Horas líquidas de estudo: será que faz diferença?

horas líquidas de estudo

Hoje vamos falar de um termo muito presente, embora de pouca serventia: horas líquidas.  Tema também que gera discordância, mas se dê a chance de ler. Quando estudava para concursos, tinha um amigo (sim, ele era bem próximo), que era fascinado com todas as ferramentas de auxílio de estudos que você pode imaginar. Tinha estatísticas de todas as questões que já tinha feito na vida. Usava sistemas complexos de revisão. Alternava o estudo no método pomodoro. E ainda, ele tinha um cronômetro para marcar horas líquidas de estudo para depois pôr na sua ferramenta de controle de tempo de estudo. Chamou minha atenção um dia quando, não começando a marcar o tempo e começando determinado assunto, teve que voltar tudo o que tinha lido até que o cronômetro tivesse disparado. Sabemos que aqui estamos falando de horas líquidas, mas tudo que esse amigo fazia, a nosso ver, tinha uma preocupação excessiva com o aspecto formal dos estudos, não com o aspecto material. Entre inúmeras preocupações que ele tinha, apenas uma delas era estudar efetivamente. Isso fazia com que seu cérebro gastasse muita energia com “atos preparatórios”, e a execução fosse deixada um pouco de lado ou não tenha sido praticada na sua maior eficiência. Ainda quanto a horas líquidas, já falamos aqui que não é a quantidade de tempo estudado que vai determinar aprovação, e sim a qualidade. Então se você ficou 5h estudando, mas estava cansado ou com outras milhões de coisas na cabeça, aquelas horas líquidas e nada foram a mesma coisa. Sabemos que muita gente fala que se instiga e se sente motivado tentando bater a “meta” de horas líquidas. Bem, você é bem livre pra fazer o que quiser, mas a meta que deveria estar se preocupando é o CORTE da sua prova, e não o estudo por estudo. O estudo tem que ter um objetivo, que é a sua APROVAÇÃO. Para isso, você precisa estudar e FIXAR. Para isso, objetivos secundários devem ser deixados de lado, como estatísticas, recordes e…. horas líquidas. Saiba mais em https://www.adnconcursos.com.br/

Formando a base no estudo para concursos

Formando a base

Todos nós já estivemos (ou estamos) nessa fase: formando a base no estudo para concursos.  Mas o que é a base? Então, nesse ponto, podemos dizer que somos minoria. Enquanto a maioria das pessoas, inclusive inúmeros aprovados, falam que para formar a base você tem que ler todos os assuntos do edital por livros/manuais e depois revisá-los ininterruptamente até fixar, nós falamos exatamente o CONTRÁRIO. E explicamos. Base é o sustentáculo do seu estudo. É aquilo que sempre vai te acompanhar. Que você não pode esquecer. Você pode não lembrar daquele detalhe que deixaria mais completo seu estudo, mas a base não pode esquecer.  Nós costumamos fazer uma analogia com um castelo: você pode deixar de construir uma torre (detalhe), mas não pode deixar de fortificar a fundação, que é o que sempre vai sustentar o castelo. TORRES BONITAS NÃO SUSTENTAM CASTELOS. Em poucos termos, o que seria a base? Toma nota aí. Base é: estudar superficialmente (1) poucos assuntos (2) de maneira repetida (3) para fazer com que você lembre mais rápido na hora da prova (4). Superficial, poucos assuntos, repetidos, rápido.  É o oposto do que te falaram né? “Estude de forma completa (aprofundada) todos os assuntos do edital, uma vez, e você vai lembrar”. Bem, não é o que a aprendizagem fala. Em nenhum tipo de aprendizado você começa pelo aprofundado. SEMPRE É PELO BÁSICO. Porque nos estudos para concurso seria diferente? Quando estamos formando a base, ler de forma aprofundada no início só vai te fazer perder tempo, além de ocupar sua mente com minúcias que serão esquecidas. Repetição. Nada mais é do que repetir o que já leu. A cada releitura você vai fixando mais. Mas perceba. Como são poucos assuntos, você vai reler de forma bem mais rápida. E esses poucos assuntos vão te garantir mais pontos do que todos os outros juntos, porque estatisticamente são o que mais cai (ideia dos cursos intensivos). E por fim, algo que pouca gente se liga. Sabe aqueles momentos que você lembra da questão só depois da prova? Então, é porque não estava muito bem fixado. Por isso a importância de lembrar mais rápido. Pra ser aprovado, o seu castelo não precisa ser o mais bonito (sabe aqueles sabe-tudo que não passam?). Pra ser aprovado, o seu castelo só precisa ficar em pé depois da tempestade! Saiba mais em https://www.adnconcursos.com.br/

Diferença entre o estudo de prova objetiva e subjetiva em concursos públicos

Aprenda a diferença entre o estudo de prova objetiva e subjetiva em concursos públicos. Você já ouviu aquele ditado “não ponha a carroça na frente dos bois”? Pois é. Isso resumiria bem o que falaremos aqui. Da mesma forma que se você colocar a carroça na frente dos bois que a estão puxando, fatalmente ela vai se desgovernar, se você começar a estudar para uma prova subjetiva antes de lidar com a prova objetiva, você não irá bem. Mas por quê? O conhecimento não é o mesmo? Sim, o conhecimento é o mesmo, mas a forma de cobrá-lo é diferente. Na prova objetiva, o conhecimento está na sua frente, basta você dizer se aquilo está certo ou errado. Na prova subjetiva, o examinador te pede conhecimento. Você tem que elaborar e demonstrar, então precisa estar mais a par da situação e ter um conhecimento mais aprofundado. Outra maneira de encarar é que na objetiva você só precisa saber um pouco de muitos assuntos, enquanto na subjetiva você precisa saber muito de poucos assuntos. Vocês não têm noção do tanto de gente que vem buscar orientação perguntando: mas esse estudo é específico pra objetiva, e as subjetivas, não é bom se preocupar com elas? E a prova oral? Sim, pessoas que nunca passaram em 1 fase já preocupadas com a prova oral. E aqui vai outro ditado. “Cada dia com sua agonia”. Não nos exasperemos.  O estudo para prova objetiva é um estudo mais enxuto, muita letra de lei, resumos e resolução de questões, ao passo que o estudo pra subjetiva contém leituras mais aprofundadas, e não precisa tanto da lei seca, já que se tem acesso ao vade mecum na maioria das provas. Porém tal estudo só deve ser feito quando construímos aquela famosa “base”, que vai nos fazer passar na objetiva e assim alcançar a subjetiva. Enquanto essa base não estiver sólida, não adianta estudar para prova subjetiva, porque você não vai passar na primeira fase. Mas e quando a primeira e a segunda fases forem no mesmo fim de semana? A lógica continua valendo. Aqui os simulados vão ser muito importantes. Se não estiver perto, foco só na objetiva! Às vezes temos que fazer escolhas TRÁGICAS! Temos que escolher. Ficar em cima do muro não dá. Saiba mais em https://www.adnconcursos.com.br/

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