bem nessas provas (deve ser comparada à nota de corte real dela), pode pagar passagens e hospedagem, porque no mínimo você terá alguma chance de passar. E sempre que há chances, vale a pena se testar. Passadas essas três fases, caso a resposta seja positiva, se inscreva e parta para a briga! Ahhh! E não olhe a concorrência. Nunca vai ajudar! Muitas vezes você só concorre consigo mesmo. Fica a dica. E para melhorar ainda mais sua preparação, a ADN Concursos otimiza o estudo do aluno de acordo com o seu tempo disponível por meio de um método totalmente objetivo. Saiba mais aqui Um grande abraço e até a próxima!
5 motivos para se preparar para concursos de Tribunais e MPU

Tenho observado muita gente empolgada com os concursos que vêm saindo para a carreira de técnico e analista de Tribunais (TRF, TRE, TRT, TJ) e MPU. De fato, vários editais estão sendo divulgados e muitos outros virão nos próximos meses. Existem vários motivos para estudar para essas carreiras. Vejamos: 1. Disciplinas semelhantes: os editais de Tribunais e MPU apresentam disciplinas em comum. Isso possibilita ao aluno montar uma base com as principais matérias para depois focar nas disciplinas específicas, de acordo com o edital escolhido. Com uma base consolidada, será fácil estudar as matérias específicas de cada edital. 2. Inúmeras oportunidades: os editais de Tribunais estão sempre saindo. Isso traz aos alunos a motivação necessária para seguirem firmes nos estudos. 3. Quantidade de convocados: esses concursos costumam nomear bem mais candidatos que as vagas previstas no edital. Assim, mesmo não aparecendo nas vagas, você tem uma grande chance de ser nomeado se fizer uma boa prova. Sem contar que muitas pessoas passam em outros concursos, o que faz com que mais candidatos ainda sejam nomeados. 4. Salário e benefícios atrativos: essas carreiras remuneram muito bem os servidores. Atualmente, os salários iniciais são de aproximadamente 6 mil para técnico e 9 mil para analistas. Isso é o salário líquido hein? Sem contar que você terá direito a gratificações se tiver nível superior, horas de treinamento, etc. 5. Jornada de 35h semanais: sem comentários né? Com essa jornada será possível você se dedicar a projetos pessoais, bem como à sua família. Além disso, o teletrabalho já é uma realidade em diversos tribunais, o que faz com que você consiga organizar melhor ainda o seu tempo, inclusive trabalhando em localidades diferentes de sua residência. São vários motivos, não é mesmo? Ocorre que vejo muita gente se preparando de maneira errada, tentando abarcar vários editais ao mesmo tempo. No final das contas, acabam não se preparando para nenhum deles. Nessas horas, o planejamento é essencial: não tento sido publicado o edital, a hora é reforçar a base. Procure estudar aquelas matérias certas de aparecer no seu edital. Depois, foque nas demais!! Caso queira revolucionar sua preparação, a ADN Concursos otimiza o estudo do aluno de acordo com o seu tempo disponível por meio de um método totalmente objetivo. Saiba mais aqui www.adnconcursos.com.br/consultoria
A importância de saber deixar em branco em provas “certo/errado” do CESPE

Muito se pergunta sobre se vale a pena deixar questão em branco em Provas CESPE, em que uma questão errada anula uma certa. Eu respondo com toda certeza: VALE! Vocês não imaginam o tanto de pontos que são perdidos por pessoas que resolvem chutar sem qualquer critério e acabam desperdiçando valiosos pontos que poderiam não perder se deixassem questão em branco. Faço concursos há 8 anos e já vi muita gente boa não passar em concurso porque achou que sabia demais e resolveu marcar todos os itens da prova. É claro que você também não pode deixar a prova toda em branco. E tudo vai depender de como estiver seu nível. Portanto, meu conselho é que você já pratique nos simulados as técnicas de deixar itens em branco para que na hora da prova você já tenha uma estratégia bem delineada pra isso. Para isso, temos uma técnica simples e esperta para você poder utilizar no nosso próximo simulado e se testar! Estratégia para deixar em branco Faça o seguinte quando estiver resolvendo o simulado: Circule as alternativas que você ficar em dúvida. Mas seja honesto consigo mesmo, circule TODAS que você não tiver certeza da resposta! Após circular, marque o que você chutaria (Certo/Errado) do lado da alternativa. No final, você terá, por exemplo, o seguinte cenário: 70 questões marcadas com certeza, e 50 questões que você está em dúvida, circuladas. Não se engane, dessas 70 com certeza, você errará uma ou outra, é supernormal nossa cabeça (ou até mesmo a banca) nos pregar essas peças, mesmo a gente tendo certeza, acaba errando um pouco. Das 50 restantes, várias você tem um palpite, e outras você não tem nem ideia. De qualquer maneira, o índice de erros será enorme. O que você tem que avaliar é se vale a pena marcar ou não. Então, quando conferir o gabarito, veja se, para essas que você circulou, o índice de erros foi maior que 50%, ou seja, você errou mais que acertou. Se tiver sido, você chegará à conclusão que não vale a pena marcar, porque você terá pontuação negativa. Se tiver sido menor que 50%, você chegará a conclusão que vale a pena marcar, pois terá pontuação positiva. Pode ter certeza que será uma vantagem e tanto perto do seu concorrente. Às vezes, você sabendo menos que ele, poderá ficar na sua frente! Continuem nos acompanhando e esperem mais dicas valiosas para sua aprovação!
4 vantagens dos simulados para concursos

Tenho notado que poucos candidatos percebem a importância dos simulados na preparação para concursos públicos. Alguns dizem que só irão resolver simulados quando já tiverem “fechado” o edital, outros que simulados são ideais somente para a véspera de prova etc. Quero que você entenda que eles são importantes desde o começo da preparação. Não é necessário que ele seja formado somente por questões inéditas. Inclusive, as provas anteriores podem perfeitamente serem utilizadas como simulados. Quer saber suas vantagens? Vamos lá: 1) Conhecimento do estilo de questões da banca examinadora Por meio deles, você irá simular (com o perdão da redundância) o ambiente de sua prova e perderá um pouco o receio dela. Além disso, será possível identificar o estilo de questões que a banca examinadora gosta de usar em suas provas para não ser pego de surpresa; 2) Controle do tempo Resolvendo antecipadamente os simulados, você terá condições de controlar melhor o tempo destinado à sua prova, identificando por qual matéria começar, quanto tempo reservar para transcrever o gabarito para a folha de respostas, se deve iniciar pela redação ou não, entre outros. 3) Identificação dos pontos fracos A partir de seu desempenho no simulado, será fácil identificar quais matérias precisam de uma atenção especial. Ou seja, você poderá priorizar o estudo naquelas disciplinas que não foi bem e diminuir o tempo das que você se sente seguro; 4) Fator motivacional Resolvendo simulados frequentemente, você irá perceber sua evolução ao longo do tempo, já que, estudando da maneira correta, você vai acertar mais questões e enxergará que o seu cargo está cada vez mais perto. Agora é com você! Já decidiu qual o simulado a ser resolvido no próximo fim de semana? A ADN Concursos possui simulados para diversos concursos. Confira tudo aqui e revolucione sua preparação agora mesmo.
6 motivos para contratar uma consultoria para concursos

Com certeza você já deve ter escutado de alguém aprovado em um grande concurso que o segredo é “sentar o traseiro na cadeira e estudar”. E isso está correto! Mas como estudar? Por onde começo? O que devo ler? Quanto tempo devo estudar? Tenho que assistir aulas? Tenho que ler livros? Enfim, o que eu faço? A consultoria para concursos responde todas essas perguntas. Pouca gente conhece os benefícios de contar com o acompanhamento de um consultor. Antes de tudo, é necessário você saber para quem esse serviço é indicado. Bom, a consultoria é fundamental para as pessoas que: estão em dúvidas sobre qual concurso público devem se preparar já adquiriram apostilas e cursinhos mas não conseguiram os resultados esperados precisam aproveitar o tempo de estudo da melhor maneira possível querem aprender a estudar e desejam ser mais disciplinadas e organizadas pretendem seguir uma metodologia objetiva para alcançar a aprovação o mais breve possível. Se você se enquadrar no que foi dito acima, é hora de contratar esse profissional. Existem 6 motivos para contratar uma consultoria para concursos: 1) Análise de perfil: muitas vezes, o candidato não sabe para qual concurso deve se preparar. Um consultor experiente facilmente identificará o perfil do aluno e indicará o foco a ser seguido; 2) Preparação personalizada: elaboração da rotina de estudos de acordo com os horários do aluno. Dessa forma, ele sabe quando estudar cada matéria, quais assuntos a serem priorizados e por onde estudá-los; 3) Princípio 80/20: saiba como estudar cada item do edital, seja por lei seca, resumos ou questões, bem como os assuntos a serem priorizados. 4) Diminuição da curva do esquecimento: o aprendizado é mais eficaz quando a absorção de informação é distribuída ao longo de um período de tempo, em vez de aprender tudo de uma vez. Além disso, um planejamento bem elaborado conterá formas de o aluno repetir o que foi visto para diminuir a incidência da curva de esquecimento e propiciar um maior número de acerto de questões; 5) Resolução de questões: estudar somente a teoria não basta. Também não adianta resolver questões de todo e qualquer concurso. O consultor te orientará sobre os filtros de resolução de questões, que pode compreender a banca, escolaridade etc; e 6) Aplicação de simulados: a partir dos simulados, o consultor terá meios de analisar os próximos passos de sua preparação. Isso é possível pela análise do seu desempenho nas diversas matérias, priorizando-se o estudo das disciplinas deficientes. Caso ainda não conheça, a ADN Concursos presta serviços de consultoria para diversos concursos públicos e para o exame da OAB. Temos duas preocupações essenciais na consultoria: o tempo e o dinheiro do aluno. Pensando nisso, pretendemos ser o mais objetivo possível na demonstração do método e na busca pelo resultado almejado. Se tiver interesse em conhecer melhor os serviços e como o treinamento é realizado, basta acessar o site da ADN Concursos.
O Princípio de Pareto e os concursos públicos

Existe um princípio de Administração que se aplica perfeitamente ao estudo para concursos. Trata-se do Princípio 80/20, também conhecido como Princípio de Pareto. A partir dele, pode-se dizer que aproximadamente 80% das questões decorrem de 20% do edital. Há alguns métodos que defendem a sintetização do edital para que se estude apenas aqueles assuntos mais cobrados. Precisamos ver isso com reservas, pois a banca pode surpreender e te pegar de “saia curta”, sem nunca ter ouvido falar de determinado assunto. Assim, o ideal é aplicar esse princípio em relação ao tipo de estudo. Em vez de estudar apenas parte do edital, deve-se estudar todo ele com extrema objetividade. Assim, você deve estudar a maioria dos assuntos por lei seca e questões (80%), e uma pequena parte por resumos/doutrinas (20%). Com isso, você não perderá tempo lendo aquelas doutrinas enormes, pois só utilizará elas especificamente para os assuntos que as bancas gostam de ir além da letra da lei. Claro que será necessário identificar previamente quais serão esses assuntos, mas o custo/benefício vale a pena. Adotando essas medidas, será possível ter uma noção completa do que o edital abrange, permitindo chegar no dia da prova tendo ouvido falar de quase tudo, possibilitando inclusive um “chute” mais direcionado. Do contrário, estudando através de um edital sintetizado, corre o risco de cair algo que você nunca viu. Dito isso, planeje agora mesmo quais itens do edital você deve estudar por lei seca, resumos e questões. Lembre-se que o dia da prova está se aproximando e quanto mais rápido você identificar isso maiores serão suas chances de ser aprovados. Ah, caso não conheça ainda, a ADN Concursos elaborou um ebook totalmente gratuito com esse e outros conceitos que revolucionarão seu método de estudos. Baixe agora mesmo o ebook clicando aqui. Um grande abraço e bons estudos!
