Material de Apoio VS Material de consulta

No post de hoje, vamos tratar sobre um assunto muito importante e que muita gente tem dúvidas: a diferença entre material de apoio e material de consulta. Normalmente, quando as pessoas chegam perguntando para nós se determinado material é bom, grande parte das vezes nossa resposta é a mesma: não recomendamos materiais muito longos, por dificultar a repetição. Nós da ADN sempre sugerimos materiais mais curtos, como, por exemplo, o nosso material próprio fornecido em nossa Assinatura. Mas também é possível utilizar alguns PDF’s que existem no mercado (boa parte já testada e comprovada pelos concurseiros, senão já teriam saído de linha por seleção natural), sinopses, notações de aulas de grandes cursos ou coisas do tipo. Esses são exemplos de materiais de apoio. Ou seja, são aqueles que sempre tem que estar com você. Por outro lado, é interessante ter alguns materiais de consulta. Como o próprio nome já diz, são aqueles que você precisará consultar aspectos pontuais de determinado assunto. Recomendamos fazer isso com Manuais, por exemplo. Muitas pessoas têm muita dificuldade de utilizar Manuais, mas o mais importante que você precisa saber é o momento em que vai usar eles. O famoso timing. Se você está estudando para uma prova objetiva com edital na praça, vale a pena consultar algo no manual? Não, pois existe uma porção de conteúdo que você terá que ver de forma superficial para se dar bem na prova objetiva. Quanto mais perto da prova, mais objetivo deverá ser seu estudo (por esse motivo que recomendamos o aumento na resolução de questões perto das provas). É uma questão de gestão do tempo. Falando de forma mais detalhada a respeito dos Manuais, eles podem ser utilizados tanto como materiais de consulta como de apoio. A escolha da forma de utilizá-los vai depender do timing, como foi explicado anteriormente, e do seu momento de vida. Na faculdade, por exemplo, se você busca um concurso de carreira jurídica, será interessante utilizar Manuais como material de apoio, pois terá bastante tempo até ter condições de fazer uma prova com chances de passar. Você fará provas de maneira séria dali há muito tempo, então faz sentido fazer essa escolha. Por outro lado, ele será seu material de consulta quando você estiver estudando para segunda fase e precisar aprofundar determinada temática nele, temática esta que você identificará quando estiver treinando por rodadas de questões discursivas/peças. Identificado o assunto que você não consegue desenvolver o tema, você parte pro manual pra ler só aquilo de forma aprofundada. Ou seja, você já tem uma noção boa do que é cobrado e do que precisa aprofundar com Manuais. E como você desenvolve essa noção? Estudando para a prova objetiva com materiais mais curtos. é nesse contexto que o timing faz total diferença. Saiba mais em https://www.adnconcursos.com.br/

As ideias são o começo de todas as realizações humanas

As ideias são o começo de todas as realizações humanas. Ensine todos os estudantes como reconhecer ideias práticas, que podem ser de grande benefício para ajudá-los a adquirir o que quer que seja que a vida exija deles. Ensine aos estudantes como fazer uma administração efetiva do tempo e, sobretudo, ensine a verdade de que o tempo é o ativo mais valioso disponível para todos os seres humanos, e também o mais barato. Essas citações são de um trecho do livro “Mais esperto que o diabo”, de Napoleon Hill, um dos melhores livros sobre liberdade e sucesso. Nessa parte em específico, ele fala duas coisas primordiais pra mim nós, concurseiros: pragmatismo e tempo como nosso bem mais valioso. O trecho fala em: “adquirir o que quer que seja que a vida exija deles.” No seu caso, o concurso. Pragmatismo significa que o estudo para concursos não é um fim em si mesmo. Ele é um meio destinado a um resultado, que é a aprovação. Por isso, não adianta você fechar os olhos e fazer tudo como se planejou antecipadamente, sem aferir se isso está dando certo ou não. Não é porque você cumpriu todo o plano que o resultado virá: ele precisa de ajustes no caminho. O caminho se faz caminhando. Sobre o tempo, ele tem que ser avaliado tanto no tempo presente como no futuro. Administração de tempo é essencial. Por exemplo, tendo sua rotina como base, o que vale mais a pena em termos estratégicos: estudar 10 horas hoje e nada amanhã ou 4 horas hoje e 4 amanhã? Nesses momentos, 4 + 4 > 10. Acredite. Se o tempo não precisasse ser administrado, não existiria um campo de estudo chamado Administração de Tempo. Outro aspecto do tempo é o tempo futuro. Você está disposto a passar quanto tempo estudando? Por mais que agora você pense que só não passará no concurso dos seus sonhos se desistir no caminho, esse pensamento vai perdendo força quando o tempo passa, pois todos nós precisamos de motivação. Nossa vida precisa avançar, e, geralmente, ela fica meio parada enquanto estudamos. Varios projetos adiados, sacrifícios constantes e tudo mais… Com o tempo, isso começa a desgastar bastante, e é por isso que você precisa gastar mais tempo pensando em como vai enfrentar essa realidade, coisa que muita gente não faz. Estratégia mais uma vez.   Saiba mais em https://www.adnconcursos.com.br/

Sobre controle de revisões

Atualmente, na internet, é muito comum ver muita gente falando sobre controle de revisões. Tabelas, métodos, aplicativos, roteiros, etc… Ou seja, muitos métodos que focam exclusivamente na forma, e pouco se debate sobre o conteúdo, ou seja, o quanto efetivo é o método (o quanto você consegue lembrar). Isso deriva. muitas vezes, do modo como vemos a vida, em que queremos ter controle sobre todos os aspectos dela, mas a realidade é que não temos controle nenhum. Com os estudos, não é diferente. Você não vai conseguir lembrar um conteúdo na prova só porque o revisou ele um dia, uma semana, um mês, ou qualquer que seja a estratégia de revisão que você tenha usado. Seu cérebro não funciona desse jeito. Ele é uma máquina que sempre vai buscar o melhor desempenho possível gastando o mínimo de energia. Se ele entender que um assunto não é pra ser lembrado, não vai ser, e ponto final. Você pode querer se impor a ele, mas você vai perder. Quantas vezes você pegou se lembrando de algo que leu uma vez na vida de forma detalhada, e quantas vezes você acaba esquecendo de coisas de materiais que você leu mil vezes? Faça essa reflexão e pense se você vai conseguir determinar à força o que seu cérebro vai guardar na sua memória mesmo… Por isso que não adianta tentar ter o controle de tudo. Na prática, não temos controle de nada. Isso se chama aleatoriedade, e ela vive acontecendo na nossa vida. Não adianta fazer o melhor esquema de todos para lembrar, porque você vai esquecer várias coisas nos momentos importantes. Ao invés de fazer isso, se concentre no que efetivamente vale a pena fazer: estudar. Estudando devagar e sempre, a cada repetição de conteúdo, você vai agregando mais e o saldo entre lembrar e esquecer vai ser positivo. Mas essa repetição e fixação deve ser espontânea, de acordo com seu tempo… Não adianta forçar. Se você tem mais facilidade na matéria, naturalmente ela vai ser absorvida mais rapidamente, e isso vai ajudando a consolidar mais e mais. Se você tem mais dificuldade na matéria, ela vai ser mais devagar, mas isso faz parte do processo. Por isso, mais uma vez: não tente criar essa sensação de controle de quando você vai revisar algo. Você está se apegando mais à forma que ao conteúdo, e isso simplesmente não funciona. Por isso que pessoas perfeccionistas, muitas vezes, não dão certo no mundo dos concursos se não mudarem um pouco seu jeito de ser. Já ouviram falar da expressão “esquecer para lembrar”? É uma expressão bastante conhecida na Teoria de Aprendizagem. Significa que o cérebro precisa fazer uma “limpa” constantemente na nossa memória de curto prazo (memória mais consciente). Ele precisa fazer isso para ter espaço para lembrar do que realmente importa. Ou seja, o esquecimento faz parte do processo de aprendizagem, e é algo que você não pode (nem consegue) ignorar. Muitos vão falar que o jeito deles revisarem dá certo, que eles se sentem mais seguros revisando, e outras coisas mais. E se revisar utilizando um determinado método funciona e dá resultado, mantenha isso! Mas cuidado com o viés da confirmação: se atente para não criar explicações que confirmem seu modo de ver a vida. Saia da zona de conforto. É necessário parar para pensar sobre o processo, não ligue o automático! Saiba mais em https://www.adnconcursos.com.br/

Sono e rendimento

Pessoa dorminado em uma cama com lençóis cinza

No post de hoje, vamos tratar de um assunto mais que conveniente para ser conversado numa sexta-feira: o sono e o seu impacto no seu estudo para concursos. Na maioria das vezes, o sono nada mais é que o retrato de um corpo desequilibrado. Simples assim. Pode parecer algo óbvio, mas isso traz inúmeras implicações. Vejamos. Se você está com sono sempre, alguma coisa está te cansando (a menos que seja algum tipo de doença ou desregulação hormonal, que aí deve ser tratado com acompanhamento médico). Se algo está te cansando, tem que verificar se esse algo é prioridade. Por exemplo: muitas vezes, são filhos ou trabalho. Tem como se livrar disso? Claro que não. Mas tem como acomodar isso na sua rotina. Caso você esteja cansado(a), isso vai mudar muito sua rotina em cuidar dos seus filhos? Talvez alguma coisa, mas não muito, porque você vai ter que fazer de uma forma ou de outra. Com relação a trabalho, a mesma coisa. Você não vai deixar de trabalhar porque está com sono, ou vai? Não existe atestado de sono, até onde sabemos. Mas entao, qual a solução? ESTUDE ANTES DE FICAR CANSADO. Quando o sono vier em virtude desse cansaço, ou você vai ter que dar seu jeito (tomar um cafezinho no trabalho, por exemplo) ou o próprio sono vai “dar o jeito” dele (como acontece quando os pais acabam adormecendo com os filhos no braço). O problema é que 99% dos estudantes estudam com sono. Aí ele tem dois problemas: o primeiro é que o que ele está estudando naquele momento vai ter um baixíssimo nível de fixação, e o segundo, e pior, é que o que ele estudou antes vai começar a se esvair também, porque o descanso para consolidar as informações nao está acontecendo da forma como deveria. Por isso, nós da ADN sempre dizemos e reformaçmos: está com sono, durma. Mesmo que seja no meio do estudo. Equilibre primeiro seu corpo pra depois equilibrar sua mente. Por isso, em nossos cronogramas, toda semana tem um horário obrigatório de descanso. Isso não é a toa, é tudo pensado de forma a trazer o melhor rendimento para você. Bons estudos (de preferência com uma boa noite de sono)! Saiba mais em https://www.adnconcursos.com.br/

Artigo 1 da CF

No texto de hoje, vamos contar uma história imaginária que muitos conscurseiros se identificam ao longo de sua jornada até a aprovação. É a história do Artigo 1 da Constituição Federal (CF). . Era uma vez um menino que resolveu estudar para concurso. Depois de um ou dois anos estudando só por cursinhos, resolveu começar a estudar sozinho para, enfim, começar a fazer provas dos concurso que tinha interesse. Começou pelo art. 1º da CF. Quando estava no terceiro mês de estudo, saiu o edital que tanto esperava. Desesperado, o estudante pegou o edital e começou a estudar cada ponto, com o objetivo de estudar tudo que estava listado no edital. Faltando duas semanas da prova, percebeu que não tinha estudado muita coisa, e que não iria conseguir concluir a tempo. De toda forma, ele correu o máximo que pôde, fez a prova e, ao sair o resultado, viu que não foi bem. Ele, então, culpou o edital que saiu muito rápido. O próximo ia demorar e ele ia conseguir estudar tudo. Voltou pro começo. Art. 1º da CF. Estudou então 6 meses, dessa vez com bem mais calma, tomando como base cada ponto do edital. Quando estava em pouco mais da metade de um estudo bem feito, um novo edital sai, mas com ainda alguns assuntos novos que não estavam no anterior. Novo desespero. “Estudo assuntos novos ou acabo de estudar a minha sequência?”, o jovem se perguntou. Assim, continuou na dúvida, e foi levando o estudo “com a barriga”, não fazendo bem nem uma coisa, nem outra. Então, quando foi fazer a prova, bomba de novo. Ele culpa novamente o tempo, que foi ingrato. A próxima prova tem previsão de um ano, então, agora sim ia dar tempo de estudar tudo. Começa de novo. Art. 1º da CF. Depois de um ano, realmente ele consegue ver todo o edital. Vem o novo edital com alguns assuntos novos. Então, ele estuda os assuntos novos e pensa: “Agora é minha hora”. Resultado? Bomba de novo. E ele pensa. “Não é possível isso. Isso é problema do meu método. Vou mudar”. . Qual foi o grande problema desse estudante? Estudo de concursos não se reinicia. Apenas se RETOMA. Do ponto onde parou. Acredite, tem gente que estuda para Magistratura que nunca leu o Código Civil inteiro, sendo que Família e Sucessões estão entre os temas mais cobrados. O seu cérebro trabalha em contínuo aprendizado. Tenha um estudo regular e outro de véspera (normalmente 3 semanas antes). Marque onde parou no estudo regular, faça o de véspera, em que você vai tentar revisar a maior parte dos assuntos (o que der), passe a prova, corrija, e depois volte pro regular. Não reinicie o estudo, isso só vai te fazer perder mais tempo e dificultar a tua aprendizagem do conteúdo. A história da sua aprovação tem começo, meio e fim. O seu estudo para concursos não. Saiba mais em https://www.adnconcursos.com.br/

A receita para aprovação

Todo mundo já ouviu aquela famosa “receita” para ser aprovado: você precisará APENAS de dez horas líquidas de estudo por dia, incluindo sábado e domingo, manuais de todas as carreiras e um cursinho extensivo. Para começar, leia todos os manuais da carreira que você quer duas vezes. Na primeira leitura, grife tudo que você acha importante. Na segunda, pegue os grifos e passe para um resumo. Gaste o tempo que for preciso nesse processo de construção do resumo, seja 2, 3, 4 anos ou até mais tempo. Depois disso, assista todas as aulas de um curso extensivo para completar seu resumo e deixar ele completinho. Ah, e não esqueça de fazer questões para fixar tudo isso. Então, pronto, depois disso, em até um ano o seu conhecimento jurídico “apurará”, e você passará em qualquer concurso que deseje. Parece relativamente simples, não é? Se não fosse todos os outros mil aspectos da sua vida que acontecem ao mesmo tempo desse processo todo, talvez, e apenas talvez, você conseguisse cumprir tudo isso de acordo com o planejamento. Mas não é assim que a vida funciona. Um dos principais fatores que costumamos combater aqui na ADN é sobre essas “lendas” de estudo pra concurso. Percebam, seria muito mais fácil nós dizermos aqui que vocês precisam de tudo isso que foi mencionado anteriormente, e poderíamos até criar um curso focado nisso. Mas nós, por conhecermos todos os perrengues que um concurseiro pode passar, sabemos que o cobertor é curto em relação a seu tempo. E o tempo, nesse contexto, tem duas nuances. Tanto o tempo diário de estudo, como o tempo até a aprovação. Inúmeros outros “tomadores de tempo” aparecerão na sua caminhada, e você não pode simplesmente dizer não a eles. Trabalho, família, amigos, etc. Aspectos que rivalizam em importância com seu estudo. Digamos que você tem uma prova no fim de semana e na sexta é o aniversário de cinco anos de sua filha, aniversário este que ela está com imensas expectativas. Você deixaria de fazer a festa por causa de sua prova? Já parou pra imaginar o impacto que isso pode ter tanto a curto como a longo prazo? A curto prazo, um grande efeito que poderia decorrer dessa situação seria gerar uma pressão muito grande ao fazer aquela prova sabendo que abdicou de algo importante, e pressão na hora de fazer a prova nunca é bom. Além do arrependimento posterior que pode advir depois de um mau resultado. Por isso que, antes de tudo, sempre analise muito bem o que você faz com seu tempo. Ele é seu bem mais precioso. Você consegue recuperar tudo de volta, seja dinheiro, bens físicos, um amor perdido. Mas tempo, como já dizia Lulu Santos, “não há tempo que volte, amor!”. Saiba mais em https://www.adnconcursos.com.br/

Tenha parâmetros objetivos

No texto de hoje, vamos falar sobre algo que muitas pessoas não dão a atenção devida ou até nem sabem direito que existe: parâmetros objetivos. Algo que, na teoria, parece muito simples, mas na prática é muitas vezes negligenciado. Normalmente, se você pegar a grande maioria dos concurseiros, eles têm uma jornada comum. Eles se formam na universidade, fazem um curso preparatório de um ano, fazem resumos de todas as matérias dos livros principais, estudam 10 horas por dia por 3 anos seguindo o cronograma que é proposto no cursinho, e ainda assim, não passam no concurso dos sonhos. Para alguns estudantes, isso deu certo, e alguns deles viram garoto(a)s propaganda dos cursinhos para gerar novos concurseiros do mesmo estilo. Mas pode ser que, para você, essa estratégia não tenha funcionado. Por quê? Porque você não aferiu sua evolução. Você não teve parâmetros objetivos. Ao longo desses anos, você não se permitiu se testar para ver se evoluía. Você acreditava que, se fizesse de um jeito engessado, daria certo. E bastava fazer, que o resultado viria automaticamente. Mas não deu certo, e quando não dá certo, tentamos encontrar culpados. Além disso, ainda vem um monte de gente que estuda com você ou que não conhece sua realidade e diz que é normal, que concurso é assim mesmo. NÃO, ISSO NÃO É NORMAL! Não se deixe cair na mediocridade. Não se deixe levar pela boiada. Se você, desde o início, tem parâmetros objetivos, você consegue identificar se evolui ou não. Tenha sua própria régua, não use a dos outros. Se você evolui, mesmo que seja muito pouco, mas mantém uma constância, uma hora sua nota vai passar o corte. “Ah, mas eu estagnei”. Então precisa mudar algo. Tente rastrear qual o problema nos seus estudos e consertá-lo. Seja uma máquina de rastrear problemas. Resultado é rei. Saiba mais em https://www.adnconcursos.com.br/

Vai que cai…

Nesse texto, vamos falar de uma situação super hipotética que “nunca” aconteceu com você… Digamos que você está estudando de boa e vê um assunto diferentão na lista de conteúdos do edital, e você pensa: “Nossa, não sei nada sobre esse assunto. É bom dar uma olhada porque está no edital, vai que cai”. Esse é um dos erros mais cometidos pela grande maioria dos concurseiros. A pessoa começa vendo um conteúdo, para em algo que não recordava e vai atrás porque acredita que não pode deixar aquilo passar. O cérebro da pessoa pensa: “vai que cai na prova e eu não lembrava?”. E essa atitude se torna recorrente, aumentando muito, inclusive, perto das provas. A pessoa acredita que não pode deixar de estudar nada. O que ela não sabe é que isso está apenas atrapalhando seu rendimento. Assim, vamos mostrar para você a total INCOERÊNCIA em se pensar dessa maneira. Para isso, partimos de duas premissas. Primeiro, é impossível você saber de tudo. Você sempre vai esquecer/não saber algo. Para fins de provas, esquecer e não saber é a MESMA COISA, pois o que vale é você lembrar no momento da prova. O importante aqui é saber que você sempre vai esquecer de algo. Isso é inevitável. Mas também tem que ter a consciência de que dá para passar mesmo esquecendo as coisas. A segunda premissa é algo relacionado ao foco, tem um nome complicado, mas a compreensão é bem simples. Chama-se Penalidade por Alternância Cognitiva. Quando você para seu estudo, interrompe sua linha de raciocínio para ver um outro tema, que pode até ter relação, mas que rompeu sua sequência de ideias, e isso faz com que você gaste muita energia. Seu cérebro recarrega para aquele contexto. Algo semelhante a isso também ocorre quando paramos os estudos para responder as redes sociais. Isso faz com que nosso estudo renda bem menos. Premissas postas, vamos para outros dois aspectos. Estratégia de estudos e Insegurança. Ter estratégia é estudar os assuntos que mais caem. Não vamos nos alongar muito sobre isso. Então, quando você cai na armadilha de estudar o assunto porque “vai que cai”, isso denota insegurança sobre seu planejamento inicial. E insegurança nunca é bom. E quando você fica inseguro, isso impacta diretamente na captação do conteúdo. Você tem que dominar o processo de aprendizado, senão ele domina você. Quando você perde o controle, fica submetido a sorte. Pode ser que dê certo? Claro que pode. A sorte é um dos fatores que conta na aprovação. Quem fala diferente ou é ingênuo ou é maldoso. Mas você aumenta muito suas chances quando você tem o domínio! Saiba mais em https://www.adnconcursos.com.br/

“Eu não gosto de estudar… Eu gosto de aprender”

“Eu não gosto de estudar. Estudar é chato. Eu gosto de aprender. A aprendizagem é linda!” Natalie Portman, autora dessa expressão, além de excelente atriz, graduou-se em Psicologia na Universidade de Harvard, uma das mais prestigiadas do mundo. O recado que ela passou nestas frases foi bem sutil e tem que ser lido nas entrelinhas: aprender, além de ser mais legal, é muito mais importante que somente estudar. O estudo, por si só, não significa muita coisa. Ele tem que ser direcionado a algo, deve ter utilidade prática. No seu caso, o foco provavelmente deve ser passar em um concurso. Mas como aplicar isso nos seus estudos? Sabendo que o estudo não é um fim em si mesmo. Não é porque você fez tudo direitinho, estudou aquele tema maravilhosamente bem, passando por todas as suas particularidades, que seu estudo vai ter rendido. Não é fazendo questões dele imediatamente após o estudo que vai ter essa certeza também. O momento será na aplicação da prova. Se você não lembrou do que estudou na hora da prova (simulados também podem fazer as vezes de prova), NÃO SERVIU AO PROPÓSITO que você imaginava, que era melhorar sua pontuação. Simples assim. Caso você queira dar aula sobre o assunto ou queira usar o que está estudando na sua profissão depois, não importa! Ambas as ações são louváveis, mas a prova não quer saber disso! Mais uma vez. Existem diversas formas de aprender. No seu caso, o APRENDIZADO é o estudo direcionado a algo, qual seja, passar num concurso. Nada além disso. Se você só estuda, estuda, estuda, mas o aprendizado formado não está te servindo pra melhorar sua nota, tem algo errado. Além disso, muita gente se esquece de outros aprendizados importantes: aprender a fazer prova, aprender a ler mais rápido e com mais atenção, aprender a descansar nos momentos adequados, etc. Tudo isso é aprendizado. Por fim, vamos tomar a liberdade de parafrasear a Natalie Portman: “Eu não gosto de estudar. Estudar é chato. Eu gosto de PASSAR NO CONCURSO! PASSAR NO CONCURSO É LINDO!“ Saiba mais em https://www.adnconcursos.com.br/

O caminhante mais lento

No texto de hoje, vamos falar sobre a história do caminhante mais lento. Vamos apresentá-la para, no final, fazer um paralelo importante sobre o mundo dos concursos. Suponha que você é um adulto líder de uma equipe de escoteiros e precisa levar todos sãos e salvos, caminhando, até determinado acampamento até o fim da tarde. Por mais que pareça fácil a primeira vista, na prática se mostra um desafio e tanto, pois entre os escoteiros há crianças dos mais variados níveis, pesos e disposições. Por esse motivo, a medida que o tempo passa, eles ficam muito distantes um do outro. Provavelmente, sua primeira ideia seria mandar os que estão na frente parar para que os outros possam alcançá-los, fazendo com que o grupo fique reunido de novo e você tenha controle sobre a situação. Porém, esta maneira faz com que tudo fique muito lento. Daí, você tem uma outra ideia para ter mais controle e não precisar ficar parando toda hora a caminhada. Coloca o mais lento à frente e organiza todos colocando o mais rápido por último. Assim você consegue ver todo o grupo. No entanto, não consegue melhorar a velocidade do grupo, afinal o mais lento é que a define. Por fim, você tem um insight diferente. “Se eu me preocupar em melhorar a velocidade do mais lento, eu consigo melhorar a do grupo inteiro. Basta eu tirar os obstáculos que impedem ele de andar mais rápido”. Dessa maneira, você retira a mochila do caminhante mais lento e distribui seu peso entre os demais. Além disso, você dá um tênis melhor pra ele. O resultado é que ele realmente passa a andar mais rápido e os demais a acompanharem, fazendo com que todo o grupo se beneficie. Como você pode aplicar essa analogia nos estudos? Identifique sua deficiência e a priorize, estudando-a por mais tempo. Mas isso não significa que precisa parar de estudar as demais, porque senão seu grupo (nível) não vai aumentar. Isso vale tanto para matérias, como para fases de estudo. Vai adiantar estudar pra segunda fase, se você não identificou seu caminhante mais lento? Provavelmente não. Sempre busque formas de melhorar sua caminhada, com aferição de resultados efetivos, que a aprovação ocorrerá de forma natural. Saiba mais em https://www.adnconcursos.com.br/

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