Zonas de Conforto – Não fazer simulados

Para finalizar essa série de textos sobre zonas de conforto, vamos trazer uma das mais importantes e uma das que mais gente se encontra: não fazer simulados (provas antigas do concurso que você tem interesse). Se você ler esse texto até o final, vai ficar convencido que tem que fazer simulados, ao menos uma vez por mês. Vamos lá… Por que as pessoas não fazem simulados? Naturalmente, o principal motivo que dizem é que é preciso esgotar todos os temas para poder se testar. Mas isso é uma balela das maiores! Isso é um resquício do que aprendemos no modelo de ensino tradicional, essa ideia de que só podemos nos testar após estar “preparados”. Isso vem do colégio, e continuou na faculdade, mas concursos não são assim! Funcionava de certa maneira no colégio e faculdade porque os assuntos eram pequenos. Nos concursos, é cobrado um mundo de coisa. Você acha realmente que vai lembrar de tudo que estudou? Estudar todo o edital e achar que isso é suficiente para ir bem em uma prova é uma das maiores ilusões do mundo dos concursos. Com certeza você já viu acontecendo com alguém, que conseguiu “bater” um edital de cabo a rabo e foi fazer a prova, mas, quando saiu o resultado, levou uma bomba. Isso se dá porque sempre esquecemos o que estudamos ou aprendemos! Sempre esquecemos algo. Tem que se aceitar isso e tentar “diminuir o estrago”. Como? Sabendo bem o que cai nas provas e onde podemos melhorar pra estudarmos de forma otimizada. Se você fizer logo um simulado e detectar seus pontos fracos, você poderá direcionar seus estudos de modo a diminuí-los. Ao se fazer logo a prova, por mais que você vá mal, vai poupar bastante tempo e energia nos próximos estudos. É melhor saber logo onde precisa melhor do que descobrir isso no dia da prova. É a mesma coisa de se fabricar um foguete e descobriu se tudo tá funcionando só no momento da decolagem. Não tem como dar certo. Mas os simulados ainda tem outras vantagens. Te ajuda a lidar bem com o tempo de prova, pois você já terá feito uma prova semelhante várias outras vezes. Te faz ver cascas de banana, pois você é obrigado a encarar aquilo como uma prova, então tem que ter atenção redobrada. E o mais importante: como você pode medir sua evolução em relação aos outros por meio da nota de corte, acaba te dando a motivação necessária tantas vezes buscada, pois você vai percebendo o seu sonho mais perto ao progredir nos acertos. Nesse texto, demos várias vantagens para se fazer simulados ao longo da preparação, e o único argumento que você talvez tenha para “rebater” essas vantagens é o fato de não ter estudado tudo antes de fazer o simulado. O que isso é? Zona de conforto. Medo de errar. Aí o problema não está em não fazer o simulado, e sim na sua cabeça. O medo vai te limitar e te prejudicar para conseguir seus objetivos. Pense nisso! Um abraço! Saiba mais em https://www.adnconcursos.com.br/
Zonas de Conforto – Estudar da maneira que gosta

Hoje vamos falar sobre uma coisa que pouca gente gosta de ouvir: o estudo de concurso não tem que ser legal, na verdade ele tem que ser o necessário para você passar. Quando isso entrar na sua mente, você vai começar a pensar um pouco fora da caixa. Se você estudar do jeito adequado e gostar, ótimo. Mas tem algumas maneiras que dificilmente vão lhe levar ao sonho da aprovação. Exemplos temos aos montes: “detesto lei seca, vou ler informativos; a aula do professor fulano é tão boa, aprendo tudo, nem preciso fazer questões; caraca, adoro aquela Bíblia do Gilmar Mendes, altas teorias mirabolantes, me perco lendo aquilo ali.” Se você já teve esses pensamentos, cuidado. Não é que vá dar errado, mas há uma grande chance. E isso não é a ADN dizendo para fazer você comprar nossos cursos. É algo lógico, e com uma avaliação objetiva você consegue perceber isso. Faça uma prova ou um simulado, e, de maneira sincera consigo mesmo, veja como está seu nível após esses tipos de pensamento. Muitas pessoas nos procuram e dizem que zeraram os informativos do Dizer o Direito, mas nunca leram o CPC de cabo a rabo. Não adianta. Lei seca despenca em prova, em todo tipo de prova. Você tem que fazer alguns sacrifícios, de outra forma é praticamente impossível passar nos concursos! No pain, no gain. Não precisa ser o pior dos mundos, mas o essencial você precisa fazer. Lei seca e questões são essenciais em qualquer concurso. Qualquer um. Se não gosta, procure meios de ir aos poucos se acostumando. Há novos materiais de lei seca com letras maiores e mais manuseáveis, pra tirar um pouco daquela frieza do Vade Mecum tradicional. Quanto a questões, muita gente tem medo de errar questões quando está estudando. Mas esse é o momento de errar, você tem que acertar na prova! Treino é treino, jogo é jogo. Busque alternativas pra fugir ao comum. Aquele que não luta pelo futuro que quer, deve aceitar o futuro que vier. Fica a dica! Saiba mais em https://www.adnconcursos.com.br/
Zonas de Conforto – Estudar apenas matérias que gosta

O tema de hoje é sobre um tópico que parece óbvio, mas muita gente gente insiste: focar em estudar apenas as matérias que gosta. “Ah, empresarial é muito chato… Vou estudar penal que é mais legal e caem mais questões”; “Nossa, detesto tributário. Vou compensar estudando constitucional, que eu me garanto.”; “Ah, desisto! Nunca vou aprender raciocínio lógico. Mas meu português é bom, vai dar certo”. Com certeza você já escutou ou ouviu alguém falando coisas do tipo. Por que isso é zona de conforto? Simplesmente porque você não quer justificar pra si mesmo uma atitude que lá no fundo você sabe que está equivocada. Não quer se frustrar ao sentir que não está entendendo nada. Ou não quer dar ter a disciplina para estudar e insistir até entender determinado assunto. E o que vai acontecer se você mantiver essa atitude? É muito mais fácil estudar pra acertar questão fácil que questão difícil. Como você está fazendo uma análise subjetiva (o que é difícil pra você e não pra todos), não se apercebe que vai acabar errando questões consideradas fáceis das matérias que considera difíceis, justamente por não tê-las estudado. Então você poderia pensar: “Mas pelo menos vou acertar mais questões difíceis da matéria que sou bom”. Negativo. Existem inúmeros motivos pra se errar uma questão, e a falta de conhecimento é só uma delas. Pode ser desatenção, pode ser que você saiba muito sobre algo que é simples e complique, ou pode ser que a questão simplesmente esteja mal elaborada (o que acontece mais vezes do que deveria). Tudo isso pode fazer você errar uma questão. Mas não vai ser a questão difícil que fará a diferença na aprovação, pois muita gente também erra. É a questão fácil que fará, pois a maioria deve acertar e, você errando-a, acaba ficando pra trás. Além disso, em termos de quantidade de matéria estudada, estudar pra acertar uma questão fácil é bem menos tormentoso do que estudar pra acertar uma questão difícil. Você gasta bem mais tempo pra estudar algo aprofundado, com suas mil teorias, do que algo mais básico. Só pensar em ambiental , que sabendo apenas 3 leis relativamente curtas, você faz mais de 70% da prova. Por que então estudar um curso de direito civil? O tempo será muito maior e o ganho bem menor. Seja pragmático. Pense nisso! Saiba mais em https://www.adnconcursos.com.br/
Zonas de Conforto – Indecisão quanto ao concurso

Com certeza. algumas das grandes dúvidas dos concurseiros é: “Posso estudar pra três concursos ao mesmo tempo? Dá para se preparar para magistratura e procuradorias? E para técnico e analista?”, e poderíamos continuar citando outras dezenas de dúvidas de alunos semelhantes. Mas, se você parar para pensar, são questionamentos válidos, além de dúvidas super comuns. Então por que isso é uma zona de conforto? Porque a indecisão é o maior argumento para justificar fracassos. Não somente indecisão em relação ao concurso, mas em qualquer aspecto da sua vida. É zona de conforto porque, ao não se dar bem num concurso, entre vários outros fatores externos (quase nenhum interno, curiosamente), você pode pensar: “Ah, mas não estudei direito pra ele. Se tivesse me preparado da forma certa, a história com certeza seria diferente. Se eu tivesse focado em um só concurso desde o começo, já teria sido aprovado sem sombra de dúvidas.” Quem nunca pensou assim, que atire a primeira pedra! Mas você precisa de foco. E todo mundo sabe que é preciso ter foco no estudo para concursos, mas poucos conseguem ter? Por quê? Porque é MUITO DIFÍCIL. É uma questão de hábito e de saber o que quer, principalmente. No livro “Foco”, de Daniel Goleman, ele menciona: riqueza de informação gera pobreza de atenção. Tradução pra Concursos: riqueza de concursos leva a pobreza no direcionamento do estudo. Mas, e aí, como escapar disso? Tem 3 fatores que você deve levar em consideração. Um, naturalmente, é a proximidade entre os concursos. MP e magistratura por exemplo (estadual, pois o federal eh bem diferente). O segundo é análise de edital para estudo em comum – as matérias de Constitucional, Administrativo e Processo Civil são cobradas com ênfase parecida para juiz e para Advogado público. Penal e tributário são cobrados de forma mais pesada só para um dos dois, então pode ser um pouco diminuído o estudo até sair um edital certo. E o último fator seria a sua capacidade de se decidir. Por mais que se aplique as duas dicas anteriores, uma hora você vai ter que se decidir. E, quando se decidir, que já é difícil, faça algo mais difícil ainda, MANTENHA SUA DECISÃO. Isso não impede que você faça outros concursos, mas seu estudo tem que ser focado em um! Saiba mais em https://www.adnconcursos.com.br/
Zonas de conforto – Cursinhos e videoaulas

Primeiramente, é importante ressaltar que respeitamos bastante qualquer trabalho, inclusive o dos cursinhos mais tradicionais, que trabalham fornecendo aqueles PDF’s e aquelas videoaulas que todo concurseiro conhece. Mas procuramos sempre fugir do óbvio para trazer resultados diferentes para nossos alunos. Por que cursinhos e videoaulas são uma zona de conforto? Porque a esmagadora maioria das pessoas vai ter dois comportamentos com os cursinhos: Ou vai assistir às aulas, e somente assisti-las, sem fazer nada mais, porque não tem tempo (uma pessoa que trabalha e tem apenas 3 a 4h disponíveis pra estudar , vai gastá-lo todo em aulas); ou, se tiver mais tempo, vai assisti-las, depois estudar o que foi visto na aula (legislação, doutrina e poucas questões..) e assim seguir, todos os dias, normalmente por um ano (quando conseguem). Durante esse ano, ou ao final dele, vão fazer uma prova e aí… BOMBA. “Mas, poxa, o que aconteceu? Eu estudei todo o edital de forma tão boa”. O que aconteceu foi que você esqueceu boa parte. E o cursinho contribuiu em muito pra isso, pois não te deixou respirar, já que, para “bater” o edital, vinha com matérias novas todos os dias. Mas os problemas não param por aí. Os cursinhos nivelam por baixo, até porque o nível dos alunos é o mais variado possível e não tem como exigir muito. Os cursinhos, e isso vale apenas pros presenciais, tomam muito tempo de deslocamento. Os cursinhos são caros, pelo menos os que são considerados razoáveis. Os cursinhos, muitas vezes, tem alguns professores ruins que também te fazem perder tempo. “Mas e os bons professores do meu cursinho? Eu aprendo muito as suas respectivas matérias com eles”. Você já experimentou se dar a chance de aprender sozinho(a)? Ou você partiu do pressuposto que o professor vai te explicar melhor do que você entendendo por si mesmo? Isso é zona de conforto. É preferir o mais fácil, e não o mais eficaz. Há pesquisas que demonstram que as ligações em nossa mente se formam de maneira muito mais forte quando você deduz por si só o que está aprendendo. Estudo ativo. O cursinho vai ser interessante pra quando você não sabe rigorosamente nada, como uma pessoa formada em engenharia que vai fazer concurso pra técnico de TRT. Mas caso você já tenha uma noção MÍNIMA do conteúdo que precisa estudar para o concurso do seu interesse, existem outras formas mais eficientes de se utilizar seu tempo para estudar. Tudo é uma questão de custo benefício de tempo, além de dinheiro. Você pode aprender muito mais utilizando aquele tempo da aula estudando por si só que gastando num cursinho, seja ele qual for. A maioria é caça níquel, de qualidade péssima. Não sejam a “manada”, aqueles que vão com todo mundo. Procurem se auto avaliar (simulados são uma boa maneira). Não vai ser o cursinho que vai te guiar até a aprovação. Eles têm milhares de alunos e só algumas dezenas de pessoas vão ser aprovadas. E pode ter certeza, poucas de cursinhos. E dessas poucas, pergunte se o cursinho foi fundamental na aprovação e serão menos ainda! Não seja mais do mesmo. Confie mais em si mesmo! Saiba mais em https://www.adnconcursos.com.br/
Não tente determinar o que vai guardar na memória

Nossa memória fica em uma região do cérebro impossível de ser domada. A memória é algo relativamente inexplorado pela ciência, tendo em vista ser excessivamente subjetiva, mas uma coisa é certa: ela não funciona numa ordem lógica e sequencial. E isso é simples de provar. É muito provável que você lembre de coisas que aconteceram (ou que você leu) na semana passada e não lembre de algo que aconteceu ontem. Indo ainda mais longe… Tem coisas que você leu há 15 anos uma única vez e ainda lembra, ao passo que se tentar lembrar exatamente o que viu hoje às 7 da manhã, provavelmente não vai conseguir recordar. Há pesquisas que provam algumas coisas muito peculiares, como, por exemplo, indivíduos que sem querer alteram sua memória em virtude de outras experiências posteriores. Isso é muito comum de acontecer, inclusive, em conversas familiares. “Eu tenho certeza que não foi desse jeito. Lembro perfeitamente”. Daí seu pai mostra um vídeo de você fazendo exatamente aquilo que tinha feito. E não foi sua culpa. É só que nossa memória funciona do jeito dela. O mais importante é VOCÊ NÃO QUERER DOMINÁ-LA. Muitos tentam SISTEMATIZAR o que devem lembrar, mas infelizmente essa é uma estratégia ruim. Vamos a alguns exemplos: – Revisões pré-programadas: 1 dia, 1 semana, 1 mês, 6 meses; 7 15 30; 7 30 60; 1 7; 30 60 90 120… Não importa a periodicidade. Você pode lembrar de algo lendo uma vez ou pode esquecer lendo várias. – Leitura intensiva até decorar: essa é uma das piores. Você não vai conseguir empurrar de forma forçada algo na sua memória de longo prazo. E lembre-se: a matéria do concurso é gigantesca. Para concursos curtos, pode até servir, afinal o espaço cabe. Mas pra concursos grandes, nunca vai. Existem outras, como organização de flashcards por cores, números, gavetas, etc (não é o flashcard em si, que pode até ser útil, o problema é querer encontrar alguma lógica e uma forma “garantida” de que não vai esquecer). Certo, mas e aí? O que eu faço? Largo tudo e vou fazer tatuagem na praia? Claro que não. A questão é: APENAS SE PREOCUPE COM O QUE DE FATO FAZ DIFERENÇA. Pare de querer encontrar lógica em tudo! E como faço isso? O que faz você passar? O que você aprende. O seu estudo. Não é o modo que lembra, é O QUE lembra. Saiba mais em https://www.adnconcursos.com.br/
5 requisitos para um estudo proveitoso e eficiente

O sucesso nos estudos para concursos requer não apenas dedicação, mas também uma abordagem estratégica para otimizar o aprendizado e garantir melhores resultados. Neste sentido, alguns princípios fundamentais podem ser adotados para potencializar o rendimento do estudo, e é deles que vamos tratar nesse texto. Confira! 1- Qualidade do sono Durma bem. O requisito mais importante, sem dúvida. O sono ajuda não só a recarregar as energias pro dia seguinte, como também a consolidar o que você estudou nos dias anteriores. 2- Não espere as circunstâncias perfeitas para estudar. Às vezes, essas circunstâncias não vêm, mas mesmo assim você tem que estudar. Não ache que o estudo só rende quando estiver bem organizadinho. Paradoxalmente, muitas vezes estudar na dificuldade faz você prestar mais atenção (cuidado para não confundir com estudar cansado). 3- Não queira entender tudo de primeira Como em qualquer campo da nossa vida, muitas vezes é impossível pegar algo de primeira. Imagina só se nós fizéssemos de primeira e aprendêssemos a cozinhar, a tocar um instrumento ou a praticar um esporte… Não é possível, pois são coisas mais complicadas. No estudo para concursos, funciona da mesma forma. Há atos mais simples, outros mais complexos. Comece do simples. 4- Estudo para concursos não é um fim em si mesmo Lembre-se que o estudo pra concurso não é um fim em si mesmo, mas sim destinado a um objetivo, qual seja, uma prova. Isso se aplica a diversas situações, como por exemplo fazer questões do que acabou de estudar, quando na prova (que acontecerá daqui a um tempo), você não terá essa facilidade. Lembre-se também que simplesmente cumprir tudo o que você se propôs, apesar de ser reconfortante, pode não ser suficiente. Tenha meios de se testar. 5- Cuidado com a fadiga Cansou? Pare AGORA. É possível citar mil motivos pra você entender isso, mas vamos colocar só 2. Se tempo de estudo e páginas lidas fossem sinal de aprovação, muita gente estaria aprovada por aí, quando na verdade a maioria das pessoas não é aprovada. Outra é que o cansaço faz com que você guarde aquela informação lida por bem menos tempo (as vezes poucos minutos). Lembre que você precisa lembra na prova. Saiba mais em https://www.adnconcursos.com.br/
Para que a faculdade nos prepara?

Normalmente, você entra na faculdade e escolhe um dos dois caminhos: ou vai ser aquele aluno mediano que só quer curtir, ou vai ser aquele responsável que seguirá com boas notas até o fim. Poucos são os que escolhem o caminho dos concursos já na faculdade, pois pra fazer isso teriam que deixar a faculdade um pouco de lado (raros são os que conseguem conciliar bem). Por isso, a maioria das pessoas não escolhem tomar esse caminho, mesmo que tenham como sonho um cargo público, e acabam se envolvem nos projetos universitários, entram em centro acadêmicos, estágios, etc. Então se formam. A OAB, para quem é do Direito, já é um divisor de águas, porque a pessoa começa a enxergar que de fato começou a vida adulta. Tem gente que já empanca aí. Na verdade, A faculdade não te prepara pra prova da OAB. Não te prepara pra provas de concurso. Não te prepara nem pra ser advogado nem pra ser concursado. Ela te prepara pra ser acadêmico. E não há nenhum problema com isso, mas o academicismo não vai te ajudar em rigorosamente nada no mundo dos concursos. Nada. É só você parar para pensar um pouco sobre o formato do curso de Direito nas faculdades: cadeiras malucas no início da faculdade que, muitas vezes, nada têm a ver com Direito; exigência de atividades complementares que se traduzem em participação em grupos ou artigos acadêmicos (ou coisa que o valha); e, ao final, monografia sobre uma temática específica, já incentivando que você continue nela para uma pós graduação (em sentido lato) e virar professor depois. Paradoxalmente, você faz tudo isso de forma excelente e quer, no final, estudar para concursos. Mas não dá pra ter excelência em tudo. Então os concursos ficaram em segundo plano ao longo de 5 anos de curso e agora, após você se formar, estão em primeiro. O que fazer? Cursinho pra OAB, depois cursinho de um ano pra se “atualizar nos concursos”. Qual o sentido de passar 5 anos estudando uma coisa para, após isso, ainda ter que fazer mais cursos para se atualizar? Não é uma estratégia muito inteligente… A faculdade forma as pessoas. Formar significa “pôr numa fôrma”. Ser o que tradicionalmente as pessoas querem de você. Mas você não precisa obedecer a essa formação. Se realmente quer um cargo público, deixe a faculdade um pouco de lado, mas cumpra, afinal o diploma será requerido. Tenha suas prioridades. Você precisa renunciar a algumas coisas. Saber o que quer implica necessariamente em escolhas difíceis, mas necessárias. O sim pra algo implica em NÃO pra várias outras coisas. Saiba mais em https://www.adnconcursos.com.br/
O perfeccionismo nos estudos te prejudica

Sim, foi isso mesmo que você leu no título. A primeira reação dos autointitulados perfeccionistas ao ler isso é parar por aqui. “Sou perfeccionista mesmo. Não vou mudar o que sempre fui”. Você não precisa concordar, mas até quando se vai discordar de algo, é preciso escutar o outro lado. Bem, ser perfeccionista não é ruim. Há inúmeros campos de nossa vida em que essa característica vai ser extremamente bem-vinda. Notadamente aquelas que temos que nos ligar muito em detalhes. Se você é um cerimonialista, precisa disso. Se você é um médico cirurgião, imagino que também precise disso, afinal qualquer desatenção pode tirar uma vida. Outras vezes, você nem precisa ser permanentemente assim: pode, por exemplo, dar mais atenção aos detalhes quando está preparando uma surpresa para alguém que goste. Agora note que em todos os campos mencionados, os detalhes estão relativamente inseridos num universo muito pequeno. Uma festa, uma cirurgia, uma surpresa. Isso não acontece com os concursos. No estudo pra eles, temos que lidar com uma enormidade de informações, que devem ser minimamente acomodadas para que possamos ter sucesso. Isso faz com que você tenha que dispensar a preocupação com a minúcia. Por isso sempre sugerimos se preocupar com o efetivo aprendizado. O conteúdo tem que se sobrepor à forma. O conhecimento superficial tem que se sobrepor ao detalhe, porque é o primeiro que vai fazer a grande diferença. Horas líquidas, sistemas confusos e impossíveis de revisão, apego à sistemas de anotações e metas absurdas não devem ser primordiais quando se tem ainda bastante coisa “mínima” pra ver. Como se preocupar com a parte aprofundada se não se tem ao menos noção do todo superficial? Isso ganha ainda mais relevo quando você precisa passar numa prova objetiva antes de fazer a subjetiva, fase que se exige um pouco mais de detalhes. Nesse momento, o timing vai ser fundamental, mas uma coisa é certa: você nunca estará preparado para uma subjetiva se não estiver para a objetiva. É algo lógico. Por isso, sempre busque a perfeição , algo que é inerente ao ser humano, mas seja IMPERFECCIONISTA NOS ESTUDOS! Saiba mais em https://www.adnconcursos.com.br/
A dependência do trajeto

Existe uma propriedade da natureza que os cientistas chamam de propriedade dependente do trajeto. Pode ser ilustrada da seguinte maneira: a experiência de ser submetido primeiro a uma operação de pedra nos rins e, depois, à anestesia, é diferente de quando os procedimentos são executados na sequência oposta. Imagine um paciente que tome a anestesia apenas depois de fazer a cirurgia… Isso não faz SENTIDO. E nem irá servir pra nada. A mesma coisa vale para uma pessoa que come a sobremesa antes do almoço e deixa a salada pro fim. Os sabores acabarão totalmente diferentes. Em resumo, a dependência do trajeto considera a ordem dos eventos, e não apenas a direção. Pois bem. Nos concursos públicos ocorre algo semelhante. Quando você está no início da sua vida concurseira, não tem sentido pegar um manual para estudar coisas aprofundadas. Essas coisas aprofundadas são perfumaria, são a sua sobremesa, ou seja, você não pode colocá-las antes do almoço. O que é o almoço nessa situação? Lei seca, doutrina básica, questões, etc. “Ah, mas eu posso estudar ao mesmo tempo ambas as coisas, porque se não fico inseguro”. Você já tentou comer uma sobremesa ao mesmo tempo que saboreia seu almoço? Já tentou colocar tudo num liquidificador, almoço e sobremesa, e comer ao mesmo tempo? Deve ter um sabor horrível. Porque não faz sentido. “Ah, mas a maioria das pessoas estuda assim…” Será que esse argumento ainda é pertinente mesmo depois de todos os casos de reprovação da maioria das pessoas? Fica aí a reflexão… Você precisa ser curioso. Busque a melhor maneira para sua atual fase de estudos. A etapa de estudos que você está depende tanto de há quanto tempo você estuda, como da fase do concurso que você precisa passar. Enfim, e mais uma vez, TENHA TIMING! Saiba mais em https://www.adnconcursos.com.br/
