Muitas vezes, o melhor é não mudar nada

Quem nos acompanha há certo tempo, sabe que nós da ADN recomendamos aos alunos estarem sempre atento ao seu jeito de estudar. Como já dizia Einstein: insanidade é esperar resultados diferentes fazendo a mesma coisa. Adaptar o método às novas circunstâncias é essencial para uma evolução consistente. Agora, vamos fazer um contraponto aqui. Se você está evoluindo, não precisa mudar nada. Agora perceba: tem que ser algo CONSCIENTE. Muitas vezes, as pessoas melhoram os resultados sem saber os motivos. O que acontece depois? Tem uma piora nos resultados e TAMBÉM não sabem o porquê. Assim, você fica à mercê da sorte. E ser dependente da sorte não é legal. Vamos dar um exemplo prático que acontece constantemente com nossos professores da consultoria. Normalmente, quando os professores vão avaliar a evolução de seus alunos e todos eles têm uma evolução semelhante, é mudado pouquíssimo o cronograma. Em time que está ganhando não se mexe, já diz o ditado, ou se mexe muito pouco. Já nos que tiveram piora, os professores questionam se houve alguma circunstância extra estudo que possa ter influenciado, e, com a resposta do aluno, são realizadas as adaptações devidas. Se você evolui sabendo os motivos (verificando evolução prova a prova, sabendo identificar bem as deficiências), não precisa mudar nada. O resultado vem naturalmente. Essa ideia também vale para a grande ânsia que temos por novidades. Particularmente, nós da ADN nunca gostamos de mudar sem uma decisão pensada que embasasse isso, seja método, curso ou material. Hoje, a cada novidade ou lançamento, há um frisson como se fosse a última coca cola do deserto. Na GRANDE maioria das vezes, será mais do mesmo. Acreditem. Saiba mais em https://www.adnconcursos.com.br/
As 7 fases da vida do concurseiro

Em busca da estabilidade, remuneração atrativa e possibilidades de ascensão profissional, muitas pessoas embarcam na jornada desafiadora de se tornarem concurseiros. Mas muitas pessoas acabam não entendendo que caminho para a aprovação em concursos públicos é repleto de obstáculos, desafios e reviravoltas emocionais. Neste texto, exploraremos as 7 fases da vida do concurseiro, desde a incerteza inicial até a tão esperada vitória. 1ª FASE: A GRANDE DÚVIDA Por maior que seja a certeza de que irá prestar concurso público, o concurseiro não faz ideia qual o cargo dos sonhos. É aquela fase: apareceu um concurso, ele nem pensa e já está inscrito. 2ª FASE: CONSCIÊNCIA Aqui, o concurseiro cai na real e adquire a consciência de que não adianta atirar para todos os lados. Ele faz uma reflexão mais apurada sobre qual área a ser seguida e logo começa a sonhar de forma clara com determinados cargos. 3ª FASE: ISOLAMENTO Depois de definida a área desejada, o concurseiro começa a se especializar. E, com isso, estuda de forma desenfreada, sem descanso e de forma exagerada, em quase total isolamento. Fica sem tempo pra família, lazer, trabalho, exercícios físicos… ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ ⠀ 4ª FASE: DESILUSÃO É hora das frustrações, os resultados estão quase sempre bem abaixo das expectativas. O desequilíbrio emocional toma de conta e o concurseiro começa a questionar a própria capacidade. 5ª FASE: ABANDONO Nessa fase, alguns aderem a ideia de que esse mundo de concursos não são pra eles. Tomam como verdade os últimos resultados e desistem de tentar. Para evitar mais decepção, o melhor é partir pra outra. Afinal, foi tempo perdido… ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ ⠀⠀ 6ª FASE: AMADURECIMENTO Alguém já disse pra você que é errando que se aprende? Aqui, ninguém precisa mais dizer. Nesse momento, o concurseiro passa a entender que parar não irá resolver essa questão e que um justo equilíbrio entre passado, presente e futuro é a verdadeira chave da aprovação. Após curtir luto das expectativas frustradas, vê-se que o sonho de almejar um cargo público ainda permanece vivo no coração. 7ª FASE: VITÓRIA Quando menos se espera, tcharan!!!: VOCÊ PASSOU… E percebe que nem era tão difícil assim. Na realidade, entende que poderia ter abreviado a jornada, caso tivesse a maturidade de hoje! Saiba mais em https://www.adnconcursos.com.br/
Método “Feijão com Arroz”

Uma frase que sempre foi apreciada na nossa sociedade é: “O mais alto grau de sofisticação é a simplicidade”. Na verdade, muitas pessoas não concordam tanto com ela, mas no contexto dos concursos públicos, essa frase faz muito sentido. A simplicidade é fundamental. O método “Feijão com arroz” consiste em evitar coisas mirabolantes. Analisar o que é mais recorrente. Estabelecer um cronograma e segui-lo para criar um ritmo. Realizar simulados para identificar pontos fracos. Ajustar o cronograma com base nas dificuldades encontradas. Continuar com a leitura. Ao concluir as leituras, recomeçar novamente. À medida que for identificando que está bom em algo, começar a diminuir gradativamente. Realizar outro simulado para avaliar o progresso. Adaptar o cronograma conforme necessário. Está próximo à nota de corte? Pode fazer a prova com chances de passar. Modifica ligeiramente o cronograma para incluir o estudo para a prova subjetiva. Passou na objetiva, foca totalmente na prova subjetiva, pois é melhor ter um resultado garantido do que correr o risco de perder tudo. Se não tiver êxito na prova subjetiva, provavelmente terá uma boa chance de passar na próxima prova objetiva, então não é necessário mudar muito a forma de estudar. Verifique o desempenho em simulados. Se não foi muito bem, volte três casas no jogo da vida e recomece. E assim sucessivamente. Com certeza você será aprovado eventualmente. EXISTE ALGUM SEGREDO NISSO? Se você for razoável, verá que não. E isso faz todo o sentido. É o método “Feijão com arroz”. Depois, você pode adicionar a carne, o frango, o peixe ou a salada para os veganos. Mas lembre-se de que a simplicidade é o mais importante. Sempre. Padronização. PADRONIZAÇÃO. Saiba mais em https://www.adnconcursos.com.br/
Pragmático ou romântico no mundo dos concursos?

Você sabe dizer se você é pragmático ou romântico no mundo dos concursos? A gente escuta falar muito da palavra “pragmático”, ela é uma palavra bonita, mas pouca gente sabe o que significa efetivamente. O pragmático é aquilo que contém considerações de ordem prática, realista, objetiva. Qual o oposto de pragmático? O romântico sonhador. O romântico sonhador é aquele que imagina que as coisas devam se adequar a maneira de ele ver o mundo e não o contrário. E infelizmente o mundo dos concursos não é justo. E vamos além: se nós pudéssemos premiar alguém, premiaríamos o romântico, uma pessoa que provavelmente traria mais humanidade ao seco mundo concurseiro, do que aquela pessoa pragmática, que é excessivamente objetiva. Porém, se premia o pragmático porque ele percebe como o sistema funciona e se adequa a ele (e isso é algo que não estar sob o nosso controle). Quer você queira ou não, mas é isso o que você precisa. Perceba como o sistema funciona através da prática. Vislumbrando como é a prática, você vê o que é essencial e o que não é essencial. Maomé vai a montanha e nunca o contrário. O examinador não sucumbirá a seu charme. Qualquer fase do concurso, seja a prova objetiva (questões objetivas), seja a subjetiva (questões subjetivas), seja a oral (arguições), qualquer uma delas exigirá um domínio enorme da prática. Ela prevalecerá sobre o que você, sem meios de poder definir, considera essencial. E isso não significa que, posteriormente à aprovação, você não seja um romântico no seu cargo. O que quero dizer é que, para passar, você tem que deixar isso de lado. Se você não sabe se você é um pragmático ou romântico, saiba que, no mundo dos concursos, primeiro você TEM que ser um Pragmático romântico. Depois você PODE ser um Romântico pragmático. Saiba mais em https://www.adnconcursos.com.br/
Se você não fixa o que lê, talvez você apenas ainda não esteja pronto para isso

Se você não fixa o que lê, talvez você apenas ainda não esteja pronto para isso. Pode parecer um pensamento muito simplório, mas durante nosso estudo, parece que nós ligamos o automático e queremos de qualquer maneira fixar logo aquilo que está sendo lido, sob pena de acharmos que estamos “perdendo tempo”. Mais uma vez pensamentos imediatistas nos prejudicando. Mas pensa conosco: você já tentou ler de novo um livro que leu muitos anos atrás? As percepções e ideias que você terá dele serão totalmente diferentes da primeira leitura, certo? Isso porque muitas vivências foram acrescentadas, outras esquecidas, e isso faz com que nossas deduções e induções sejam bem diferentes. O mesmo acontece com filmes. Experimenta assistir um filme que você viu há muito tempo. Vão ter detalhes que você não pegou na primeira vez que vê agora. Outros que você viu na primeira vez, e hoje já não consegue mais ver. Vamos mais além e dizemos que qualquer forma de aprendizado (em sentido lato) vai ser diferente de acordo com o momento que você o vivencia: cozinhar, aprender a tocar um instrumento, aprender um esporte. Qualquer um. Por que com o estudo seria diferente? Nós podemos rezar, chorar e espernear o que quiser, mas não teremos a habilidade do Neymar no futebol num período muito curto de tempo. Da mesma forma não aprenderei a cozinhar um prato muito complexo. Mas posso ter habilidades mais simples e superficiais no futebol, e posso cozinhar um arroz. Com o tempo elas melhoram. Se não entendemos empresarial de primeira, TUDO BEM. Talvez apenas nós não estejamos prontos para isso. E talvez nem vá precisar disso para ser aprovado. Se preocupe em pegar o básico de outras compreensões, e, no momento certo, o que realmente é necessário pra você passar será fixado. O Prof. Adalberto lembra que quando estudava para o MPF, nunca conseguia fixar as exceções a teoria das árvores dos Frutos envenenada. Fez de tudo. Até colocar no papel de parede da área de trabalho. E nada. Sempre que tentava lembrar no estudo, não conseguia. Ele desistiu de tentar decorar. Subjetiva do MPF. O que cai? Tema? Teoria geral da prova. Era essencial que se citasse a teoria e as exceções. “Ele lembrou?” Se ele não tivesse lembrado, talvez esse blog nem existisse e ele não estaria aqui pra contar essa história, rsrs. Saiba mais em https://www.adnconcursos.com.br/
Estagnado na pontuação. O que eu faço?

Quando se está estagnado na pontuação, muita gente não busca entender o porquê de suas notas, e assim cai em vieses extremamente equivocados sobre sua evolução ou involução. Exemplos. 63 numa prova. Dois meses depois, faz outra e tira 68. Pensa: “bem, se eu estudar bem, vou passar os 70 na próxima prova”. Próxima prova bem e a pessoa faz… 60! “como assim? Estou estagnado na pontuação e estudando errado. Preciso mudar meu jeito de estudar.” Exemplo 2: Pessoa faz 70 numa prova. Próxima ao corte. Depois faz 70 de novo na outra, corte maior. Muda o jeito de estudar e passa na prova seguinte. Atribui sua aprovação a que? Aquele novo jeito de estudar. Adapta sua realidade toda aquele novo “jeito”. Faz a prova seguinte. 60. “Poxaaa o que houve? Estou estagnado na pontuação e não entendo mais nada. Oh céus oh vida”. Bem, o que acontece é que você está atribuindo seus crescimentos e estagnação a fatores errados. Muitas vezes o motivo para você evoluir ou involuir numa prova é SORTE. Isso mesmo. Ela está presente na nossa vida e aparece também nos concursos: cair coisas que a gente sabe e não cair o que a gente não sabe. Porém, ao invés de atribuir uma pontuação boa a ela, você atribui a “sua competência”. Quando cai a pontuação na outra, você é incompetente por causa disso? Por isso, você deve buscar o crescimento consistente. Esse crescimento tem duas características: uma é a medição sempre em relação ao corte. A segunda é que você precisa estar equilibrado entre as matérias. Assim, você depende menos da sorte. Se a prova vier fácil, você fecha. Se vier difícil, vc faz igual a maioria. Consequentemente, a junção disso faz com que você passe o corte. Além disso, é bem mais fácil estudar para acertar questões fáceis do que para acertar questões difíceis. Assim, ao equilibrar seu conhecimento, você vai estar gastando o seu tempo de forma mais eficiente, porque um ponto em civil (que você está mal e errando questão boba) vale a mesma coisa que um ponto em constitucional (que você tá bem e para crescer precisa acertar mais questões difíceis). Por fim, com o conhecimento equilibrado e , portanto, com uma base formada, você agora parte para aprofundar as matérias que precisa. Essa é a premissa dos nossos cursos no Método ADN. Primeiro se preocupe com a primeira fase, depois com a segunda, depois com a oral, etc. Saiba mais em https://www.adnconcursos.com.br/
Horas líquidas de estudo: será que faz diferença?

Hoje vamos falar de um termo muito presente, embora de pouca serventia: horas líquidas. Tema também que gera discordância, mas se dê a chance de ler. Quando estudava para concursos, tinha um amigo (sim, ele era bem próximo), que era fascinado com todas as ferramentas de auxílio de estudos que você pode imaginar. Tinha estatísticas de todas as questões que já tinha feito na vida. Usava sistemas complexos de revisão. Alternava o estudo no método pomodoro. E ainda, ele tinha um cronômetro para marcar horas líquidas de estudo para depois pôr na sua ferramenta de controle de tempo de estudo. Chamou minha atenção um dia quando, não começando a marcar o tempo e começando determinado assunto, teve que voltar tudo o que tinha lido até que o cronômetro tivesse disparado. Sabemos que aqui estamos falando de horas líquidas, mas tudo que esse amigo fazia, a nosso ver, tinha uma preocupação excessiva com o aspecto formal dos estudos, não com o aspecto material. Entre inúmeras preocupações que ele tinha, apenas uma delas era estudar efetivamente. Isso fazia com que seu cérebro gastasse muita energia com “atos preparatórios”, e a execução fosse deixada um pouco de lado ou não tenha sido praticada na sua maior eficiência. Ainda quanto a horas líquidas, já falamos aqui que não é a quantidade de tempo estudado que vai determinar aprovação, e sim a qualidade. Então se você ficou 5h estudando, mas estava cansado ou com outras milhões de coisas na cabeça, aquelas horas líquidas e nada foram a mesma coisa. Sabemos que muita gente fala que se instiga e se sente motivado tentando bater a “meta” de horas líquidas. Bem, você é bem livre pra fazer o que quiser, mas a meta que deveria estar se preocupando é o CORTE da sua prova, e não o estudo por estudo. O estudo tem que ter um objetivo, que é a sua APROVAÇÃO. Para isso, você precisa estudar e FIXAR. Para isso, objetivos secundários devem ser deixados de lado, como estatísticas, recordes e…. horas líquidas. Saiba mais em https://www.adnconcursos.com.br/
Formando a base no estudo para concursos

Todos nós já estivemos (ou estamos) nessa fase: formando a base no estudo para concursos. Mas o que é a base? Então, nesse ponto, podemos dizer que somos minoria. Enquanto a maioria das pessoas, inclusive inúmeros aprovados, falam que para formar a base você tem que ler todos os assuntos do edital por livros/manuais e depois revisá-los ininterruptamente até fixar, nós falamos exatamente o CONTRÁRIO. E explicamos. Base é o sustentáculo do seu estudo. É aquilo que sempre vai te acompanhar. Que você não pode esquecer. Você pode não lembrar daquele detalhe que deixaria mais completo seu estudo, mas a base não pode esquecer. Nós costumamos fazer uma analogia com um castelo: você pode deixar de construir uma torre (detalhe), mas não pode deixar de fortificar a fundação, que é o que sempre vai sustentar o castelo. TORRES BONITAS NÃO SUSTENTAM CASTELOS. Em poucos termos, o que seria a base? Toma nota aí. Base é: estudar superficialmente (1) poucos assuntos (2) de maneira repetida (3) para fazer com que você lembre mais rápido na hora da prova (4). Superficial, poucos assuntos, repetidos, rápido. É o oposto do que te falaram né? “Estude de forma completa (aprofundada) todos os assuntos do edital, uma vez, e você vai lembrar”. Bem, não é o que a aprendizagem fala. Em nenhum tipo de aprendizado você começa pelo aprofundado. SEMPRE É PELO BÁSICO. Porque nos estudos para concurso seria diferente? Quando estamos formando a base, ler de forma aprofundada no início só vai te fazer perder tempo, além de ocupar sua mente com minúcias que serão esquecidas. Repetição. Nada mais é do que repetir o que já leu. A cada releitura você vai fixando mais. Mas perceba. Como são poucos assuntos, você vai reler de forma bem mais rápida. E esses poucos assuntos vão te garantir mais pontos do que todos os outros juntos, porque estatisticamente são o que mais cai (ideia dos cursos intensivos). E por fim, algo que pouca gente se liga. Sabe aqueles momentos que você lembra da questão só depois da prova? Então, é porque não estava muito bem fixado. Por isso a importância de lembrar mais rápido. Pra ser aprovado, o seu castelo não precisa ser o mais bonito (sabe aqueles sabe-tudo que não passam?). Pra ser aprovado, o seu castelo só precisa ficar em pé depois da tempestade! Saiba mais em https://www.adnconcursos.com.br/
Diferença entre o estudo de prova objetiva e subjetiva em concursos públicos

Aprenda a diferença entre o estudo de prova objetiva e subjetiva em concursos públicos. Você já ouviu aquele ditado “não ponha a carroça na frente dos bois”? Pois é. Isso resumiria bem o que falaremos aqui. Da mesma forma que se você colocar a carroça na frente dos bois que a estão puxando, fatalmente ela vai se desgovernar, se você começar a estudar para uma prova subjetiva antes de lidar com a prova objetiva, você não irá bem. Mas por quê? O conhecimento não é o mesmo? Sim, o conhecimento é o mesmo, mas a forma de cobrá-lo é diferente. Na prova objetiva, o conhecimento está na sua frente, basta você dizer se aquilo está certo ou errado. Na prova subjetiva, o examinador te pede conhecimento. Você tem que elaborar e demonstrar, então precisa estar mais a par da situação e ter um conhecimento mais aprofundado. Outra maneira de encarar é que na objetiva você só precisa saber um pouco de muitos assuntos, enquanto na subjetiva você precisa saber muito de poucos assuntos. Vocês não têm noção do tanto de gente que vem buscar orientação perguntando: mas esse estudo é específico pra objetiva, e as subjetivas, não é bom se preocupar com elas? E a prova oral? Sim, pessoas que nunca passaram em 1 fase já preocupadas com a prova oral. E aqui vai outro ditado. “Cada dia com sua agonia”. Não nos exasperemos. O estudo para prova objetiva é um estudo mais enxuto, muita letra de lei, resumos e resolução de questões, ao passo que o estudo pra subjetiva contém leituras mais aprofundadas, e não precisa tanto da lei seca, já que se tem acesso ao vade mecum na maioria das provas. Porém tal estudo só deve ser feito quando construímos aquela famosa “base”, que vai nos fazer passar na objetiva e assim alcançar a subjetiva. Enquanto essa base não estiver sólida, não adianta estudar para prova subjetiva, porque você não vai passar na primeira fase. Mas e quando a primeira e a segunda fases forem no mesmo fim de semana? A lógica continua valendo. Aqui os simulados vão ser muito importantes. Se não estiver perto, foco só na objetiva! Às vezes temos que fazer escolhas TRÁGICAS! Temos que escolher. Ficar em cima do muro não dá. Saiba mais em https://www.adnconcursos.com.br/
O tempo está quebrado? Resolva questões!

Leia até o final para entender melhor. Não foram poucas as vezes em que me vi naquela situação que todos nós passamos: tempo livre, mas sem as circunstâncias ideais pra se estudar. Uma das soluções é escutar algo, seja uma aula ou uma leis/informativos em áudio, como já falei. Mas e quando a gente está tranquilo, mas não esta no nosso ambiente de estudo? No trabalho, por exemplo. Eu trabalhava no atendimento ao público. Tinha dias que passava o dia em pé (quando tinha publicação no prazo). Outros dias eram mais tranquilos, porém precisava estar ali disponível. O que fazia? Ficava RESOLVENDO QUESTÕES. Ué, Adalberto? Mas o que isso tem de novidade? Eis um pensamento que talvez ainda não tenha te ocorrido: Quando você lê qualquer tipo de material, seja a lei, ou a doutrina, se algo ou alguém te interrompe (o atendimento ao público, por exemplo), você perde o fio da meada daquele raciocínio, e, depois, pra voltar, exige bem mais concentração. Normalmente se regride muito. As vezes, antes de voltar, você é interrompido de novo rsrs. E aí a produtividade nessas horas fica muito baixa. Porém, se você for fazer questões, a cada questão passada, o raciocínio já fica consolidado e você avança. Se alguém lhe interrompe, você dá a atenção, mas quando voltar, voltará praquela questão, e assim não regredirá nas demais questões que já fez. Entende? Obviamente, para fazer isso, você precisa entender que a resolução de questões é um meio de se aumentar conhecimento como qualquer outro, então você não pode resolver as questões apenas quando estuda determinado material. Faça um teste. Baixe um aplicativo no celular (qconcursos, por exemplo) e resolva questões de forma aleatória. Sempre tenha em mente que o importante ali não é acertar a questão, e sim o aprendizado que aquela resolução lhe trará, tanto pra consolidar temas já estudados, como para entender como determinado tema ainda não estudado é cobrado na prova. Assim, quando você chegar em casa, poderá dar como cumprido o seu horário de questões, e direcionar mais tempo pra leitura da lei e doutrina, agora em seu habitat de estudos.
